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Corretora de criptomoedas que quebrou em 2022 acusa a maior exchange do mundo e o fundador e ex-CEO, Changpeng Zhao, de terem recebido US$ 1,76 bilhão em uma “transferência fraudulenta”
A FTX, corretora de criptomoedas que faliu em 2022, entrou com um processo contra a Binance para receber US$ 1,76 bilhão (cerca de R$ 9,8 bilhões) de volta. A empresa alega que a maior exchange do mundo em volume de negociações recebeu o valor de forma indevida em uma "transação fraudulenta".
De acordo com o processo, que tramita em um tribunal de Delaware, nos EUA, a disputa envolve a compra de uma parte da FTX pela Binance em 2019 por US$ 18,3 milhões.
À época, a corretora fundada por Changpeng Zhao, o CZ, comprou 20% das ações da exchange fundada por Sam Bankman-Fried, após pagar o investimento em 1 milhão de unidades de BNB, a criptomoeda da própria Binance. Em 2020, ocorreu uma nova transação entre as corretoras, envolvendo a compra de ações da Alameda, empresa de investimentos do grupo da FTX.
Em 2021, a FTX decidiu recomprar a fatia vendida dois anos antes. Sam Bankman-Fried pagou pela recompra usando uma combinação do token de troca da FTX, o FTT, e das moedas da Binance, BNB e BUSD, avaliadas em US$ 1,76 bilhão na época, conforme o documento.
Por conta disso, a massa falida da FTX alega que a transação foi fraudulenta, uma vez que o grupo liderado por Bankman-Fried — que agora cumpre uma pena de 25 anos por fraude relacionada ao colapso da sua exchange — já estava passando por dificuldades financeiras.
Além disso, a FTX acusa CZ, então CEO da Binance,de ter realizado postagens “falsas, enganosas e fraudulentas” nas redes sociais para acelerar a falência da corretora de Bankman-Fried.
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“A Alameda estava insolvente no momento da recompra de ações e não tinha condições de financiar a transação”, afirma o processo, classificando o acordo feito com Sam Bankman-Fried como uma “transferência fraudulenta construtiva”.
Atualmente, a exchange em falência busca recuperar o valor bilionário como parte de sua estratégia para reunir os recursos necessários e compensar seus credores.
Segundo o site CNBC, a Binance negou as acusações. "As acusações são infundadas, e nos defenderemos vigorosamente”, afirmou a corretora, em declaração por e-mail.
A disputa judicial marca a mais recente escalada de tensões entre dois dos maiores nomes do setor de criptomoedas, após o colapso da FTX que abalou o setor.
Vale lembrar que, em abril, o fundador da Binance, conhecido como CZ, foi acusado de violar as leis contra lavagem de dinheiro nos EUA. Ele deixou a Binance em 2023.
O bilionário foi condenado a quatro meses de prisão depois de se declarar culpado de não manter um programa eficaz de combate à lavagem de dinheiro na corretora.
O juiz afirmou que Zhao priorizou “o crescimento e os lucros da Binance em detrimento da conformidade com as leis e regulamentos dos EUA”. CZ foi solto no mês passado.
Já Sam Bankman-Fried, ex-CEO da empresa que processa a Binance, foi condenado a 25 anos de prisão, acusado de conspiração e fraude envolvendo a corretora.
Fundada em 2019, a FTX era um caso de sucesso no mercado cripto, competindo com grandes nomes do setor, como Coinbase, Kraken e a própria Binance. A exchange chegou a estar entre as cinco maiores em volume negociado e não era difícil vê-la chegar ao top 3.
No entanto, a corretora foi acusada de usar os fundos dos clientes em operações alavancadas na Alameda Research. A empresa pediu recuperação judicial em novembro de 2022, com dívidas avaliadas em US$ 9 bilhões.
*Com informações da CNBC
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