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Realização de lucros, liquidações longas e saída de ETFs spot seguram preço do bitcoin, que pode observar uma correção de até 30% nas próximas semanas
Após uma escalada alucinante de valorização que quase tocou o tão sonhado patamar de US$ 100 mil, o bitcoin (BTC) perdeu o fôlego — pelo menos, por enquanto. Pela manhã desta terça-feira (26), a maior criptomoeda do mundo chegou a ser negociada abaixo dos US$ 92 mil, deixando muitos agentes do mercado de cabelo em pé.
O motivo? Mais uma vez a famosa realização de lucros. Aquela velha tática em que investidores, ao verem o saldo no azul, correm para vender e garantir os ganhos.
Contribuiu o fato de que alguns investidores comprados na alta enfrentaram perdas significativas nesta semana. Mais de US$ 430 milhões em liquidações longas — posições alavancadas que dependiam da valorização do Bitcoin — foram encerradas automaticamente devido à queda dos preços, o que intensificou ainda mais a pressão vendedora no mercado.
O recente declínio do BTC também coincidiu com o fim de uma sequência de cinco dias de entradas líquidas em ETFs spot, que registraram uma saída expressiva de US$ 438 milhões na segunda-feira (25). Enquanto isso, as ações da MicroStrategy, uma das maiores detentoras corporativas de bitcoin, recuaram 4,4%, um reflexo da desvalorização dos seus ativos digitais.
Esse movimento se dá depois da empresa fazer uma compra recorde de US$ 5,4 bilhões do BTC na semana passada, fortalecendo ainda mais sua posição no mercado cripto.
No curto prazo, o caminho do bitcoin para o simbólico patamar de US$ 100 mil parece travado. Com a aproximação dos feriados nos Estados Unidos e a ausência de um catalisador imediato, o cenário limita novas altas.
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No entanto, nem todos no mercado compartilham de uma visão pessimista. Charlie Sherry, chefe de finanças e analista de cripto da BTC Markets, disse ao Cointelegraph que a recente queda deve ser vista como parte de um padrão histórico do Bitcoin, caracterizado por “ganhos acentuados seguidos por correções saudáveis”.
Segundo ele, essas retrações são normais e "permitem que o mercado consolide ganhos e reduza alavancagem antes de avançar ainda mais”. Sherry sugeriu que essa pode ser a última queda antes de o Bitcoin romper a marca dos seis dígitos e apontar para um otimismo cauteloso em relação ao futuro próximo da maior criptomoeda do mundo.
O analista ainda destaca que mesmo uma queda de 20% a 30% é consistente com o comportamento de mercados em alta anteriores.
Já CK Zheng, cofundador da ZX Squared Capital, afirmou que US$ 100 mil é um nível de resistência forte para o Bitcoin no curto prazo. E acredita em um recuo saudável de 20%, pelo menos antes das medidas do novo governo de Donald Trump, que devem levar as moedas digitais à marca simbólica dos US$ 100 mil finalmente.
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