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Pesquisa da WeWork revela insatisfação das equipes sobre o retorno do presencial e RHs indicam que a volta aos escritórios dificulta retenção de talentos

A volta ao presencial está causando dores de cabeça – e não é só para os colaboradores. Segundo a pesquisa "Tendências e Perspectivas do Futuro do Trabalho", da WeWork, o movimento do retorno dos funcionários ao escritório pode ser um tiro no pé para as empresas.
Durante a pandemia, o home office se popularizou e fez a taxa de colaboradores atuando em casa saltar de 6% para 75%. Contudo, com o fim da crise sanitária, o índice caiu para 18%.
Apesar do movimento de retorno aos escritórios, o WeWork revelou que apenas 6% dos trabalhadores preferem atuar no modelo presencial e 53% acreditam que o híbrido é a melhor opção.
Mas há empresas que insistem na volta ao escritório. A Dell, por exemplo, anunciou recentemente que as equipes que não retornarem ao presencial não serão promovidas.
E ela não é a única que quer promover o retorno. Um estudo da JJL Consultoria revelou que 50% das companhias na América Latina planejam alterar o modelo de trabalho num futuro próximo.
Só que a atividade remota não é apenas uma questão de preferência. Segundo a pesquisa, 55% dos trabalhadores estão frustrados com o emprego. Entre os insatisfeitos, a falta de flexibilidade é o maior motivo de desapontamento, com 25% deles indicando o fator para o desencantamento com o trabalho.
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E não são só os funcionários que enxergam problemas no modelo presencial. Os RHs das companhias já estão apontando que a obrigatoriedade do retorno aos escritórios dificulta a retenção de talentos.
De acordo com a pesquisa, 31% dos profissionais da área de gestão revelaram aumento nos gastos para incentivar a permanência de funcionários nas empresas.
Entre os entrevistados, 48% dos RHs indicaram que o principal desafio atual é relacionado ao desacordo das pessoas com o modelo de trabalho vivenciado. Dentro desse grupo, 69% afirmam que a frustração é direcionada ao retorno compulsório aos escritórios.
Entre os funcionários mais insatisfeitos, a geração Baby Boomer ganha destaque, com 60% deles indicando desapontamento. O principal problema para os profissionais entre 60 e 78 anos é a remuneração.
No entanto, a participação dos Baby Boomers no mercado de trabalho é baixa e representa 0,7% dos 3.211 entrevistados pela WeWork.
A geração com maior taxa de atuação são os Millenials – nascidos de 1981 até 1996 –, compondo 67,7% da mão de obra brasileira.
Assim como para os trabalhadores das demais faixas etárias, o maior motivo para a frustração com o emprego é a falta de flexibilidade.
Apesar do retorno ao presencial gerar conflitos entre as empresas e os funcionários, 48% dos trabalhadores entrevistados escolhem ir ao escritório para interagir com os colegas.
Por outro lado, apenas 4% optam por trabalhar completamente de home office. O movimento indica que o contato ainda é relevante para fortalecer as relações interpessoais.
O que gera conflito no retorno presencial, então? Segundo os profissionais de RHs, o principal problema é a falta de alinhamento sobre a obrigatoriedade de estar no escritório.
De acordo com a pesquisa, 42% dos funcionários revelaram que a decisão sobre a modalidade do trabalho é feita pela empresa. Para 27%, a escolha é individual.
Assim, a falta de alinhamento sobre a decisão faz com que a força de trabalho questione a necessidade de estar fisicamente nas empresas.
Segundo os entrevistados, o presencial só é necessário para os seguintes objetivos:
• Integração de equipes;
• Construção de confiança e transparência;
• Comunicação e contato pessoal;
• Resolução ágil de problemas;
• Eficiência na tomada de decisões;
• Networking.
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