🔴 ONDE INVESTIR 2026: ESTRATÉGIAS DE ALOCAÇÃO, AÇÕES, DIVIDENDOS, RENDA FIXA, FIIS e CRIPTO – ASSISTA AGORA

Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
Jasmine Olga

Jasmine Olga

É repórter do Seu Dinheiro. Formada em jornalismo pela Universidade de São Paulo (ECA-USP), já passou pelo Centro de Cidadania Fiscal (CCiF) e o setor de comunicação da Secretaria da Educação do Estado de São Paulo

PRIVATIZAÇÃO EM PAUTA

Privatização da Sabesp (SBSP3) pode reduzir a tarifa de água e esgoto? O mercado diz que sim, mas nem todo mundo está tão confiante

Para muitos, uma Sabesp privatizada com custos mais baixos é sinônimo de uma conta mais barata, mas o precedente recente de privatizações no setor deixa uma pulga atrás da orelha de quem se opõe à venda

Jasmine Olga
Jasmine Olga
28 de fevereiro de 2023
7:37 - atualizado às 18:50
Sabesp (sbsp3) dá mais um passo para a privatização
Unidade da Sabesp. - Imagem: Governo do Estado de São Paulo/Wikimedia Commons

A palavra privatização costuma fazer brilhar os olhos do mercado financeiro — e não é de hoje. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Com um modelo menos engessado e burocracias reduzidas, empresas controladas pela iniciativa privada costumam entregar retornos melhores. Já para o consumidor, os resultados em geral são mistos, com um avanço na qualidade, assim como dos preços dos serviços.

A privatização da Eletrobras, concluída em 2022, parece ter aberto os olhos dos políticos e do mercado para meios mais simples de se desfazer de uma empresa estatal, e não por acaso as expectativas para a venda da Sabesp (SBSP3) só crescem. 

Nós já contamos para você os efeitos potenciais da privatização no preço das ações. Mas o que podemos esperar de uma possível venda da companhia de saneamento paulista?

Os planos não são exatamente uma novidade, mas para a maior parte dos especialistas consultados pelo Seu Dinheiro, esse talvez seja o melhor momento para que a operação vá para frente — ainda que existam discordâncias sobre quando a oportunidade de tocar a pauta terá mais força para seguir adiante. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Em qualquer um dos cenários desenhados pelos agentes do mercado, uma coisa é clara — dificilmente o martelo será batido ainda em 2023. As idas e vindas do termômetro político, no entanto, devem seguir mexendo com os papéis da empresa. 

Leia Também

A operação tem um determinado custo de capital político por envolver serviços básicos para a sobrevivência da população e por despertar alguns medos no público geral. O temor de que milhares de pessoas percam os seus empregos e de que uma elevação no valor das tarifas seja quase inevitável, ainda que tendo como contrapartida uma melhora na oferta dos serviços. 

Mas para os agentes do mercado financeiro, com o ganho de eficiência e a redução de custos que uma Sabesp privatizada teria, é inevitável que o impacto positivo seja sentido no bolso dos clientes e contribuintes. Ou seja, o consumidor pode ter uma conta de água mais barata com a venda da estatal.

Mas na classe política o cenário muda — e há quem acredite que falar em queda das tarifas para conseguir apoio da sociedade é um movimento “desleal”. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Para essa matéria, o Seu Dinheiro conversou com gestores e também Gesner Oliveira, sócio da GO Associados e ex-presidente da estatal; Marcelo Sá, chefe de estratégia e analista de utilities do Itaú BBA; Rafael Winalda, analista do Inter; Raphael Bueno, analista de ações da Empiricus Investimentos; e Emidio de Souza, deputado estadual paulista do Partido dos Trabalhadores (PT). 

Como fica a conta de água?

Quando se fala na venda da fatia do Estado de São Paulo na empresa de saneamento, os analistas e investidores costumam projetar dois grandes ganhos.

O primeiro é o poder de financiamento necessário para ampliar a cobertura dos serviços de tratamento de água e esgoto, como o previsto pelo novo marco do saneamento. O outro é um ganho operacional que poderia refletir em uma queda nas tarifas de água e esgoto. 

No modelo atual de regulação, a tarifa repassada ao público tem como base os custos da empresa. E como a expectativa do mercado é de melhora nessa linha do balanço, muitos acreditam ser inevitável uma queda dos preços. Isso sem falar na maior preocupação com o emprego do capital, o que, na teoria, levaria a uma melhora dos serviços prestados. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

“Eu consigo te dizer com um grau de confiança muito alto que é possível o governo de São Paulo privatizar, dar uma redução de 10% na tarifa e ainda levantar dinheiro com o prêmio de outorga”, aponta o estrategista do Itaú BBA. 

Ele não é o único a acreditar que a sociedade certamente se beneficiará de uma redução na conta de água e esgoto. A explicação chega a ser simples: como a agência reguladora utiliza a linha de custos da companhia como balizadora na hora de definir as tarifas a serem cobradas, ganhos de eficiência seriam facilmente repassados para os consumidores. 

A decisão sobre a revisão tarifária dos serviços de água e esgoto cabe à Agência Reguladora de Serviços Públicos do Estado de São Paulo (Arsesp). Para calcular a nova tarifa, a entidade leva em conta o IPCA do período a ser analisado e também alguns outros múltiplos que usam como fonte o balanço e a base de ativos da Sabesp. 

Até que o número fechado seja anunciado, o processo costuma ser marcado por uma queda de braço entre os dois lados até que se chegue em concordância sobre os dados utilizados para o cálculo. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Em geral, a Arsesp leva em conta a inflação oficial (IPCA) do período analisado e outros múltiplos, como fator de eficiência (Fator X), ajuste compensatório e Índice Geral de Qualidade (IGQ) para chegar ao número final. 

O Fator X leva em conta os ganhos de eficiência de uma companhia, como aumento da produção com menor uso de insumos ou outras ferramentas, o que levaria a um custo menor obrigatoriamente repassado à sociedade em forma de desconto. O ajuste compensatório costuma incluir investimento e locação de ativos e outros custos que não haviam entrado no cálculo do ciclo tarifário anterior. 

Já o IGQ é um componente de cálculo que busca pesar a melhora da eficiência da companhia com a qualidade dos serviços prestados.

O que pensa a oposição à privatização

Mas é claro que a perspectiva de redução na conta de água com a privatização está longe de ser consenso. Na Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp), já há oposição formada contra a venda da participação do Estado na companhia.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Uma das lideranças da frente parlamentar que analisa a privatização da Sabesp é o deputado Emidio de Souza (PT).  Em conversa com o Seu Dinheiro, Souza afirmou que respeita os desejos do mercado financeiro, mas, como parlamentar, não vê um interesse público e social para que a privatização de fato ocorra, já que “não há ganhos aparentes para a sociedade". 

“Uma coisa é você privatizar uma empresa quando ela é deficitária, acumula problemas e não tem capacidade técnica de entrega. A Sabesp é o contrário de tudo isso”, aponta o deputado.

Vale dizer que, embora agentes do mercado ainda defendam a venda do controle acionário pelo estado, a avaliação sobre a qualidade operacional da companhia parece ser uma unanimidade

Quando o assunto são as tarifas de água e esgoto, o deputado petista também é cético sobre a queda no preço da conta para o consumidor.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Apesar de a oposição ainda não ter cálculos que possam sustentar o argumento, o grupo se pauta nas experiências recentes de privatização — desde as feitas no setor de energia elétrica, até exemplos no próprio segmento de saneamento, onde privatizações foram feitas e, em pouco tempo, desfeitas. 

Em Itu, interior de São Paulo, os serviços de saneamento foram privatizados em 2007. Mas bastaram poucos anos para que a medida fosse revertida. Alegando descumprimento das obrigações de investimento e aumento da tarifa, o município voltou a administrar a companhia.

Já a Companhia Estadual de Águas e Esgotos do Rio de Janeiro (CEDAE), que teve três terços do seu controle vendidos em 2021, também é acusada de elevar os preços repassados aos consumidores e de não necessariamente elevar a qualidade dos serviços prestados. 

No resto do mundo, o processo de privatização de empresas de saneamento também parece não ter decolado. Em 2017, o centro de pesquisa holandês TNI afirmou que 267 casos de privatizações foram desfeitas em países da Europa, África e América Latina. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O deputado estadual também aponta que a Sabesp não depende da entrada de uma gestão privada para tentar bater as metas de universalização impostas pelo marco do saneamento básico — e reduzir o repasse de dividendos para os cofres do Tesouro paulista ajudaria nesse processo.

Procurado, o governo do Estado de São Paulo disse que aguardava o anúncio oficial da inclusão da empresa na lista de companhias em busca de uma parceria público-privada (PPP). A divulgação deveria ter ocorrido na quarta-feira (15), mas o diagnóstico positivo do governador para covid-19 acabou atrasando a agenda. 

As opções na mesa

A privatização da Eletrobras, concluída em 2022, parece ter aberto os olhos dos políticos e do mercado para meios mais simples de se desfazer de uma empresa estatal. 

Em vez de simplesmente vender a participação na holding do setor elétrico, o governo de Jair Bolsonaro optou também por capitalizar a companhia. Assim, a participação da União caiu para menos de 50% e, desta forma, deixou de controlar a companhia  — ainda que detenha uma “golden share” que pode ser utilizada em casos especiais e decisões importantes. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Boa parte do mercado acredita que isso abre espaço para que a Sabesp siga um caminho semelhante, uma vez que achar um investidor com bala na agulha para desembolsar mais de R$ 80 bilhões para adquirir a fatia do governo na empresa de saneamento seria uma missão quase impossível no atual cenário macroeconômico conturbado — uma operação insustentável para o mercado de crédito local e pouco atrativa para grandes grupos estrangeiros. 

Segundo Marcelo Sá, do Itaú BBA, conversas do banco de investimentos com membros do governo mostram que a gestão de Tarcísio de Freitas busca um modelo de privatização que permita a redução de tarifas já na largada do processo e levante recursos suficientes para acelerar projetos de infraestrutura ou investimentos que sejam importantes para a população — com a contratação de uma empresa de consultoria (advisory) já encaminhada. 

“Quando o Rodrigo Garcia era o governador e a gente discutia se fazia sentido a privatização da Sabesp, ele argumentava que você precisa ter um uso para esse recurso. Você vai pagar uma dívida, antecipar um investimento em infraestrutura importante, um trem intermunicipal que só poderia ser feito em 2030… É preciso mostrar a geração de valor com esses recursos e tentar antecipar a universalização do acesso à água e saneamento”,  explica Sá. 

Mas vai sair mesmo?

A expectativa é grande e quase não se fala em outra coisa desde que o governador Tarcísio de Freitas se estabeleceu no Palácio dos Bandeirantes. Mas será que apenas isso é suficiente para que, enfim, o mercado veja uma Sabesp privatizada?

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Rafael Winalda, analista do Inter, lembra que privatizações de estatais estaduais tendem a ser pautas para o segundo mandato de um governador, uma vez que encaminhar a venda de empresas públicas exige um gasto de capital político com deputados estaduais e também com a população — o que poderia até mesmo eliminar a chance de uma eventual reeleição.

O próprio governador dá sinais de que esse é um assunto a ser tratado apenas em 2024, ano de eleições municipais, que tampouco costuma ser um bom momento para lidar com a pauta. 

Mas para Raphael Bueno, analista da Empiricus, é justamente nos primeiros anos do mandato que Tarcísio terá um poder de barganha política maior para encaminhar a pauta, por isso ele aposta que o governador deve tratar logo do tema.

Um gestor paulista que conversou com a reportagem vai na mesma linha e acredita que o eleitorado de São Paulo tende a ser mais tolerante com privatizações, deixando apenas na mão do governador a vontade de tocar a venda. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Como a negociação de contratos de concessão depende de acordos com cidades que representam uma fatia expressiva para a receita da companhia, as eleições municipais podem ser consideradas uma data limite para um acordo, de acordo com Marcelo Sá, analista do Itaú BBA. 

A falta de apoio dentro da Assembleia Legislativa para aprovar o projeto de lei que permitiria a venda da fatia do governo na Sabesp é, certamente, um dos principais riscos ao projeto — mas não é o único. 

Um gestor teme que o governo federal transforme as críticas ao projeto em um esforço efetivo de reverter os avanços conquistados pelo marco do saneamento. 

O Itaú BBA, no entanto, acha que isso é pouco provável: “O risco federal seria uma vontade de trocar o artigo específico que trata de contratos de programa de saneamento e privatização, mas, apesar da retórica, não vejo o governo gastando capital político com isso. Então, está na mão do governo de São Paulo”.  

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
FIM DE UM CICLO

Pátria zera posição na SmartFit (SMFT3) após 15 anos com venda de R$ 900 milhões em ações, diz jornal

23 de fevereiro de 2026 - 14:25

Com a operação, o Pátria encerra um ciclo iniciado há cerca de 15 anos na rede de academias, em mais um movimento típico de desinvestimento por parte de gestoras de private equity após longo período de participação no capital da companhia

APOSTA NOS METAIS BÁSICOS

De olho no cobre: Vale (VALE3) anuncia investimento de US$ 3,5 bilhões em Carajás e atualiza projeções de caixa; confira os números

23 de fevereiro de 2026 - 13:15

Plano prevê aumento gradual dos investimentos até 2030 e reforça foco da mineradora nos metais da transição energética

VEJA O QUE DIZ O CEO

Azul (AZUL53): depois da recuperação judicial relâmpago, fusão com Gol sai de cena de vez e aérea mira no “crescimento responsável”

23 de fevereiro de 2026 - 12:30

Após concluir o Chapter 11 em apenas nove meses, a Azul descarta fusão com a Gol e adota expansão mais conservadora, com foco em rentabilidade e desalavancagem adicional

AGORA VAI?

Na corrida para a privatização, Copasa (CSMG3) emite debêntures de R$ 2 bilhões e define bancos responsáveis pela oferta secundária de ações

23 de fevereiro de 2026 - 11:50

Enquanto discussões sobre a desestatização avançam, a Copasa também emite papéis direcionados para investidores profissionais

REFORÇO DE CAPITAL

Após quase triplicar na B3, Banco Pine (PINE4) lança follow-on e quer levantar até R$ 400 milhões na bolsa

23 de fevereiro de 2026 - 11:13

Após um rali expressivo na bolsa nos últimos meses, o banco anunciou uma oferta subsequente de ações para fortalecer balanço; veja os detalhes

DE OLHO NA BOLSA

Cosan (CSAN3) considera IPO da Compass Gás e Energia, em meio a crise na Raízen (RAIZ4)

23 de fevereiro de 2026 - 10:34

A empresa de distribuição de gás surgiu quando a Comgás, maior distribuidora de gás natural do país localizada em São Paulo, foi adquirida pela Cosan em 2012

AMIANTO NO TALCO?

Natura paga US$ 67 milhões para encerrar processo da Avon nos EUA relacionado a acusações de câncer causado por talco

23 de fevereiro de 2026 - 9:40

A Natura diz que o pagamento para encerrar o caso da Avon não se constitui em reconhecimento de culpa; acusação é de que produtos dos anos 1950 estavam contaminados com amianto

ENTREVISTA COM CEO

Exclusivo: CEO do Bradesco (BBDC4) rebate críticas ao resultado: “disseram que não tínhamos mais como crescer, mas mostramos o contrário”

23 de fevereiro de 2026 - 6:12

Após dois anos no comando do banco, Marcelo Noronha detalhou com exclusividade ao Seu Dinheiro o plano para reduzir custos, turbinar o digital e recuperar o ROE

APERTO DE MÃOS

Vale (VALE3) firma acordo de R$ 2,6 bilhões com grupos indianos para impulsionar exportação de minério de ferro

22 de fevereiro de 2026 - 14:43

A mineradora poderá impulsionar a exportação da commodity ao país asiático com o novo projeto

APÓS CRISE DO MASTER

BRB confirma que governo do DF irá capitalizar o banco com 12 imóveis públicos, levantar até R$ 2,6 bilhões e garantir liquidez financeira

22 de fevereiro de 2026 - 12:43

Segundo o governo, os imóveis poderão servir como garantia para a captação de recursos, principalmente num possível empréstimo do Fundo Garantidor de Créditos (FGC)

NEGÓCIO COMPLEXO

Luz amarela na Braskem (BRKM5): Cade decide aprofundar análise sobre entrada da IG4

21 de fevereiro de 2026 - 15:10

A operação, que chegou ao xerife do mercado em dezembro de 2025, prevê uma mudança radical na estrutura de poder da petroquímica

NOVO CAPÍTULO

Azul (AZUL53) conclui Chapter 11 nos EUA e diz estar pronta para crescer após reestruturação bilionária; dívida foi reduzida em US$ 2,5 bilhões

20 de fevereiro de 2026 - 19:42

Companhia aérea informou que reduziu pagamentos financeiros em mais de 50% e concluiu processo em menos de nove meses

VAI RESOLVER O PROBLEMA DA DÍVIDA?

CSN (CSNA3) vai conseguir se desafogar com venda da CSN Cimentos? Veja a resposta do Safra

20 de fevereiro de 2026 - 15:37

Negociações para vender até 60% da CSN Cimentos ao grupo J&F, por cerca de R$ 10 bilhões, animam analistas e podem gerar caixa para reduzir parte da dívida, mas agências alertam que o movimento, isoladamente, não elimina os riscos de refinanciamento e a necessidade de novas medidas de desalavancagem

ACORDO DE FECHAMENTO

Tchau, Americanas (AMER3): varejista fecha loja no Shopping Iguatemi, em São Paulo

20 de fevereiro de 2026 - 13:05

A varejista deu adeus à loja em um dos shoppings mais luxuosos da cidade e encerrou 193 pontos físicos no último ano

MEDO DA GUERRA

Combate em novos ares: Embraer (EMBJ3) fortalece divisão de defesa com parceria nos EUA para aprimorar o KC-390

20 de fevereiro de 2026 - 10:53

Em meio à escalada das tensões globais, a fabricante brasileira reforça sua presença no mercado internacional de defesa com novos acordos estratégicos e aposta no KC-390 como peça-chave

DINHEIRO NA CONTA

Cyrela (CYRE3) vende ações em leilão na B3 e garante R$ 1 milhão “extra” aos investidores. Quem tem direito?

20 de fevereiro de 2026 - 9:44

Leilão envolveu frações de ações que sobraram após bonificação aos investidores; veja quando o pagamento será depositado na conta dos acionistas

VAI DECOLAR DA BOLSA

De malas prontas: controladora da Gol (GOLL54) chega a 99,95% do capital da aérea após a OPA

20 de fevereiro de 2026 - 8:41

Leilão de OPA na B3 garantiu 75% das ações preferenciais em circulação; veja o que muda para a aérea agora

DINHEIRO NA CONTA DOS ACIONISTAS

Banco do Brasil (BBAS3) detalha pagamento de mais de R$ 400 milhões em JCP; confira prazos e condições

19 de fevereiro de 2026 - 19:48

Investidores precisam estar posicionados até o início de março para garantir o pagamento anunciado pelo banco

RAIO-X DA DÍVIDA

CSN (CSNA3) em tratamento de choque: Moody’s corta rating e alerta para efeitos colaterais

19 de fevereiro de 2026 - 19:24

A agência rebaixou nota de crédito da companhia para B2 e acendeu o alerta sobre a dívida bilionária

SINAL AMARELO

WEG (WEGE3) está cara demais? JP Morgan liga alerta para a ação antes dos resultados do 4T25, e papéis caem quase 4% na bolsa

19 de fevereiro de 2026 - 19:01

Banco mantém visão positiva no longo prazo, mas diz que expectativas altas e trimestre fraco podem mexer com a ação

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar