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Queda nos juros futuros no Brasil beneficiou os ativos de risco; veja o balanço dos melhores e piores investimentos do mês e do primeiro semestre
O primeiro semestre chega ao fim nesta sexta-feira (30) bem diferente de como começou. A mudança de perspectiva para os juros no Brasil fez a bolsa e os ativos de renda fixa mais arrojados passarem de patinhos feios a belos cisnes no ranking dos melhores investimentos.
Já o bitcoin observou um verdadeiro renascimento e, depois de um 2022 difícil, foi coroado como o melhor investimento do primeiro semestre de 2023.
Mas vamos por partes. Em junho, o campeão foi o Ibovespa, com uma alta de 9% e fechamento em 118.087 pontos. O pódio é completado pelo bitcoin e pelo IFIX, o Índice de Fundos Imobiliários. Veja:
| Investimento | Rentabilidade no mês |
| Ibovespa | 9,00% |
| Bitcoin | 5,82% |
| IFIX | 4,71% |
| Tesouro Prefixado com Juros Semestrais 2033 | 4,31% |
| Tesouro Prefixado 2029 | 4,03% |
| Índice de Debêntures Anbima - IPCA (IDA - IPCA)* | 2,32% |
| Tesouro Prefixado 2026 | 2,32% |
| Tesouro IPCA+ 2045 | 1,75% |
| Índice de Debêntures Anbima Geral (IDA - Geral)* | 1,69% |
| Tesouro IPCA+ 2035 | 1,61% |
| Tesouro IPCA+ com Juros Semestrais 2040 | 1,43% |
| Tesouro IPCA+ com Juros Semestrais 2032 | 1,22% |
| Tesouro Selic 2029 | 1,21% |
| Tesouro IPCA+ com Juros Semestrais 2055 | 1,21% |
| CDI* | 1,17% |
| Tesouro Selic 2026 | 1,14% |
| Tesouro IPCA+ 2029 | 0,69% |
| Poupança antiga** | 0,65% |
| Poupança nova** | 0,65% |
| Dólar PTAX | -5,42% |
| Dólar à vista | -5,59% |
| Ouro | -6,21% |
| Empresa | Código | Desempenho no mês |
| Gol | GOLL4 | 58,89% |
| Yduqs | YDUQ3 | 39,87% |
| Azul | AZUL4 | 29,97% |
| Assaí | ASAI3 | 27,53% |
| Braskem | BRKM5 | 23,60% |
| Raízen | RAIZ4 | 20,39% |
| Natura &Co | NTCO3 | 20,23% |
| Petrobras PN | PETR4 | 19,77% |
| Petrobras ON | PETR3 | 19,68% |
| BTG Pactual | BPAC11 | 19,09% |
| Empresa | Código | Desempenho no mês |
| Méliuz | CASH3 | -12,58% |
| Alpargatas | ALPA4 | -11,59% |
| Magazine Luiza | MGLU3 | -11,32% |
| Petz | PETZ3 | -10,07% |
| Via | VIIA3 | -9,66% |
| São Martinho | SMTO3 | -6,45% |
| Dexco | DXCO3 | -5,76% |
| CSN Mineração | CMIN3 | -4,77% |
| Embraer | EMBR3 | -2,37% |
| Cielo | CIEL3 | -2,14% |
No semestre, porém, a principal criptomoeda do mundo disparou na frente dos investimentos tradicionais, com alta de quase 70% em reais, seguida do Tesouro Prefixado 2029 e do Tesouro IPCA+ 2045, dois títulos públicos de longo prazo que se beneficiam de cenários de queda de juros.
A eles se seguem todos os títulos públicos prefixados e indexados à inflação disponíveis para compra no Tesouro Direto desde o início do ano. De fato, o semestre foi da renda fixa, principalmente desses ativos que se valorizam quando os juros futuros caem.
Os títulos de dívida de empresas só não tiveram a mesma sorte porque o mercado de crédito privado sofreu no início do ano com a revelação de uma fraude contábil bilionária nas Americanas e os problemas financeiros da Light, eventos que contaminaram esses ativos. Ainda assim, as debêntures estão se recuperando e seus índices de mercado também têm retorno acumulado positivo no ano.
Leia Também
| Investimento | Rentabilidade no semestre |
| Bitcoin | 66,68% |
| Tesouro Prefixado 2029 | 18,41% |
| Tesouro IPCA+ 2045 | 18,26% |
| Tesouro Prefixado com Juros Semestrais 2033 | 17,34% |
| Tesouro IPCA+ 2035 | 15,22% |
| Tesouro IPCA+ com Juros Semestrais 2055 | 15,12% |
| Tesouro IPCA+ com Juros Semestrais 2040 | 13,54% |
| Tesouro Prefixado 2026 | 12,57% |
| Tesouro IPCA+ com Juros Semestrais 2032 | 11,79% |
| IFIX | 10,05% |
| Ibovespa | 7,61% |
| CDI* | 6,44% |
| Índice de Debêntures Anbima - IPCA (IDA - IPCA)* | 4,75% |
| Índice de Debêntures Anbima Geral (IDA - Geral)* | 4,21% |
| Poupança antiga** | 4,08% |
| Poupança nova** | 4,08% |
| Ouro | -2,49% |
| Dólar PTAX | -7,63% |
| Dólar à vista | -9,29% |
| Empresa | Código | Desempenho no semestre |
| Azul | AZUL4 | 98,91% |
| Yduqs | YDUQ3 | 93,51% |
| Gol | GOLL4 | 80,11% |
| IRB | IRBR3 | 68,29% |
| Cyrela | CYRE3 | 58,75% |
| Cogna | COGN3 | 52,36% |
| MRV | MRVE3 | 52,24% |
| Ultrapar | UGPA3 | 50,32% |
| Aliansce Sonae | ALSO3 | 48,85% |
| Banco do Brasil | BBAS3 | 46,38% |
| Empresa | Código | Desempenho no semestre |
| Alpargatas | ALPA4 | -38,79% |
| Méliuz | CASH3 | -34,07% |
| Assaí | ASAI3 | -29,29% |
| Vale | VALE3 | -26,04% |
| Carrefour | CRFB3 | -23,61% |
| CVC | CVCB3 | -22,27% |
| Bradespar | BRAP4 | -21,40% |
| 3R Petroleum | RRRP3 | -19,81% |
| Marfrig | MRFG3 | -16,67% |
| JBS | JBSS3 | -16,47% |
O cenário para o início do ciclo de cortes na taxa básica de juros, a Selic, veio sendo preparado ao longo de todo o semestre, beneficiando os ativos de risco, como ações, fundos imobiliários (FIIs) e títulos de renda fixa prefixados e atrelados à inflação.
O ano começou mal, mas a sucessão de dados de inflação e crescimento econômico melhores que o esperado começou a animar os investidores. A aprovação do arcabouço fiscal e o encaminhamento da reforma tributária no Congresso também foram cruciais para a melhora do risco-país.
Assim, vimos os juros futuros – a projeção para as taxas de juros – recuarem tanto no curto como no longo prazo, um movimento que contribuiu para a valorização da renda fixa prefixada e atrelada à inflação e também das ações e dos FIIs.
Os últimos ajustes desse movimento se deram neste mês de junho. Apesar da postura mais dura que o esperado do Comitê de Política Monetária do Banco Central (Copom) no comunicado da sua última reunião, comunicações posteriores da autoridade monetária mostraram uma abertura para um início de corte de juros já em agosto.
O resultado da reunião do Conselho Monetário Nacional (CMN), que não mexeu nas metas de inflação e passará a adotar uma meta contínua a partir de 2025, também agradou ao mercado.
Com isso, os juros futuros continuaram em um movimento de alívio, beneficiando a bolsa e a renda fixa mais arrojada.
Adicionalmente, as mudanças na política de preços da Petrobras, bem como as previsões para as alterações na distribuição de dividendos da companhia vieram melhores que o esperado pelo mercado, o que contribuiu para o bom desempenho do Ibovespa, apesar de outra gigante de peso no índice, a Vale, ter visto forte desvalorização no ano.
No mercado de debêntures, como já mencionado, o impacto dos eventos Americanas e Light, além das notícias de empresas de capital aberto financeiramente estranguladas pela Selic elevada no começo do ano, impediram valorizações maiores.
Ainda assim, esse mercado já começou a se recuperar e até a ver novas emissões de ativos, as quais ficaram congeladas após os eventos adversos do início do ano.
A renda fixa conservadora, por sua vez, continuou aproveitando a Selic elevada para manter seu rendimento acima de 1% ao mês. Os títulos Tesouro Selic atualmente disponíveis para compra no Tesouro Direto não contam com dados de rendimento acumulado no ano, mas o desempenho do CDI já dá uma boa ideia do retorno dessas aplicações no semestre.
O enfraquecimento do dólar ao longo do primeiro semestre foi global – a moeda americana se desvalorizou mesmo ante outras moedas fortes.
Simultaneamente, o controle inflacionário e a melhora das perspectivas econômicas e fiscais no Brasil também fortaleceram o real, levando o dólar a fechar o semestre cotado na faixa de R$ 4,80, ante um preço na faixa dos R$ 5,20 no início do ano.
A queda da moeda americana em relação ao real também afetou o desempenho do ouro em reais. Como o metal precioso é cotado em dólar, sua valorização no mercado internacional não foi suficiente para compensar a desvalorização da moeda americana em relação à brasileira.
Os investidores globais por ora têm "sentimentos mistos" em relação à economia americana. Por um lado, o Federal Reserve, banco central dos Estados Unidos, fez uma pausa na alta dos juros, com a melhora dos dados de inflação no país, mas prevê duas novas elevações ainda para este ano.
Por outro, há um temor de recessão pairando no ar, o que contribui para fortalecer o ouro globalmente, ao mesmo tempo em que deixa pouco espaço para os juros subirem muito mais, o que ajuda a enfraquecer um pouco o dólar.
Apesar desse cenário de incerteza no exterior, o simples fato de o Fed ter reduzido o ritmo na alta de juros e a inflação americana ter aliviado um pouco já ajudaram a impulsionar o bitcoin no primeiro semestre.
A valorização deste ano é, de fato, uma recuperação parcial, após uma queda de quase 70% no ano passado. Agora, a criptomoeda termina o semestre cotada acima do "patamar psicológico" de US$ 30 mil.
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