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O protocolo paga 25 WLD — o equivalente a aproximadamente R$ 300 — para registrar a íris do usuário em blockchain e liberar o uso da identidade digital
Junte uma febre com a outra e você terá… Calma, não estamos falando de doença, mas do burburinho que tomou conta do mercado de criptomoedas esta semana com o lançamento do Worldcoin (WLD), um token criado por um dos fundadores e CEO da OpenAI, desenvolvedora do ChatGPT.
A criptomoeda criada por Sam Altman, CEO da OpenAI, nada mais é do que uma espécie de token de segurança. O WLD pretende ser um protocolo de proof-of-personhood (PoP, ou prova de identidade).
Em outras palavras, a rede Worldcoin pretende criar uma identidade digital reconhecida internacionalmente. Seria possível “verificar se uma pessoa é humana de modo totalmente online”, de acordo com os desenvolvedores.
Essa junção do universo cripto com o furor envolvendo a Inteligência Artificial (IA) não poderia gerar nada mais a não ser uma valorização de quase 80% no dia da estreia e uma alta de 30% em relação aos menores patamares de preço. O token WLD custa US$ 2,15 (R$ 10,12), segundo o Cryptorank.io.
O frenesi gerado pelo lançamento dessa criptomoeda levantou suspeitas sobre a confiabilidade do sistema.
Apesar da rede Worldcoin contar com a tecnologia blockchain — a mesma que garante a transparência e segurança de redes como a do bitcoin (BTC) e demais ativos digitais —, o armazenamento das informações do World ID (o sistema de identidade digital) chamou a atenção dos reguladores franceses.
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Isso porque, para garantir uma “prova de identidade” confiável, os desenvolvedores do Worldcoin criaram diversas estações ao redor do mundo para escanear a retina dos usuários. Formaram-se filas gigantescas em frente às “bolas scanner”.
O protocolo paga 25 WLD — o equivalente a aproximadamente R$ 300 — para registrar a íris do usuário em blockchain e liberar o uso da identidade digital. Os desenvolvedores afirmam que as informações coletadas são apagadas em seguida.
A Comissão Nacional de Informática e Liberdade (CNIL), agência estatal francesa, emitiu uma nota nesta sexta-feira (28) sobre os perigos da Worldcoin. O órgão informou que a legalidade da coleta de dados biométricos "parece questionável".
No Reino Unido, o órgão que regula a proteção de dados da população também está de olho no WLD.
"Faremos mais investigações sobre o lançamento do Worldcoin no Reino Unido", disse um porta-voz do Information Commissioner's Office à Reuters na última quinta-feira (27).
Já no Brasil, existem três pontos de verificação de identidade, todos em São Paulo:
Os problemas envolvendo a segurança do Worldcoin não foram confirmados tampouco refutados pelos desenvolvedores e órgãos fiscalizadores.
E vale lembrar que o mundo ainda engatinha no sentido de criar uma regulação específica para o mercado de criptomoedas. Entretanto, já existe uma extensa literatura sobre a proteção de dados, o que pode colocar o WLD em maus lençóis.
É preciso ressaltar também que o protocolo pode não ser tão seguro quanto se imagina e o vazamento de informações de biometria pode ser extremamente danoso.
Aqueles que querem investir no token WLD sem necessariamente precisar criar uma conta, podem comprar a criptomoeda nas principais corretoras do planeta, como Binance, Coinbase e, no Brasil, Mercado Bitcoin (MB).
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