Petrobras (PETR4) aprova dividendos, Alpargatas (ALPA4) é rebaixada e a nova operação do Magalu (MGLU3); confira os destaques do dia
A Era do petróleo nas alturas e de produção recorde da Petrobras (PETR4) deixou os investidores acostumados a ter uma bolada bilionária repartida entre os acionistas de forma mais frequente do que o usual para a estatal. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Com o período de bonança ainda fresco na memória, não […]

A Era do petróleo nas alturas e de produção recorde da Petrobras (PETR4) deixou os investidores acostumados a ter uma bolada bilionária repartida entre os acionistas de forma mais frequente do que o usual para a estatal.
Com o período de bonança ainda fresco na memória, não é por acaso a aversão que a chegada do novo governo causou aos investidores da petroleira.
Isso porque a gestão Lula e os executivos enviados para a diretoria da estatal nunca esconderam o desejo de deixar os dias das distribuições de dividendos bilionários no passado, como forma de compensar os ajustes menos agressivos no preço dos combustíveis e também reinvestir o dinheiro conquistado.
A perspectiva de tempos de vacas magras na distribuição de proventos fez com que muitos abandonassem o barco da petroleira. Afinal, para quem estava acostumado com bilhões na conta, a repartição mínima obrigatória não parecia mais tão atrativa.
No início do ano, a incerteza sobre a distribuição dos dividendos relativos ao primeiro trimestre de 2023 fez com que os acionistas tivessem a confirmação do seu maior temor. Mas parece que, pelo menos por ora, não há nada com o que se preocupar.
Algumas horas antes da divulgação do seu balanço do primeiro trimestre, a estatal confirmou que irá sim distribuir a bolada de mais de R$ 24 bilhões relativos aos três primeiros meses do ano.
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A futura política de distribuição de proventos ainda é uma incerteza, mas a nuvem carregada que pairava sobre as ações PETR4 e PETR3 se dissipou ao longo da tarde.
Em um dia de cautela em Nova York, a notícia foi o combustível para levar o Ibovespa a encerrar a sessão em alta de 0,75%, aos 108.256 pontos. De olho no fluxo de capital, o dólar à vista terminou as negociações a R$ 4,9367, em queda de 0,27%.
Veja tudo o que movimentou os mercados nesta quinta-feira, incluindo os principais destaques do noticiário corporativo e as ações com o melhor e o pior desempenho do Ibovespa.
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(DES)CALÇA
Alpargatas (ALPA4) perde o passo e Citi corta preço-alvo da ação; vale a pena calçar Havaianas na bolsa agora? Desde que o banco iniciou a cobertura dos papéis, a empresa registrou quatro trimestres seguidos de perdas.
DINHEIRO NA MÃO
Magazine Luiza (MGLU3) vende “balcão” e participação em seguradora; operação pode engordar caixa em mais de R$ 1 bilhão. Em relatório, o JP Morgan diz ver a transação com bons olhos, mas afirma que os termos finais poderiam ter sido melhores para a varejista.
DESTAQUE PÓS-BALANÇO
Grupo Mateus (GMAT3) deixa Assaí (ASAI3) e Carrefour (CRFB3) comendo poeira e ações disparam após resultado do 1º trimestre. Apesar de o processo de expansão da companhia ser mais lento que o das demais empresas do setor, foram abertas 20 novas lojas nos últimos 12 meses.
BAQUE DUPLO
Fundo imobiliário perde inquilino e ainda deixa de lucrar com venda de imóvel após comprador retirar proposta. O FII Hedge Office Income (HOFC11) havia recebido em março uma proposta para venda do Edifício Alameda, um dos imóveis do portfólio, por R$ 42,17 milhões.
NÃO É SÓ A PETROBRAS
Esta outra petroleira levou o título de queridinha dos analistas e está entre as mais recomendadas para quem quer ter chance de lucrar antes do fim do mês. Clique aqui e veja a lista completa com as ações preferidas para maio.
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