O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Por mais que as pessoas estejam voltando ao ritmo de trabalho após a pausa para o Carnaval e as negociações da bolsa ainda apresentem volume mais reduzido, ninguém pode negar que o dia da B3 foi, no mínimo, agitado.
Não estamos falando exatamente de um infindável fluxo de notícias ou grandes reviravoltas corporativas, mas sim de uma grande volatilidade que, no fim do dia, não passava de uma reação mais emocionada dos investidores.
O Ibovespa encerrou o dia em alta de 0,41%, aos 107.592 pontos, mas chegou a subir mais de 1,4% na máxima da sessão e cair 0,40% na mínima. O dólar à vista também passou por grande instabilidade — indo de R$ 5,1757 para R$ 5,1376, até fechar com um recuo de 0,64%, a R$ 5,1356.
A movimentação brusca, no entanto, não foi exclusividade brasileira. Em Wall Street, os investidores também pareceram confusos — uma hora pensando no risco da alta dos juros e, no momento seguinte, entusiasmados com os dados melhores do que o esperado da economia e do setor de tecnologia.
Não dá para deixar de mencionar que, quando a bolsa brasileira operava com leves ganhos, foi a Petrobras (PETR4) e a forte alta do petróleo que ajudaram a sustentar o apetite por compras.
Nem mesmo a confirmação de um caso da doença da vaca louca no país e a suspensão temporária da exportação de carne bovina para a China minou o resultado final. Muito pelo contrário. Empresas de proteínas terminaram o dia entre as maiores altas, mostrando que o mercado financeiro está confiante na gestão de crise que será adotada pelas companhias.
Leia Também
Veja tudo o que movimentou os mercados nesta quinta-feira, incluindo os principais destaques do noticiário corporativo e as ações com o melhor e o pior desempenho do Ibovespa.
EXPANSÃO BRASILEIRA
O Mercado Livre (MELI34) avança no Brasil, e nem precisa da crise na Americanas: receitas no país saltam 28% no 4T22. Em bases cambiais neutras, o avanço da receita líquida da empresa teria sido ainda maior, de 36% em termos anuais.
QUEM DÁ MAIS?
Corrida pelo “petróleo branco” envolve a Tesla de Elon Musk e disputa por reservas. O bilionário estaria interessado em ser mais independente de empresas fornecedoras de lítio, como a Vale (VALE3), que hoje vende para a fabricante de carros elétricos.
ABRA SEU MUNDO
Te cuida, Lemann? Bill Gates avança sobre a Heineken e acirra disputa global das cervejarias; entenda o negócio. Essa não é a primeira incursão do bilionário no mundo das bebidas. Em 2007, ele comprou uma participação avaliada em US$ 392 milhões na mexicana Femsa.
MONEY TIMES
Americanas (AMER3): CVM investigará se política de bônus a executivos estimulou fraudes. Atrelar remuneração aos resultados é uma prática consagrada no modelo de gestão difundido pelos antigos controladores e atuais acionistas de referência da varejista.
ESCALOU SATAN
Putin não está para brincadeira: Rússia coloca mísseis a postos na véspera do aniversário da guerra. Presidente russo comemora o dia do “Defensor da Pátria” com um discurso duro, no qual reforça a supremacia do país e detalha planos militares.
Cerveja alemã passa a ser produzida no Brasil, mas mantém a tradição
Reinvestir os dividendos recebidos pode dobrar o seu patrimônio ao longo do tempo. Mas cuidado, essa estratégia não serve para qualquer empresa
Antes de sair reinvestindo dividendos de qualquer ação, é importante esclarecer que a estratégia de reinvestimento só deve ser aplicada em teses com boas perspectivas de retorno
Saiba como analisar as classificações de risco das agências de rating diante de tantas empresas em dificuldades e fazer as melhores escolhas com o seu dinheiro
Em meio a ruídos geopolíticos e fiscais, uma provocação: e se o maior risco ainda nem estiver no radar do mercado?
A fintech Nubank tem desenvolvido sua operação de telefonia, que já está aparecendo nos números do setor; entenda também o que esperar dos mercados hoje, após o anúncio de cessar-fogo na guerra do Oriente Médio
Sem previsibilidade na economia, é difícil saber quais os próximos passos do Banco Central, que mal começou um ciclo de cortes da Selic
Há risco de pressão adicional sobre as contas públicas brasileiras, aumento das expectativas de inflação e maior dificuldade no cumprimento das metas fiscais
O TRX Real Estate (TRXF11) é o FII de destaque para investir em abril; veja por que a diversificação deste fundo de tijolo é o seu grande trunfo
Por que uma cultura organizacional forte é um ativo de longo prazo — para empresas e carreiras
Axia Energia (AXIA6) e Copel (CPLE3) disputam o topo do pódio das mais citadas por bancos e corretoras; entenda quais as vantagens de ter esses papéis na carteira
Com inflação no radar e guerra no pano de fundo, veja como os próximos dados do mercado de trabalho podem influenciar o rumo da Selic
A fabricante de sementes está saindo de uma fase de expansão intensa para aumentar a rentabilidade do seu negócio. Confira os planos da companhia
Entenda como o prolongamento da guerra pode alterar de forma permanente os mercados, e o que mais deve afetar a bolsa de valores hoje
Curiosamente, EUA e Israel enfrentam ciclos eleitorais neste ano, mas o impacto político do conflito se manifesta de forma bastante distinta
O Brasil pode voltar a aumentar os juros ou viver um ciclo de cortes menor do que o esperado? Veja o que pode acontecer com a taxa Selic daqui para a frente
Quedas recentes nas ações de construtoras abriram oportunidades de entrada nas ações; veja quais são as escolhas nesse mercado
Uma mudança de vida com R$ 1.500 na conta, os R$ 1.500 que não compram uma barra de chocolate e os destaques da semana no Seu Dinheiro Lifestyle
A Equatorial decepcionou quem estava comprado na ação para receber dividendos. No entanto, segundo Ruy Hungria, a força da companhia é outra; confira
Diferente de boa parte das companhias do setor, que se aproveitam dos resultados estáveis para distribui-los aos acionistas, a Equatorial sempre teve outra vocação: reter lucros para financiar aquisições e continuar crescendo a taxas elevadíssimas