O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Processo de busca por investidores para a CBA é liderado pelo BTG Pactual e o resultado deve ser conhecido ainda esta semana
A estreia da Companhia Brasileira de Alumínio (CBAV3) na bolsa ainda nem fez aniversário, mas a indústria controlada pela Votorantim já vê espaço para uma nova - e bilionária - oferta de ações.
Em julho do ano passado, a CBA chegou à B3 valendo R$ 1,6 bilhão. Do IPO até a última sexta-feira, CBAV3 subiu 67,5%, passando de R$ 11,20 a R$ 19,93.
Agora a CBA quer levantar R$ 1,35 bilhão em uma oferta secundária com esforços restritos regida pela instrução 476 da Comissão de Valores Mobiliários (CVM).
Inicialmente, as instituições financeiras envolvidas na transação tentarão colocar 34 milhões de novas ações no Brasil e no exterior. Por si só, a intenção inicial já parece ambiciosa, podendo alcançar R$ 677 milhões.
Se houver demanda, porém, a oferta pode simplesmente dobrar de tamanho por meio de lotes adicionais, atingindo assim a marca de R$ 1,35 bilhão.
A busca por investidores será liderada pelo BTG Pactual. Também atuarão na oferta o Bank of America Merrill Lynch, o Bradesco BBI, o UBS Brasil, o Citigroup, o Itaú BBA e o banco JP Morgan.
Leia Também
De acordo com o cronograma divulgado pela CBA no fim da noite de domingo, o resultado da oferta será conhecido ainda esta semana.
A busca por interessados deve ser encerrada na quarta-feira. Em seguida, a oferta será precificada e as ações poderão começar a ser transacionadas pelos investidores institucionais já na sexta-feira.
Os participantes estarão sujeitos a um lock-up de 180 dias e, segundo a CBA, não haverá diluição para os atuais acionistas nem a capitalização da companhia será afetada.
Na reunião realizada ontem, o conselho de administração da CBA decidiu-se por uma oferta restrita sob a instrução 476 da CVM.
A Instrução CVM 476, em tese, simplifica a realização um IPO. Ela isenta a empresa de registrar a oferta e contorna a necessidade de análise pela CVM. A empresa também é dispensada da apresentação de prospecto.
Em contrapartida, a instrução obriga os coordenadores da oferta a empenharem esforços restritos a investidores profissionais — aqueles que têm quantia de R$ 10 milhões ou mais comprovadamente investida em mercados financeiros.
Ou seja, a CVM considera que o investidor profissional é crescidinho o bastante para entender os riscos da oferta e que cabe a ele o ônus de decidir se vai entrar ou não no negócio.
Epic Games, empresa criadora do Fortnite, faz corte brutal na equipe e coloca a culpa no principal game da casa
O balanço da companhia foi aprovado sem ressalvas pela auditoria da KPMG; no entanto, houve o registro de uma “incerteza relevante relacionada com a continuidade operacional da companhia”.
Regulador cita fragilidade financeira e irregularidades; grupo já estava no radar de investigações
Data de corte se aproxima enquanto caixa turbinado muda o jogo para quem pensa em investir na ação da farmacêutica
Projeções de proventos ganham fôlego com revisão do banco; veja o que muda para o investidor
Nova estrutura separa operações e cria uma “máquina” dedicada a um dos segmentos mais promissores do grupo; veja o que muda na prática
A JBS ainda considera que o cenário de oferta de gado nos EUA seguirá difícil em 2026, com o boi se mantendo caro para os frigoríficos devido à baixa no ciclo pecuário
No entanto, enquanto ela olhava para dentro de seu negócio, as concorrentes se movimentavam. Agora, ela precisará correr se quiser se manter como uma competidora relevante no jogo do varejo brasileiro
Em participação no Imersão Money Times, em parceria com a Global X, Caio Gomes, diretor de IA e dados do Magalu, explica quais foram as estratégias para adoção da tecnologia na varejista
Após a recuperação judicial nos Estados Unidos, quase fusão com a Azul e OPA, a companhia vai voar para longe da bolsa
Com papéis na casa dos centavos, varejista tem prazo para reagir; saída de presidente do conselho adiciona pressão
Após reduzir alavancagem, varejista busca agora melhorar a qualidade do funding; entenda
A Americanas estava em recuperação judicial desde a revelação de uma fraude bilionária em 2023, que provocou forte crise financeira e de credibilidade na companhia. Desde então, a empresa fechou lojas, reduziu custos e vendeu ativos
Companhia propõe cortar piso de distribuição para 1% do lucro e abre espaço para reter caixa; investidor pode pedir reembolso das ações
Pagamento anunciado pelo banco será realizado ainda em 2026 e entra na conta dos dividendos obrigatórios
Após tombo de mais de 90% desde o IPO, banco vê espaço adicional de queda mesmo com papel aparentemente “barato” na bolsa; entenda
Apesar de sinalizar uma possível virada operacional e reacender o otimismo do mercado, a Hapvida (HAPV3) ainda enfrenta ceticismo do Citi, que reduziu o preço-alvo das ações
Com o aumento dos investimentos, as margens continuam comprimidas, então o retorno para acionistas não deve vir no curto prazo, acredita o banco. Entrada no segmento farmacêutico também deve ser gradual, com projeto piloto lançado ainda neste ano
Banco vê espaço para revisões positivas de lucro, impulsionadas por minério mais caro, disciplina de capital e resiliência da demanda chinesa
Apple lança update com foco em segurança, entretenimento e acessibilidade, em sintonia com discussões como a Lei Felca