O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
No podcast Touros e Ursos desta semana, discutimos o fim de algumas eras: do ciclo de aperto de juros no Brasil, do crescimento econômico americano e da existência da Eletrobras como estatal
Eu sempre tive certo fascínio pela temática do fim do mundo, seja pela ótica do Juízo Final propriamente dito, seja pelas narrativas pós-apocalípticas, que retratam “o fim do mundo como o conhecemos” para dar início a uma nova era - na cultura popular, normalmente uma distopia.
Não é exclusividade minha, lógico. Não faltam canções, livros, filmes e narrativas religiosas que contemplem a questão. Deve ser porque, mais do que pensar na própria morte, refletir sobre o fim de tudo nos leva coletivamente a separar o ruído daquilo que é realmente importante.
Se o mundo acabasse agora, estaríamos satisfeitos com a vida que levamos? Teríamos arrependimentos? O que faríamos para dar um bom ponto final antes de tudo voar pelos ares? Estaríamos todos no mesmo barco e pensando a respeito.
É interessante, aliás, como a palavra “apocalipse”, cuja acepção original tem a ver com revelação ou descoberta, foi associada, popularmente, ao fim dos tempos. O término de um ciclo pode ser assustador, mas é também revelador de algumas verdades, belas ou duras. Mas também pode ser o início de outro, melhor, pior ou apenas diferente.
A pandemia de covid-19 teve um pouco esse efeito na humanidade. Foi o tipo de evento capaz de traumatizar toda uma geração e certamente ainda sentiremos as suas consequências por muito tempo.
Agora, é a era dos juros baixíssimos e do dinheiro barato - decorrente da pandemia, aliás - que chega ao fim, nos países desenvolvidos. Nos Estados Unidos, o “apocalipse”, a revelação das verdades após os exageros, pode inclusive vir no formato de uma assustadora recessão.
Leia Também
Aqui no Brasil, já passamos pelo fim da era do juro baixo com um duro aperto monetário, e agora nos deparamos com outro tipo de fim: o possível término do ciclo de alta na taxa Selic.
Na semana que vem, o Banco Central brasileiro talvez faça seu último ajuste nos juros, inaugurando uma era de taxas elevadas, porém estáveis, crescimento baixo e inflação ainda alta, porém em desaceleração. Um cenário ainda bastante incômodo para qualquer economia.
No podcast Touros e Ursos desta semana, eu, Victor Aguiar e Vinícius Pinheiro discutimos se realmente o fim da alta da Selic está próximo, o que esperar para os investimentos a partir daí e o que poderia dar errado para impedir que o BC pare de aumentar os juros.
E na escolha dos touros e ursos da semana, outro ciclo que termina: a Eletrobras, depois de percorrer um longo caminho, finalmente deixou de ser estatal, iniciando uma nova fase na bolsa, agora como empresa privada.
Para ouvir, basta apertar o play no tocador abaixo!
Em evento do BTG Pactual, o chairman e sócio sênior do banco indicou quais os melhores ativos para investir neste ano; confira
Durante evento do BTG Pactual, Marco Freire afirmou que a inteligência artificial deve transformar empregos e investimentos no longo prazo, mas descarta ruptura imediata
Após DNA negativo, defesa recorre à tese em disputa bilionária pela herança de João Carlos Di Genio; veja os detalhes
Penalidade é aplicada automaticamente e pode chegar ao valor de R$ 1.467,35
Ao contrário: em um ano de juros muito altos, avanço machuca bastante o varejo e a indústria de transformação, disse economista-chefe do BTG.
Prazo termina hoje para concorrer a uma das 60 vagas com remuneração equivalente a cerca de 14 salários mínimos
Estudo do LinkedIn aponta competências técnicas e comportamentais em alta, destacando IA, gestão de projetos e comunicação estratégica em diferentes áreas
Aeronaves ficam isentas; 25% das vendas ao país terão taxa de 10%
Há processos e investigações envolvendo a Ambipar, Banco de Santa Catarina, Reag Investimentos, Reag Trust e outras empresas conectadas ao caso
Enquanto a Lotofácil tem vencedores praticamente todos os dias, a Mega-Sena pagou o prêmio principal apenas uma vez este ano desde a Mega da Virada.
Cidade do interior de Minas Gerais ficou conhecida por ser o ‘Vale da Eletrônica’ no Brasil
Autores de um novo estudo dizem que as bulas das estatinas deveriam ser alteradas para refletir a conclusão
Expectativa com o lançamento do GTA 6 reacende debate sobre reprecificação no mercado de games; produtora ainda não divulgou o preço oficial.
Confira como os rendimentos variam entre os estados e onde estão as melhores e piores remunerações do país
Lotofácil não foi a única loteria a ter ganhadores na segunda-feira, mas foi a que deixou os sortudos mais próximos da marca de R$ 1 milhão.
Ranking avalia desempenho ajustado ao risco em três anos e mostra preferência crescente do investidor por estratégias mais previsíveis
Certame oferece oportunidades para níveis fundamental, médio e superior; provas estão previstas para abril
Crianças da Lapônia, região situada no Círculo Polar Ártico, salvam a língua sámi de Inari da extinção
Bolada da Mega-Sena que será sorteada nesta terça-feira (24) teria potencial de gerar ganhos milionários mesmo em investimentos conservadores
Mpox registrou 1.056 casos confirmados e dois óbitos relacionados à doença no Brasil em 2025