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Com sede em Miami, a Bit5ive é uma dos pioneiras a apostar no retorno com a mineração de bitcoin; plano é trazer fundo para o Brasil
A criação do mercado de criptomoedas também deu origem a todo um universo de novos investimentos. Agora, a empresa norte-americana Bit5ive lançou um novo tipo de fundo que dá exposição a uma atividade essencial para as moedas digitais: a mineração de bitcoin (BTC).
Esse método sustenta a blockchain das criptomoedas e insere novos tokens (moedas) na rede — você pode ler mais sobre mineração aqui. Mas, por se tratar de uma atividade que precisa de muita energia elétrica e máquinas (os chamados RIGs) especiais — e caras —, minerar um bitcoin (BTC) em casa deixou de ser uma atividade rentável como era nos primórdios da rede.
Por isso, a Bit5ive pretende disponibilizar um fundo de investimento tanto para investidores institucionais quanto para indivíduos que darão exposição a essa atividade.
Com sede em Miami, a empresa é especializada na criação de toda a infraestrutura para a mineração de bitcoin e possui data centers espalhados pelos Estados Unidos, que se tornou a “Meca” da produção da criptomoeda depois que a atividade foi banida na China.
Por enquanto, o fundo só está disponível no mercado norte-americano, mas existem planos de expandir as operações para o Brasil e lançar um “fundo espelho” no país.
As responsáveis pela distribuição do fundo são duas brasileiras: as irmãs Bruna e Paula Maccari, que conversaram com a reportagem do Seu Dinheiro durante passagem pelo Brasil.
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Um dos principais trunfos da Bit5ive é capacidade de minerar bitcoins a um custo mais baixo, conta a diretora. Por operar em grande escala, a empresa consegue comprar os computadores com grande poder de processamento necessários para a atividade a preços menores do que um investidor com planos de atuar por conta própria.
A Bit5ive também fechou contratos de longo prazo para reduzir os custos de energia — outro grande entrave da mineração — nos locais onde instalou suas “fazendas”. Com um detalhe: a energia usada no processamento dos data centers vem de fontes de energia limpa, de acordo com a executiva.
O lucro da atividade de mineração de bitcoin vem basicamente da diferença entre o custo da mineração e o da venda. Quanto menor o custo de “extração”, portanto, maior a margem potencial do investimento.
Nas estimativas da Bit5ive, o custo operacional da companhia é de cerca da metade da média da indústria.
Por se tratar de comprar um bitcoin na “emissão”, por assim dizer, o investidor de mineração também não arca com custos de transação.
Além disso, no longo prazo, o investimento na emissão de BTC coloca ainda mais tokens na mão do investidor. Em uma das projeções feitas na apresentação do fundo, no período de três anos é possível receber até 42% mais bitcoins com mineração do que na compra da criptomoeda à vista.
O fundo de mineração da Bit5ive é um dos pioneiros do mercado. O investidor que queira se posicionar na atividade usando o mercado de capitais hoje tem como opção comprar diretamente ações de mineradoras listadas ou ETF — fundo de índice, em inglês — lá fora.
Antes do fundo, a Bit5ive já oferecia a possibilidade de um investidor ter uma ou mais máquinas instaladas em um dos data centers da companhia. Agora, a empresa se propõe a fazer todo o trabalho, incluindo a hora de vender os bitcoins e embolsar os lucros.
O Bit5ive Mining Fund cobra taxa de administração de 2,5% ao ano para o investidor de varejo nos EUA, com performance de 25%.
O fundo mira uma taxa interna de retorno (TIR) de até 40%, mas a rentabilidade poderá ser ainda maior dependendo das cotações da principal criptomoeda do mercado.
O fundo tem duração de três anos — com carência de 12 meses para o resgate. Mas a estrutura criada prevê o pagamento de dividendos semestrais de 5% aos investidores.
A recente queda nas cotações das criptomoedas fez o mercado como um todo esfriar, inclusive a mineração das moedas digitais.
De acordo com dados da Blockchain.com, houve uma queda acentuada na receita dos mineradores entre o final de 2021 e início de 2022.
Mas a perspectiva de retomada do mercado nos próximos meses e a maior adoção do próprio bitcoin dão ânimo ao setor. Na última semana de julho, a receita dos mineradores saltou 15,53% de acordo com dados do Arcane Research.
Apesar da forte queda em relação às máximas, as cotações do bitcoin seguem acima do “breakeven” do fundo, segundo a diretora da Bit5ive. Isso porque o preço menor também diminuiu os custos com a aquisição de novas máquinas, o que, para ela, torna o momento atual ótimo para se investir.
“Acreditamos que as criptomoedas têm um futuro brilhante e continuarão a desempenhar um papel importante como reserva de valor, por isso estamos empolgados em fornecer aos investidores novas maneiras de ganhar exposição”, afirma.
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