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Analista explica o contexto do criptomercado frente aos desafios econômicos ao redor do mundo
Na semana passada, o Bitcoin (BTC) atingiu sua máxima histórica, chegando aos US$ 66 mil, puxando inúmeras altcoins. Em meio ao bull market de criptomoedas, Valter Rebelo, analista desse segmento na Empiricus, faz uma breve análise a respeito do cenário econômico e a relação com o mercado de criptoativos.
As criptomoedas atualizaram o conceito de dinheiro e de tecnologia. O termo “tecnologia”, quando partido em dois, representa a união de Tekhno e Logus, o “estudo do método”. O dinheiro, por sua vez, é uma tecnologia social, uma forma de contabilizar, transmitir e armazenar valor entre todos os membros que lhe dão credibilidade para comprar e vender bens e serviços que possibilitam nosso modo de vida.
Todas essas trocas acontecem em mercados, seja de produtos ou serviços e esses mercados têm participantes em comum: indivíduos, famílias e empresas. Eles são regulados pelo governo e pagam taxas para que o mesmo, utopicamente, implemente melhorias na nação em forma de infraestruturas.
Indivíduos, famílias e negócios também participam de um mercado em particular, que é o coração da economia e que permite o crescimento econômico: o mercado de crédito. Este é constituído por bancos e instituições financeiras de crédito, que fazem serviços financeiros e principalmente movimentações e transações feitas por seus depositários.
Para liquidar essas transações, é comum os bancos pegarem empréstimos no pós-expediente com os demais bancos comerciais pelas câmaras de compensação. Os juros pagos nos empréstimos são de curto prazo e são influenciados pela política monetária do Banco Central.
Os Bancos Centrais, por sua vez, têm dois objetivos principais: fomentar a estabilidade e o pleno emprego, através de políticas monetárias. Em um contexto onde os juros estão historicamente baixos, como é o caso dos Estados Unidos, próximo de 0%, o Fed (Federal Reserve) passou a aplicar uma política não convencional, a Quantitative Easing (QE).
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É comum que o Fed compre e venda títulos do Tesouro (Treasure) de bancos comerciais, injetando ou retraindo capital da economia, no que é chamado de operações de mercado aberto (ou open market operations). A diferença do QE para as operações se dá na maior diversidade de títulos de dívidas comprados pelo Fed e em termos de maturidade e emissores da dívida, bem como a magnitude dessas compras. Ao comprar títulos de maturidade diferentes, o Fed infla os preços desses ativos, reduzindo o rendimento de cada maturidade e assim diminuindo os juros de médio a longo prazo. Esse decaimento dos juros faz com que o crédito fique mais acessível e a economia gire mais rápido.
Negócios e famílias financiam atividades econômicas com menor custo. Outra consequência da é a inflação de preços no mercado de ações, quando o investidor passa a procurar rendimentos maiores em ativos de maior risco. Quando o BC comunica políticas acumulativas, o mercado como um todo cria expectativa positiva que o Fed irá continuar com essa mesma postura.
Com o anúncio do Fed sobre a possibilidade de começar o tapering a partir de novembro, isto é, diminuir a compra de títulos, fica evidente uma postura contracionista, uma resposta à escalada inflacionária que temos visto.
Essa trajetória de contração pode acarretar, dependendo da velocidade, em um aumento brusco dos juros e uma fuga de capitais do mercado de risco, resultando em grandes correções.
Apesar desse cenário ruim, a tese de digitalização do mundo não é afetada caso ele se manifeste, razão pela qual analistas como o Valter continuam firmes na crença de uma economia cada vez mais virtual e autônoma como visto na área de cripto.
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