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Larissa Vitória

Larissa Vitória

É repórter do Seu Dinheiro. Formada em jornalismo na Universidade de São Paulo (ECA-USP), já passou pelo portal SpaceMoney e pelo departamento de imprensa do Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT).

Gigante do petróleo

Por que a Chevron prefere pagar dividendos a investir em energia solar e eólica

Apesar de não enxergar potencial em duas das escolhas mais óbvias quando se trata de energia renovável, a companhia está de olho em outras alternativas verdes

Larissa Vitória
Larissa Vitória
16 de setembro de 2021
15:50 - atualizado às 16:45
Posto da Chevron
A Chevron é uma das grandes empresas mundiais do ramo energético, especialmente de petróleo. - Imagem: Divulgação

Com os efeitos das mudanças climáticas cada vez mais visíveis ao redor do globo, a agenda ESG (da sigla em inglês para boas práticas ambientais, sociais e de governança) ganha cada vez mais importância dentro das empresas.

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Além da consciência ambiental, a preocupação com o bolso também leva os executivos a adotarem as “medidas verdes”. Afinal, com investidores olhando atentamente e governos incentivando cada vez mais o uso de fontes sustentáveis de energia, quem não acompanha as mudanças pode acabar ficando para trás.

Por isso, os investidores podem estranhar as declarações de Mike Wirth, CEO da Chevron (CHVX34) - que, segundo uma análise do Instituto de Responsabilidade Climática, está em segundo lugar entre as 20 empresas que mais emitiram dióxido de carbono (CO2) nas últimas cinco décadas -, indicando que a companhia não pretende investir em geração de energia solar e eólica.

Em entrevista à CNBC na última quarta-feira (15), o executivo explicou que a negativa está relacionada ao potencial de geração de valor para seus acionistas. “Essas já são tecnologias relativamente maduras, há bastante capital disponível e os retornos em energia eólica e solar estão, na verdade, sendo reduzidos”, afirmou.

Levando em conta esse cenário, a gigante do petróleo opta por, ao invés de destinar capital às tecnologias, devolver o valor a seus acionistas e “deixar que eles plantem árvores, invistam em empreendimentos de energia eólica e solar e tenham o direito de fazer isso com dividendos crescentes vindos da nossa companhia”, completa Wirth.

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Chevron foca em gás natural e hidrogênio

Mas, apesar de não enxergar potencial em duas das escolhas mais óbvias quando se trata de energia renovável, a Chevron não ignora a questão ambiental e anunciou, na última terça-feira (14), que vai triplicar seus investimentos em redução de emissões de CO2 e geração de energia com baixo teor de carbono.

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Cerca de US$ 10 bilhões em recursos estão previstos até 2028 para que a petroleira atinja suas metas de novos negócios energéticos, incluindo a expansão da capacidade de geração com gás natural e outras fontes renováveis. 

Além disso, a Chevron também planeja aumentar sua capacidade de produção de hidrogênio para uso industrial, energético e de transporte. “Eu acredito que o hidrogênio verde desempenhará um grande papel [na transição energética]”, cravou Wirth.

A empresa também vai aumentar seus esforços na captura e redução de emissões de carbono. Contudo, a Chevron não se comprometeu, como seus pares do setor, a neutralizar suas emissões de carbono até 2050.

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*Com informações da CNBC

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