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Estadão Conteúdo
Reformas

‘Vamos limpar a pauta, destravando o horizonte de investimentos’, diz Paulo Guedes

Ministro prometeu que o governo não irá aumentar impostos e reforçou que a atividade está se recuperando em ‘V’

25 de janeiro de 2021
16:23
Paulo Guedes, ministro da Economia
Imagem: Anderson Riedel/PR

O ministro da Economia, Paulo Guedes, cobrou nesta segunda, 25, que as pautas de votação no Congresso sejam destravadas. "Uma série de medidas que foram aprovadas pelo Senado estão paradas na Câmara dos Deputados. E uma série de medidas que foram aprovadas na Câmara estão paradas no Senado. Então é preciso limpar a pauta logo na volta do Congresso, destravando o horizonte de investimentos. Isso é crítico e está na nossa frente", completou.

Guedes defendeu o projeto de transformação da economia brasileira em direção a uma economia de mercado, enfatizando a necessidade de acelerar as privatizações e simplificar e reduzir a tributação. "Vamos limpar a pauta. Já está lá todo o destravamento para a nossa retomada. Temos o desafio de transformar a recuperação cíclica baseada em consumo em uma retomada sustentável baseada em investimentos", acrescentou.

Mais uma vez, o ministro prometeu que o governo não irá aumentar impostos. "Houve uma tentativa de aumento de impostos em São Paulo. Nós não aprovamos. Uma das razões para atrasarmos a reforma tributária é não concordarmos com aumento de impostos. Queremos simplificar e reduzir impostos e essa pauta foi travada. Esperamos retomar essa agenda porque o Congresso é reformista".

Guedes repetiu que a economia brasileira estava começando a decolar quando foi atingida pela pandemia e reforçou que a atividade está se recuperando em "V", com o PIB ligeiramente acima do que estava antes da pandemia na maioria dos setores.

"Em 2020 tivemos recessão maior que as últimas e acredito que nessa semana teremos confirmação de que encerramos o ano perdendo zero emprego. Criamos alguns empregos formais no ano da pior recessão da história brasileira - que veio de fora", projetou. "A economia voltou em 'V' e está de novo à espera das reformas", completou.

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