🔴 ONDE INVESTIR 2026: ESTRATÉGIAS DE ALOCAÇÃO, AÇÕES, DIVIDENDOS, RENDA FIXA, FIIS e CRIPTO – ASSISTA AGORA

Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
Julia Wiltgen

Julia Wiltgen

Jornalista formada pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) com pós-graduação em Finanças Corporativas e Investment Banking pela Fundação Instituto de Administração (FIA). Trabalhou com produção de reportagem na TV Globo e foi editora de finanças pessoais de Exame.com, na Editora Abril. Hoje é editora-chefe do Seu Dinheiro.

Atento aos sinais

Como interpretar o troca-troca no governo Bolsonaro e quais seus possíveis efeitos nos mercados e na economia

Tentativa de autogolpe? Harmonia com o Centrão? Ameaça ao combate à pandemia? Governabilidade em alta e grandes chances de reformas? Cortina de fumaça? Afinal, reforma ministerial é positiva ou negativa do ponto de vista dos investimentos?

Julia Wiltgen
Julia Wiltgen
31 de março de 2021
5:30 - atualizado às 10:09
Xadrez Brasil
Imagem: Shutterstock

Os últimos dois dias foram coalhados de trocas e debandadas no governo Bolsonaro. Na segunda-feira (29), o presidente anunciou mudanças em seis ministérios; ontem, os três comandantes das Forças Armadas deixaram seus cargos.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

De maneira geral, as alterações foram bem recebidas pelo mercado. Isso porque os investidores se apegaram ao aceno ao Congresso com a demissão de Ernesto Araújo do ministério das Relações Exteriores e a ida da deputada Flávia Arruda para a Secretaria de Governo.

As demais trocas, motivadas por desavenças do presidente Jair Bolsonaro com alguns nomes da sua equipe, não chegaram a fazer preço. Mesmo assim, algumas das possíveis razões das demissões, muito relacionadas à estratégia de combate à pandemia de covid-19, talvez não devessem ser ignoradas, dada a importância da questão para a plena recuperação econômica do país.

Além disso, na tentativa de dar sentido ao que está acontecendo, começaram a pipocar narrativas, em certos casos até contraditórias, que variaram de tentativa de autogolpe por parte do presidente à formação de cortina de fumaça para desviar o foco da pandemia.

Para uns, Bolsonaro estaria fortalecido como nunca; para outros, enfraquecido e desesperado desde que o presidente Lula voltou ao páreo para 2022.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Por toda essa confusão, acho que vale contextualizar um pouco as mudanças ocorridas no governo nos últimos dias, falar sobre seus possíveis impactos para a economia e os investimentos e levantar os pontos aos quais o investidor ainda deve permanecer atento, porque ainda tem água para rolar por baixo dessa ponte.

Leia Também

Para ajudar na empreitada, eu conversei com o vice-presidente da consultoria política Arko Advice, Cristiano Noronha.

Mudanças nas Relações Exteriores e na Secretaria de Governo foram bem recebidas - e podem mesmo ser positivas

Na segunda-feira, o mercado recebeu bem a saída do então ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo. Polêmico e fortemente ligado à ala ideológica do governo, ele já vinha sendo criticado por nomes do mercado financeiro, diplomatas, empresários e parlamentares.

Pressionado pelo Congresso, Araújo pediu demissão após ter subido o tom com a senadora Kátia Abreu, o que pegou mal no Senado. Para o seu lugar foi indicado o diplomata Carlos Alberto França, considerado discreto e visto como um nome mais técnico.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A mudança foi lida pelo mercado como uma chance de melhora da imagem do Brasil no exterior, o que poderia até facilitar as negociações para a compra de vacinas e insumos para a produção de imunizantes contra o coronavírus.

Já no caso da Secretaria de Governo, a dança das cadeiras desencadeada pela demissão do ministro da Defesa, Fernando Azevedo e Silva, levou à SeGov a deputada Flávia Arruda, do PL, aliada do presidente da Câmara, Arthur Lira.

Ela entrou no lugar do general Luís Eduardo Ramos, que migrou para a chefia da Casa Civil, antes ocupada pelo general Braga Netto, nomeado novo ministro da Defesa.

Ambas as mudanças foram interpretadas pelos investidores como acenos ao Congresso e, mais especificamente, ao Centrão, com potencial de melhorar a relação entre o Executivo e o Legislativo.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

No caso da SeGov, especificamente, a troca de um militar por uma deputada, alguém que conhece a lógica do Parlamento, também facilita a relação do governo com o Congresso.

“Essas mudanças podem ser vistas como positivas [para o mercado], pois ajudando nessa relação entre os poderes, abrem uma boa perspectiva para reformas e o avanço da agenda microeconômica”, diz Cristiano Noronha, da Arko Advice.

Defesa, Forças Armadas e AGU - discordâncias em torno do combate à pandemia

Também na segunda-feira, vimos outras duas demissões que não repercutiram tanto nos mercados: a do advogado-geral da União, José Levi do Amaral, e a do ministro da Defesa, general Fernando Azevedo e Silva. Os dois entregaram seus cargos após uma série de desavenças com o presidente Jair Bolsonaro.

No caso de Levi, um dos motivos, segundo a imprensa especializada, foi a recusa em assinar o pedido que Bolsonaro fez ao Supremo Tribunal Federal (STF) contra as medidas restritivas de combate à pandemia adotadas na Bahia, no Distrito Federal e no Rio Grande do Sul.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

No lugar de Levi entrou o então ministro da Justiça, André Mendonça, que foi substituído na pasta pelo delegado da Polícia Federal, Anderson Gustavo Torres.

Já no caso de Azevedo, o ministro vinha sendo pressionado para que as Forças Armadas atuassem contra as medidas de lockdown decretadas por prefeitos e governadores, algo que Azevedo era contra, diz o jornal Folha de S. Paulo.

Sua substituição pelo general Walter Braga Netto, mais próximo de Bolsonaro, daria ao presidente um controle maior sobre os efetivos militares, sobretudo na atuação contra os lockdowns.

O presidente também queria a troca do comandante do Exército, general Edson Pujol, à qual Azevedo resistia. Pujol defendia uma postura mais independente do Exército em relação ao governo, enquanto Bolsonaro desejava um envolvimento político maior das Forças Armadas.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Segundo a coluna do jornalista Ricardo Kotscho, o motivo da demissão de Azevedo foi a falta de apoio das Forças Armadas na tentativa do presidente de decretar Estado de Sítio. O desejo de Bolsonaro seria de que os militares pressionassem o Congresso a aprovar o estado de exceção, que suspende garantias individuais e dá plenos poderes ao presidente.

Ato contínuo, ontem os três comandantes das Forças Armadas - Edson Pujol (Exército), Ilques Barbosa (Marinha) e Antônio Carlos Moretti Bermudez (Aeronáutica) - entregaram seus cargos.

Risco de ruptura institucional?

De cara, toda essa tensão com as Forças Armadas já poderia levar a um questionamento a respeito de uma possível ruptura institucional e sobre se o mercado deveria mesmo ter se mantido neutro em relação a isso.

Chegou-se a falar até mesmo em tentativa de autogolpe por parte de Bolsonaro. Seja como for, só o tumulto não poderia ter sido suficiente para elevar o risco-país?

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Cristiano Noronha, vice-presidente da Arko Advice, acha que “há um certo exagero nessa avaliação de risco institucional”.

“A partir do momento em que o presidente opta por escolher uma deputada federal para comandar um dos seus ministérios, ele está convidando o Legislativo a fazer parte da sua gestão”, diz Noronha a respeito da nomeação de Flávia Arruda para a Secretaria de Governo.

Ele diz acreditar que o movimento de demissão dos comandantes das Forças Armadas foi feito em solidariedade à saída do ministro da Defesa e ao próprio Pujol, cuja demissão também já estava prevista. “Vejo isso com uma certa naturalidade”, diz.

Noronha admite que a forma como ocorreram as trocas na área da Defesa pode não ter sido a ideal e ter criado ruídos. “Mas na minha avaliação não gera insubordinação das Forças Armadas contra o presidente da República. As Forças Armadas têm muita clareza sobre sua missão institucional”, diz.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Ameaça ao combate à pandemia?

Tudo bem, mas e essa história de o presidente querer se cercar de nomes que apoiem sua investida contra as políticas de combate à pandemia de governadores e prefeitos, ou de querer que as Forças Armadas atuem contra as medidas de lockdown? Isso não poderia ser uma ameaça ao controle da pandemia e à vacinação?

Lembrando que ontem o país bateu novo recorde de mortes em 24 horas, com 3.780 falecimentos por covid-19, na contramão do resto do mundo, onde as mortes por coronavírus já estão diminuindo. E que o descontrole da doença só contribui para o surgimento de novas cepas do vírus, que podem ameaçar a eficácia das vacinas.

Afinal, algo que os investidores não podem perder de vista é que controlar a pandemia e vacinar a maior parte da população são as medidas cruciais para vencer o coronavírus e realmente retomar o crescimento econômico.

Para Cristiano Noronha, no que diz respeito à pandemia e aos lockdowns, há uma percepção no governo de que há uma quantidade expressiva de vacinas prestes a chegar e de que o número de mortes vai reduzir.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Assim, algo como a recente entrevista, ao jornal Correio Braziliense, do general Paulo Sérgio, autoridade de saúde do Exército, falando na possibilidade de uma terceira onda de covid-19, desagradou ao presidente Bolsonaro por destoar dessa avaliação do governo.

“Na leitura do governo, algo assim poderia levar os governadores a adotarem medidas ainda mais restritivas”, diz Noronha, ressaltando que, nesse caso, se trata de uma divergência de leitura entre governo e Forças Armadas.

Agora, sobre o governo de fato querer que as Forças Armadas atuem contra as medidas de lockdown, Noronha considera a possibilidade remota.

“Eu não acredito que o presidente da República vá querer colocar as Forças Armadas na rua para impedir lockdowns. Acho que não chegaremos a este ponto. Até porque só é possível fazer isso com decreto de intervenção militar, o que requer autorização do Legislativo”, diz.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

“Não acredito que o Congresso apoiaria esse tipo de medida drástica contra os governadores. O governo sofreria uma derrota se partisse para essa medida. E certamente haveria ação no STF para impedir isso”, observa.

O tal do PL de mobilização nacional

Em paralelo à reforma ministerial, outro assunto que deu o que falar ontem foi a tentativa do deputado Major Victor Hugo de levar à votação, em plenário da Câmara, o seu Projeto de Lei de mobilização nacional, capaz de dar plenos poderes a Bolsonaro durante a pandemia.

O texto estabelece que o chefe do Executivo poderá tomar medidas que incluem a intervenção nos fatores de produção públicos e privados, a requisição e a ocupação de bens e serviços e a convocação de civis e militares para ações determinadas pelo governo federal.

No fim, não houve acordo para incluir a proposta na pauta da Câmara. Deputados contrários à proposta classificaram-na como tentativa de golpe.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Na opinião de Noronha, esse PL “tem uma chance remotíssima de prosperar”, pois não encontraria apoio nem mesmo em parlamentares que apoiam o presidente na sua pauta de costumes.

Além disso, o fato de o projeto ter sido apresentado por um “bolsonarista de carteirinha” como o Major Victor Hugo não garante que Bolsonaro tenha sido sequer consultado a respeito, que dirá apoiado.

E o Guedes, hein?

Bem, ao que parece, por ora é razoável o investidor esperar da reforma ministerial uma relação melhor entre Congresso e Executivo, o que pode ser benéfico do ponto de vista das reformas e do fiscal.

E talvez ainda não haja mesmo motivos para se crer numa ruptura institucional, ainda que seja razoável ficar de olho em um eventual recrudescimento da postura combativa do presidente Bolsonaro em relação a prefeitos e governadores, de modo a de fato tentar interferir nas políticas de combate à pandemia.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Mas e para o ministério da Economia? Podemos esperar também mudanças? Ou o troca-troca no governo parou por aí? Afinal, o ministro Paulo Guedes já perdeu uma série de integrantes da sua equipe.

“No nível do secretariado, mudanças até podem acontecer, mas a gente ainda trabalha com um cenário em que o Paulo Guedes permaneça. Primeiro porque, em nossos contatos com o ministério, não percebemos motivação dele de sair. Segundo porque ainda percebemos apoio no Congresso para aprovar algumas das pautas do ministro. E terceiro - e mais importante - é que ele mesmo ainda vê sinais de apoio do presidente em especial”, explica o vice-presidente da Arko Advice.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
É OBRIGATÓRIO!

Quem não planta, não mora: Cidade condiciona construção de novas casas a manutenção de horta

24 de janeiro de 2026 - 13:45

O “projeto Almere Oosterwold”, nos arredores de Amsterdã, busca uma alternativa ao planejamento urbano tradicional

PIONEIRO DO LOW COST

Fundador da Gol (GOLL54), Constantino Junior morre aos 57 anos

24 de janeiro de 2026 - 13:05

Segundo a imprensa, o empresário estava internado em um hospital da capital paulista e enfrentava um câncer havia alguns anos

BILIONÁRIOS

Bilionários estão se preparando para o fim do mundo — e isso pode ser um grande problema

24 de janeiro de 2026 - 11:11

Segundo o cofundador do Linkedin, a maioria dos super-ricos já possui alguma espécie de ‘seguro contra apocalipse’

SEM DESCANSO?

Paulistanos sem feriado? Aniversário de São Paulo se aproxima, mas moradores da cidade não terão necessariamente uma folga a mais

23 de janeiro de 2026 - 15:35

Data de 25 de janeiro marca os 472 anos da capital, mas feriado municipal no domingo não garante descanso extra para todos os trabalhadores

NO PRECINHO

Leilão da Receita Federal tem iPhone 15 por R$ 1.300 e relógio Garmin por R$ 1.000; veja como participar

23 de janeiro de 2026 - 15:25

Propostas iniciais do leilão da Receita Federal começam em R$ 20. O maior valor é de R$ 256 mil.

BANHEIRO HIGH-TECH

Como a inteligência artificial provocou um salto no preço das ações de uma fabricante de vasos sanitários

23 de janeiro de 2026 - 11:15

Ações da Toto subiram 11% na OTC Markets na quinta-feira (22) com aumento de receita com componente de chips

OPERAÇÃO BARCO DE PAPEL

PF mira Rioprevidência em nova operação, fundo de pensão que mais investiu no Banco Master

23 de janeiro de 2026 - 9:32

São cumpridos quatro mandados de busca e apreensão no Rio de Janeiro na sede do fundo e também contra gestores

A CONTA CHEGA

CMN muda regras do FGC, após início de pagamentos do grupo Master; fundo também poderá exigir aportes maiores dos bancos

23 de janeiro de 2026 - 9:32

A partir de agora, o conselho de administração do FGC poderá propor aumento ou redução das contribuições das instituições associadas quando julgar necessário

MUSEU HISTÓRICO FERREIRA DA CUNHA

Como é o castelo medieval que vai ser transformado em centro cultural na região serrana do Rio

23 de janeiro de 2026 - 9:14

Proposta do projeto é colocar o castelo como espaço de permanência com experiências culturais em um único lugar

TEIMOSIA RECOMPENSADA

Apostador insiste nos mesmos números e fica milionário com a Lotofácil; Dia de Sorte também tem ganhadores e Mega-Sena acumula

23 de janeiro de 2026 - 7:09

Lotofácil não foi a única loteria a pagar prêmio de sete dígitos na quinta-feira. Dia de Sorte também fez novos milionários. Mega-Sena acumula e prêmio vai a R$ 63 milhões.

FORA DE COGITAÇÃO?

Sem delação premiada: defesa de Daniel Vorcaro nega negociação no caso Banco Master

22 de janeiro de 2026 - 9:33

Especulações cresceram após troca na equipe jurídica de Vorcaro; veja o que diz a defesa do banqueiro

SOBE O SOM

Pé na areia, a loteria… Lotofácil tem múltiplos ganhadores na beira da praia; Mega-Sena pode pagar R$ 55 milhões hoje

22 de janeiro de 2026 - 7:15

Os ganhadores do concurso 3593 da Lotofácil efetuaram suas apostas em casas lotéricas estabelecidas praticamente na beira do mar

ONDE INVESTIR 2026

A batalha entre o Tesouro Prefixado e o Tesouro IPCA+: onde buscar aquele 1% ao mês na renda fixa com a queda da Selic em 2026?

22 de janeiro de 2026 - 6:04

Mesmo com um ciclo de corte de juros, Frederico Catalan, membro do time de gestão do Opportunity Income, e Laís Costa, analista da Empiricus Research, avaliam que a renda fixa não vai perder o brilho neste ano

QUEM RECEBE?

Investiu nos CDBs do will bank? FGC vai pagar mais de R$ 6 bilhões — mas nem todo mundo entra na conta

21 de janeiro de 2026 - 15:36

Fundo garantidor confirma acionamento da garantia após liquidação do banco, mas limite pode deixar investidores de fora; entenda

SEM DESPERDÍCIO

O fim da comida jogada fora? Lei coloca supermercados no centro do combate ao desperdício

21 de janeiro de 2026 - 15:33

Lei 14.224 cria a Política Nacional de Combate à Perda e ao Desperdício e transforma doação de comida em estratégia econômica 

PROJETO ALTERADO

Adeus, Estátua da Liberdade! ‘Veio da Havan’ consegue autorização para construir megaloja em área protegida, mas tem que mudar estilo

21 de janeiro de 2026 - 15:18

Centro Histórico de Blumenau terá uma megaloja da Havan em breve; inauguração está prevista para o fim de abril

MARINHA BRASILEIRA

Pela primeira vez na história, uma mulher assume o comando de uma clínica da Marinha

21 de janeiro de 2026 - 14:02

Mais de 15 anos depois de sua fundação, Policlínica Naval de Manaus tem uma mulher no comando pela primeira vez

ONDE INVESTIR 2026

Eleições, juros e dólar: como investir com tantas incertezas em 2026? Mansueto Almeida, economista-chefe do BTG, responde

21 de janeiro de 2026 - 12:30

Em evento do Seu Dinheiro, Mansueto Almeida, economista-chefe do BTG Pactual, diz como decifrar o cenário econômico em 2026

EXTRATO DISPONÍVEL

INSS libera extrato de janeiro com reajuste e isenção do Imposto de Renda, mas suspende atendimento presencial e serviços digitais; entenda

21 de janeiro de 2026 - 10:26

Pagamentos começam em 26 de janeiro; sistemas do Meu INSS ficam indisponíveis por três dias para atualização

INSPIRAÇÃO CAMPEÃ

Inspirado em Ayrton Senna, Bortoleto já tem seu capacete para correr na F1 2026

21 de janeiro de 2026 - 9:19

Gabriel Bortoleto revelou o design que usará em seu segundo ano na Fórmula 1, mantendo as cores verde, amarelo e azul e inspiração em Ayrton Senna

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar