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Jasmine Olga
Jasmine Olga
Cursando jornalismo na Universidade de São Paulo (ECA-USP), já passou pelo Centro de Cidadania Fiscal (CCiF) e o setor de comunicação da Secretaria da Educação do Estado de São Paulo
CONTEÚDO PATROCINADO POR mercado-bitcoin-branded

Tecnologia por trás do bitcoin viabiliza investimentos a partir de R$ 100 em ativos restritos a grandes investidores

Tokens de cotas de consórcio e precatórios podem ser negociados no Mercado Bitcoin e oferecem rentabilidade de até 22% ao ano

20 de julho de 2020
mercado-bitcoin-branded
8:05 - atualizado às 15:21
bitcoin
Imagem: Shutterstock

Você provavelmente já escutou por aí que as criptomoedas são o futuro. Desde que o Bitcoin surgiu, em 2008, a popularidade das moedas digitais vem crescendo exponencialmente. Há até quem se pergunte se não estamos diante do fim do dinheiro como o conhecemos.

Ativos como o Bitcoin, Etherium, Litecoin, entre outros, lideram uma verdadeira revolução no mercado financeiro. Esse movimento vai além da criação de moedas digitais e muda também a forma como fazemos negociações e registramos informações financeiras.

A tecnologia empregada no registro de dados dos criptoativos, batizada de blockchain, está sendo usada para viabilizar o acesso de novos produtos financeiros ao pequeno investidor. O Mercado Bitcoin, uma das principais exchanges de criptomoedas do mundo, enxergou o potencial dessa tecnologia inovadora e já lançou novos “digital assets”. São eles:

  1. Precatórios (requisições de pagamento ao Estado após condenação judicial)
  2. Cotas excluídas de consórcios.

Esses ativos antes só eram acessíveis a grandes bancos e investidores. Para comprar, era preciso uma bolada e uma rede de acesso aos compradores. Agora é possível colocar esses ativos na sua carteira com investimento a partir de R$ 100. A compra é feita na plataforma com liberdade para comprar e vender com poucos cliques e sem ter que falar com ninguém. Há ativos disponíveis na plataforma com retornos de 8% a 22% ao ano. 

Tudo se divide, tudo se transforma

A corretora  Mercado Bitcoin utilizou para criar um sistema digital e acessível para negociação de precatórios e cotas de consórcios. Isso foi possível graças ao processo de “tokenização”, ou seja, divisão dos ativos em pequenas partes. 

Neste caso, o MB Digital Assets, braço do Mercado Bitcoin que compra e tokeniza os ativos, compra esses ativos com deságio, ou seja, por  um valor menor do que se espera receber na data de liquidação da dívida. 

Ela o divide em diversos pedacinhos, os tokens, e oferece aos investidores. Em vez de comprar o ativo todo, o pequeno investidor pode comprar só um pedaço, ou um token, a partir de R$ 100.

“Vemos grandes bancos, grandes tesourarias comprando esses ativos e deixando na carteira. A tokenização coloca esse investimento ao alcance de todo investidor. E ele pode ter exatamente a mesma remuneração que o grande banco consegue na sua tesouraria”, disse Marcus Lavorato, diretor comercial da Mercado Bitcoin.

Tipos de investimentos, risco e retorno

Até o momento, foram criados quatro tokens de precatórios - dois vinculados a precatórios do Estado de São Paulo, um federal e um do Estado do Rio de Janeiro -, e um token para cotas excluídas de consórcio, totalizando R$ 26 milhões lançados ao público. 

O precatório é um crédito de pagamento de uma dívida judicial do Estado. Entre as opções disponíveis na plataforma, a estimativa de retorno é entre 15% a 22% ao ano. A previsão de pagamento pelo governo varia de 12 a 36 meses.

As cotas excluídas de consórcio foram lançadas na plataforma no fim de março e possuem um mecanismo semelhante ao dos precatórios. A empresa compra a cota de alguém que não quer mais prosseguir com o plano de consórcio adquirido, regulariza a dívida com a administradora e tokeniza o prêmio em dinheiro que será pago no momento que a cota é contemplada. O primeiro token de cota de consórcio foi liquidado na primeira semana de julho e o retorno para quem comprou desde o início foi de 2,57% no período de 102 dias. De forma anualizada, equivaleria a 9,3% superando a renda fixa tradicional em mais de 3x. Todas as informações de compra e venda são públicas e registradas na blockchain.

O modelo de precificação é parecido com a emissão de um título público ou debênture: o investidor tem um juro e prazo combinado, que serão exercidos ao fim do contrato. Até lá, pode negociar esses tokens em um mercado secundário criado pelo Mercado Bitcoin para dar liquidez aos ativos. Os valores das cotas oscilam até a data de vencimento - ou seja, o investidor pode ganhar ou perder com essas variações, mas pode, quando decidir sair, encerrar a posição. 

Como qualquer título de dívida, o investimento está sujeito a riscos de crédito.  Neste caso, é a capacidade de pagamento dos emissores (a administradora, no caso de cotas de consórcio; ou União, Estados e Municípios, no caso dos precatórios). 

A corretora Mercado Bitcoin disponibiliza uma projeção de cenário otimista e pessimista para a estimativa de pagamento, para que o investidor saiba desde o princípio o retorno estimado daquele investimento.   

Para minimizar riscos, a empresa também buscou empresas especializadas para a análise, trazendo para a plataforma os ativos com o menor risco possível para o investidor. Foram escolhidos precatórios de Estados com as melhores políticas de pagamento.

Segundo Lavorato, no caso dos consórcios, as cotas ‘tokenizadas’ já foram contempladas e o pagamento deve ser feito em até seis meses pela administradora.

 “Se você pensar em risco, é o risco do administrador do consórcio não realizar o pagamento. No primeiro, fizemos uma cota de um grande banco, qual a chance de não honrar o pagamento? É ínfima”. 

Você, dono do passe do ‘próximo Neymar’

Fonte: Shutterstock

Para a corretora, a blockchain é a tecnologia do futuro e vai mudar a forma como são negociados os ativos no mercado financeiro. Esse “livro contábil digital” permite registrar posse, compra e venda de bens e direitos que hoje não tem negociação aberta. 

Quer um exemplo? Já pensou em ser dono de uma parte do passe de um jogador de futebol? 

Não é futurologia. Isso já está perto de acontecer. Uma das ideias discutidas pelo Mercado Bitcoin pode fazer com que você lucre com as negociações das estrelas do futebol

O projeto foi carinhosamente apelidado de FuteCoin e visa unir a paixão por futebol e investimentos. A proposta é vender pedaços do direito que os clubes de futebol formadores de jogadores possuem.

Hoje, os times que contribuem para a formação de um atleta recebem até 5% do valor de cada transferência de times. No FuteCoin, um investidor/torcedor seria recompensado todas as vezes que uma transferência fosse realizada. Em resumo: o direito de recebimento do clube seria tokenizado e as cotas vendidas aos investidores. 

Ou seja: você poderá, em breve, investir naquela promessa da base do seu time e até ganhar uma balada se descobrir o “próximo Neymar”.

‘Pimentinha’ na carteira

Os ativos “alternativos” são ótimas opções para quem busca investimentos além do ‘tradicional’ para diversificar a carteira. Um investidor responsável mantém uma carteira diversificada, com ativos de renda fixa, variável, proteções como ouro e dólar e também criptomoedas ou outros opções alternativas. 

Com as taxas de juros nas mínimas históricas no Brasil, não há mais ganhos fáceis na renda fixa conservadora. O investidor precisa aceitar tomar um pouco de risco e destinar parte de seu patrimônio para investimentos que oferecem taxas maiores. Com um retorno bem acima dos títulos de dívida, os tokens de cotas de precatório e consórcio podem ser a pimentinha que você deseja para sua carteira. 

Fazer esse investimento é muito fácil, barato e sem burocracia. É tão simples que você pode fazer agora mesmo, sentado no seu sofá. 

Você só precisa acessar o site do Mercado Bitcoin e preencher seus dados. Pronto! Você já tem uma conta e pode começar a investir. Não há cobrança de taxa alguma para cadastro ou manutenção de conta.

A minha sugestão é que você abra sua conta, dê uma olhada e reserve um valor pequeno para começar. Aos poucos, quando ganhar confiança, você pode fazer novos aportes. 

E aí, vamos juntos ver o que tem na prateleira?

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