O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Desde o ano passado há boatos de que a empresa deixaria de produzir automóveis no País porque os investimentos para fabricar as novas versões de A3 e Q3 seriam elevados
O presidente da Audi do Brasil, Johannes Roscheck, disse ontem que a empresa vai deixar de produzir o hatch A3 no País em dezembro e suspenderá toda a produção local por cerca de um ano para avaliar investimentos em um novo modelo. A retomada de fabricação local, no entanto, depende de o governo federal acertar o pagamento de uma dívida pendente em créditos tributários desde o programa Inovar-Auto, criado em 2012 e encerrado em 2017.
Segundo o executivo, serão necessários novos investimentos e remodelação da linha produtiva para a produção de um novo veículo. "Assinamos um compromisso de pagar e receber de volta e é difícil convencer a matriz alemã a investir num mercado que não é responsável em cumprir compromissos", afirmou. Hoje o A3 é o único modelo da marca com produção local e essa versão sairá de linha.
Desde o ano passado há boatos de que a empresa deixaria de produzir automóveis no País porque os investimentos para fabricar as novas versões de A3 e Q3 seriam elevados. O Q3 nacional saiu de linha no início de 2019 e passou a ser importado e o mesmo vai ocorrer com o A3. Roscheck, porém, afirma que os dirigentes da filial brasileira estão "preparados para lutar por um novo projeto", mas vai depender das discussões sobre essa pendência".
Segundo a Audi, o ministro da Economia, Paulo Guedes, afirmou, há cerca de um ano, que aceitaria pagar a dívida ao longo de dez anos mas não voltou a falar sobre o tema. "Mesmo que o pagamento seja feito no longo prazo nós aceitamos, mas precisamos de uma decisão", diz Roscheck. Procurado, o Ministério da Economia não comentou.
Segundo ele, ainda que ocorra um acerto, a empresa terá de manter a fábrica parada por pelo menos um ano para definição e adequações a um novo modelo.
O saldo remanescente é de R$ 290,7 milhões divididos entre as três fabricantes alemãs de carros de luxo Audi, BMW e Mercedes-Benz. Quando foi criado, o Inovar-Auto estabeleceu alta de 30 pontos porcentuais no Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para carros importados para estimular a produção local.
Leia Também
Um dos pontos do programa previa a devolução desse imposto extra pagos nos modelos importados de empresas que anunciassem projetos de produção local. O valor seria compensado a partir do momento em que a fábrica começasse a operar.
Quando o Rota 2030, programa que substituiu o Inovar-Auto foi sancionado, no fim de 2018, a questão da dívida não foi citada no texto. O então presidente Michel Temer enviou para o Congresso o Projeto de Lei 10.590 estabelecendo o pagamento num prazo de cinco anos. O PL está parado na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ).
Gleide Souza, diretora de Assuntos Corporativos da BMW, afirmou que é preciso criar um mecanismo para liberar o crédito que está parado e a aprovação do PL é uma alternativa. Essa pendência, segundo ela, cria insegurança entre as empresas e pode inviabilizar novos projetos, embora não seja o caso da marca no momento. A Mercedes-Benz informou que "tem valor substancialmente a receber e está acompanhando o tema."
As três fabricantes investiram R$ 1,7 bilhão para iniciar operações no País. A BMW construiu fábrica em Araquari (SC), a Mercedes em Iracemápolis (SP) e a Audi voltou a dividir instalações com a coligada Volkswagen em São José dos Pinhais (PR) em 2015, onde já tinha produzido o A3 de 1999 a 2006.
Junto com a Jaguar Land Rover, as quatro empresas do segmento premium têm capacidade produtiva de mais de 100 mil veículos ao ano, mas nunca chegaram nem à metade desse volume em razão, segundo alegam, das sucessivas crises econômicas.
As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
O anúncio da renúncia de Bruno Moretti vem acompanhado de novos impactos da guerra dos Estados Unidos e Israel contra o Irã
O preço por ação será de R$ 5,59, valor superior ao atual: as ações fecharam o pregão de terça-feira a R$ 4,44
Em entrevista exclusiva ao Seu Dinheiro, Marino Colpo detalha as dores do crescimento da Boa Safra e por que planos estratégicos devem incluir M&A nos próximos meses
Subsidiária VBM salta de 10% para 26% do Ebitda da Vale e deve ganhar ainda mais peso com preços elevados e novos projetos
Com um fluxo de caixa mais estável, a empresa pode remunerar os acionistas. Se não encontrar novas oportunidades de alocação de capital, poderia distribuir R$41,5 bilhões em dividendos até 2032, 90% do valor de mercado atual, diz o BTG
A saída de Rafael Lucchesi, alvo de críticas por possível interferência política, foi bem recebida pelo mercado e abre espaço para a escolha de um CEO com perfil técnico — em meio a desafios operacionais e à fraqueza do mercado norte-americano
Desde o início do plano de desinvestimento da subsidiária, o total das vendas alcançam cerca de US$ 241 milhões, deixando um montante de US$ 559 milhões a serem alienados
Com Ebitda positivo e alavancagem em queda, aérea tenta deixar para trás fase mais aguda da crise; confira os números do trimestre
Emissão recebeu avaliação BBB- pela Fitch Ratings; agência defende que a nota “reflete o sólido perfil de negócios da JBS”
Na visão de analistas, preço dos papéis caiu em Wall Street, mas fundamentos não. Veja o que está por trás da recomendação
A visão do BTG, J.P. Morgan e Citi sobre as mudanças é positiva, principalmente ao reforçar o compromisso da empresa de se reinventar e modernizar a governança
Companhia avança na reestruturação com novo acordo de acionistas, migração dos fundadores para conselho consultivo e a entrada da Advent International, que pretende comprar até 10% das ações no mercado
Os acionistas elegeram a nova formação do colegiado, com maioria de membros independentes, reforçando práticas de governança alinhadas ao Novo Mercado da B3
O desinvestimento no Hortifruti Natural da Terra já estava no plano de RJ e era uma das opções para levantar recursos para a Americanas. No entanto, não houve acordo sobre o preço, diz Broadcast
Bancos credores e os detentores de títulos de dívida estão entendendo que segregar os negócios de usinas e os de distribuição de combustíveis pode ter um sentido econômico relevante para todos
Principalmente pequenos comerciantes reclamavam que a empresa estava retendo recursos de vendas feitas em suas maquininhas de cartão. Alguns lojistas fizeram reclamações na internet de perdas de mais de R$ 100 mil em vendas feitas e não recebidas
Para quem investe em ITUB4, o anúncio é neutro no curto prazo. O banco destacou que a reorganização não terá impacto financeiro.
O Banco do Brasil anunciou a indicação de três novos nomes e o rodízio de outros 9 diretores; entenda a estratégia que deve ajudar o BB a bater as metas de 2026
No acumulado de 2026, o rali das ações da estatal é impressionante, com PETR 3 e PETR4 superando os 60% de valorização
Executivo deixa o posto por razões pessoais, enquanto conselho aciona headhunter para encontrar sucessor