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Apesar da baixa correlação das criptomoedas com ativos tradicionais, analistas do banco acreditam que elas ainda não podem servir como hedge da carteira
Depois de terem subido durante períodos de incerteza mundial, como o surto do coronavírus e até mesmo a guerra comercial entre Estados Unidos e China, as criptomoedas chegaram a ser apontadas, por alguns especialistas, como uma espécie de "ouro digital", com a função de proteger as carteiras em tempos difíceis.
Mas, para a equipe de 12 analistas do banco JPMorgan, as criptomoedas estão longe disso. Em um relatório de 74 páginas enviado na última semana a clientes, os especialistas destacaram que esses ativos "ainda mantêm um papel limitado como forma de proteção e diversificação global de portfólios".
Apesar da baixa correlação das criptomoedas com ativos tradicionais, os analistas disseram que elas não podem servir como hedge (proteção) por conta de restrições de liquidez e dificuldades transacionais de uso.
Entre os motivos para a falta de liquidez estão a dificuldade de regulação, o que consequentemente acaba atrapalhando o ganho de escala dos criptoativos.
Na visão deles, "os criptoativos continuam falhando em oferecer uma alta consistente [em sua cotação] como o que ocorre com títulos, iene e o ouro, quando as ações passam por grandes quedas".
Além de não terem se mostrado como boas opções de proteção, as criptomoedas ainda precisam demonstrar capacidade de atuar diante de um cenário econômico e geopolítico mais conturbado, ponderam os analistas.
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De acordo com eles, as moedas digitais têm tido "dificuldade em se provar únicas", por conta da falta de consistência de alta diante de momentos mais delicados.
"A aplicação em criptoativos com foco em proteção deve servir apenas em certos casos, como o de perda de confiança na moeda local e no sistema de pagamentos", destacou o analista John Normand.
Mas a falta de liquidez não é o único problema das criptomoedas. Outra questão levantada pelos especialistas foi a alta volatilidade, que dificulta a escalabilidade das moedas digitais.
Ainda que o preço do bitcoin esteja mais próximo do valor considerado "intrínseco" pelos analistas, e a volatilidade das criptomoedas tenha diminuído, ela ainda permanece cerca de cinco vezes maior do que em outros mercados, como o de ações e o de commodities.
E se as compararmos com as moedas fiduciárias, como o dólar, o iene etc, a diferença pode ser ainda maior. De acordo com o Fundo Monetário Internacional (FMI), o desvio padrão das mudanças diárias nos preços do bitcoin é cerca de 10 vezes maior do que os sete pares de moedas dos países mais ricos do mundo (G7).
Por essa razão, o foco nas chamadas stablecoins (que funcionam como representações de moedas fiduciárias tradicionais no mundo dos criptoativos e possuem o Theter como uma das moedas mais populares) tem aumentado.
Segundo os especialistas, o motivo é que elas funcionam como uma opção para diminuir as flutuações de preço encontradas nas demais criptomoedas.
Mas nem tudo é perfeito. Apesar de dizerem que as stablecoins podem crescer significativamente nos próximos anos, eles fizeram algumas ponderações.
Segundo os analistas, a rápida adoção dessas moedas digitais pode esbarrar em desafios práticos para fazer com que tais criptoativos ganhem escala e liquidez diária.
Ao citar alguns projetos, os especialistas comentaram sobre a Libra, moeda digital criada pelo Facebook, que é uma stablecoin e estava prevista para ser lançada neste ano. Mas fizeram algumas ressalvas.
"Para que a moeda digital do Facebook tenha sucesso será preciso garantir liquidez de curto prazo, que fazer com que ela vire uma espécie de fonte de retorno positivo como reserva de ativo, além do que será necessário que ela seja distribuída em redes semi-privadas", afirmaram os analistas.
Mesmo com os desafios envolvendo o mundo cripto, o mercado deve continuar a se desenvolver com a introdução de novos contratos, especialmente de futuros em exchanges (corretoras) reguladas. Isso sem contar a entrada de investidores institucionais.
Mesmo sem entrar muito em detalhes, na avaliação dos especialistas do banco, a participação de investidores institucionais nas negociações já é "significativa, mas a volatilidade permanece um grande impedimento para uma adoção maior".
E um dos pontos que chamam a atenção dos analistas é a entrada de bancos menores nesse mercado.
Segundo eles, enquanto os maiores bancos multinacionais se mantiveram distantes na hora de promover serviços voltados aos investidores de criptomoedas, os bancos menores aproveitaram essa oportunidade. E hoje eles vêm comandando esse tipo de serviço, especialmente em países como Estados Unidos.
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