🔴 ONDE INVESTIR 2026: ESTRATÉGIAS DE ALOCAÇÃO, AÇÕES, DIVIDENDOS, RENDA FIXA, FIIS e CRIPTO – ASSISTA AGORA

Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
Seu Dinheiro

Seu Dinheiro

No Seu Dinheiro você encontra as melhores dicas, notícias e análises de investimentos para a pessoa física. Nossos jornalistas mergulham nos fatos e dizem o que acham que você deve (e não deve) fazer para multiplicar seu patrimônio. E claro, sem nada daquele economês que ninguém mais aguenta.

entrevista

Investidor está aprendendo a viver com taxa de juros baixa, diz Bruno Fontana, do Credit Suisse

Empresas listadas em Bolsa levantaram, até outubro, cerca de R$ 70 bilhões no mercado de capitais, valor que pode atingir até R$ 100 bilhões

Seu Dinheiro
Seu Dinheiro
6 de novembro de 2019
8:59
Calculadora com sinal de porcentagem representando juros | Selic, fundos imobiliários, bolsa, Ibovespa, ações
Imagem: Shutterstock

Em um ambiente de taxa de juros baixa e inflação sob controle, o Credit Suisse vê nessa combinação a retomada dos investimentos no Brasil.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

"O investidor está aprendendo a viver neste cenário, que traz um leque grande de oportunidades. Esse benefício, a gente nunca viu antes", diz Bruno Fontana, responsável pela área de banco de investimento do Credit Suisse.

As empresas listadas em Bolsa levantaram, até outubro, cerca de R$ 70 bilhões no mercado de capitais, valor que pode atingir até R$ 100 bilhões. "Boa parte desses recursos é para expansão." A seguir, os principais trechos da entrevista:

O ano está praticamente acabando e vimos um movimento intenso em operações de mercado de capitais. Veremos mais operações ou o ritmo deve cair?
Neste ano, tivemos três grandes eventos que explicam essa narrativa do que tem sido o ano e o que está por vir. O primeiro, que já aconteceu, é o fim da política fiscal expansionista, que era o Estado financiando o crescimento brasileiro. A gente precisa do surgimento da iniciativa privada para capitanear essa nova expansão da economia. E entro aqui no segundo ponto: a queda da taxa de juros. Pela primeira vez, temos um cenário de inflação e juros baixos. Esse cenário está aqui para ficar e gera diversos impactos positivos.

Quais impactos?
O principal é a queda drástica na alavancagem (dívidas), não só das companhias brasileiras, mas também do indivíduo. O que se tem de capital disponível, seja para investir ou poupar, está muito mais claro. Hoje é possível ter previsibilidade. O retorno tem de ser real porque eu não posso mais me financiar com base em dívida pública. Isso também traz o famoso ciclo virtuoso de que o investimento está calcado em fundamentos positivos. Ou seja, o setor privado tem de investir.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A agenda de reformas corrobora para esse movimento?
O terceiro ponto é a questão das reformas. A gente teve a reforma da Previdência - e foi uma vitória enorme desse novo governo. A gente apagou aquele risco de insolvência no médio e longo prazos. A principal sinalização que fica é de que esse governo é capaz, sim, de tocar reformas e abre espaço para outras, como tributária e administrativa.

Leia Também

Apesar dessa agenda positiva, a economia não tem crescido no mesmo ritmo...
O crescimento tem sido mais tímido e gradual. Quando se olha nos últimos dez anos, o crescimento foi de 0,6% ao ano. E tivemos ao longo do caminho a maior recessão da história do País. Mas, considerando esses três pontos citados, vemos uma expansão do PIB de 2,7% para 2020. Para este ano, será próximo de 1,2%. Assumindo que essas reformas continuem andando, esse crescimento virá. Estamos vendo maior plano de investimento das companhias, maior disponibilidade de crédito. Quem está tomando esse crédito também é a população, o que significa mais consumo.

O sr. vê um movimento claro de retomada de investimentos?
O mercado de capitais atraiu, até o momento, cerca de R$ 70 bilhões. O banco participou de 35% dessas operações. Isso sem contar as emissões que foram feitas no mercado internacional, de R$ 4 bilhões. Tem potencial de atingir de R$ 90 bilhões a R$ 100 bilhões. Neste momento, o ano está longe de terminar.

Mas o sr. vê expansão de investimentos nessas captações?
Sim. São dois movimentos. Além do mercado de capitais, estamos também no começo do ciclo das privatizações. Na ponta, o perfil de investidor também mudou.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Por conta desse cenário traçado, dá para dizer que este é o melhor momento para os bancos de investimento após a recessão?
Claro. Os bancos de investimento trabalham dentro de um contexto do potencial que esse mercado oferece. A pergunta é muito simples. A perspectiva é positiva? Os nossos clientes estão enxergando isso. Vê-se um movimento intenso na Bolsa, de oferta primária, que é para expansão. A construção civil é um deles, corrobora com a tese de crescimento.

Muito se falava da volta do interesse do investidor estrangeiro pelo Brasil, mas boa parte dessas emissões teve a participação de investidor local. O que falta para os gringos voltarem de vez?
Quando se olha o histórico de emissões - R$ 70 bilhões este ano -, a média dos investidores internacionais foi de 30%. Esta demanda comparada com outros anos é tímida, mas em termos absolutos é relevante. Os fundos emergentes continuam investindo de forma muito ativa no Brasil. Já entre os fundos globais, a entrada ainda está sendo tímida.

E as privatizações vão deslanchar?
Sim. O processo de privatização, como um todo, é complexo porque envolve diversos interesses. E para se ter a aprovação necessária, precisa ter o aval de diversas instâncias. O levantamento do Credit mostra que as privatizações podem levantar de R$ 200 bilhões a R$ 250 bilhões nos próximos anos. Isso sem incluir as vendas de participações do BNDES, que têm potencial de chegar de R$ 100 bilhões a R$ 150 bilhões. Quando se olha globalmente, é difícil achar um programa igual em outros países.

Como o cenário de juros baixos, que o Brasil não conhece, pode ser benéfico para o mundo dos negócios?
Temos um cenário local de juros baixos em um cenário global de taxas negativas, o que torna o Brasil um porto interessante para se alocar capital. Além disso, o investidor procura a melhor combinação de valorização e risco. Se você tem uma economia em crescimento como o Brasil, calcado com juros e inflação baixas, esse cenário é interessante para o investidor. O investidor está aprendendo a viver neste cenário, que traz um leque grande de oportunidades. Esse benefício, a gente nunca viu antes.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Com informações do jornal O Estado de S. Paulo e Estadão Conteúdo 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
BILIONÁRIOS ANTES DOS 25

Esses brasileiros criaram uma fintech nos EUA vendida por US$ 5,1 bilhões. Conheça a história da Brex e saiba por que o mercado torceu o nariz para o negócio

23 de janeiro de 2026 - 19:55

Henrique Dubugras e Pedro Franceschi fundaram a Brex em 2017, alcançaram US$ 12,3 bi em valuation em 2022 e agora venderam a fintech para a Capital One

SOLTA O SOM

Mercado Livre (MELI34) lança mais uma edição do seu festival de música para se aproximar dos consumidores

23 de janeiro de 2026 - 19:25

A gigante do e-commerce está triplicando a aposta no entretenimento como forma de atrair clientes para os seus serviços core, incluindo a plataforma de e-commerce e o Mercado Pago

MUITA CALMA NESSA HORA

Para UBS BB, mercado exagera na dose sobre a Sabesp (SBSP3); recomendação sobe e preço-alvo também

23 de janeiro de 2026 - 18:01

Analistas do banco suíço avaliam que o mercado superestima os riscos da escassez hídrica em 2025, pressionando indevidamente o valuation da companhia

MUDANÇA NO TOPO

Petrobras (PETR4) no controle: CEO Magda Chambriard deve comandar conselho da Braskem (BRKM5) em novo acordo, diz jornal

23 de janeiro de 2026 - 17:50

Petrobras e IG4 dividirão igualmente o poder de decisão na Braskem, segundo apurou o Valor Econômico; transação pode ser consumada ainda em fevereiro

NO MUNDO FÍSICO

Avenida Paulista é o palco da aposta do Itaú (ITUB4): novo conceito de agência mira classe média, enquanto rivais reduzem presença física

23 de janeiro de 2026 - 17:29

Batizado de “Espaço Uniclass”, o projeto mira a classe média e tenta ressignificar o papel do banco no dia a dia do cliente

ENERGIA DEMAIS?

Curtailment muda o jogo: Engie Brasil (EGIE3) reduz investimentos em renováveis e prevê consolidação do setor

23 de janeiro de 2026 - 14:00

Cortes na geração de energia pelo ONS afetam planos e impulsionam concentração no mercado de renováveis, segundo diretor da companhia; confira a entrevista completa com Guilherme Ferrari

O FUTURO ESTÁ PRÓXIMO

Todo mundo vai ter um? Elon Musk promete comercializar robôs humanoides até 2027

23 de janeiro de 2026 - 11:15

Optimus já trabalha em fábricas da Tesla, reaproveita a IA dos carros da marca e pode virar o próximo produto de massa do bilionário

PODE TER PREJUÍZO

Banco Central pede que BRB provisione R$ 2,6 bilhões para perdas, após compras de carteiras fraudadas do Master, diz jornal

23 de janeiro de 2026 - 11:04

Embora o BC não tenha detalhado os motivos, a data da reunião indica que a medida está ligada à compra de R$ 12,2 bilhões em carteiras do Banco Master.

DÓLARES NO CAIXA

MRV (MRVE3) se desfaz de terrenos nos EUA por US$ 18,3 milhões; plano é chegar a US$ 800 milhões em vendas

23 de janeiro de 2026 - 10:35

A operação faz parte da revisão estratégica da Resia, que queimou caixa no último trimestre e busca vender determinados ativos até o fim deste ano

VÃO-SE OS ANÉIS...

ByteDance cede e livra TikTok do banimento nos EUA; o que ela precisou fazer?

23 de janeiro de 2026 - 9:53

Acordo com investidores americanos muda o controle dos dados, do algoritmo e encerra o risco de banimento do aplicativo nos EUA

ALÔ, ACIONISTA

União Pet (AUAU3) e Engie Brasil (EGIE3) detalham distribuição de quase R$ 325 milhões aos acionistas; confira as condições

22 de janeiro de 2026 - 20:27

União Pet pagará R$ 320,8 milhões, enquanto Engie Brasil conclui leilão de 72,5 mil ações que movimentou R$ 2,2 milhões

HORA DE LARGAR O OSSO?

Cade nega recurso da Petlove contra aprovação da fusão Petz-Cobasi; saiba o que acontece agora

22 de janeiro de 2026 - 19:49

Decisão encerra a disputa administrativa, mas mantém em aberto a fase de desinvestimento e monitoramento, que será determinante para o arquivamento definitivo do processo

ERROU NO LOOK

Citi rebaixa Azzas 2154 (AZZA3) e corta R$ 17 do preço-alvo; entenda por que a ação está fora de moda para os analistas

22 de janeiro de 2026 - 19:01

Banco reduz recomendação e preço-alvo da companhia, citando recuperação lenta e margens pressionadas, enquanto papéis subiram em dia de recorde do Ibovespa

UM DEGRAU POR ANO

Nubank (ROXO34) mira o topo: fintech assume o posto de 2ª maior instituição financeira do Brasil — e não pretende parar por aí

22 de janeiro de 2026 - 17:19

Depois de subir uma posição por ano no ranking, a fintech do cartão roxo conquistou medalha de prata na disputa por número de clientes

GANHANDO ALTITUDE

Embraer (EMBJ3) pode voar mais alto: Safra turbina projeções e revela se é hora de comprar

22 de janeiro de 2026 - 16:01

Os analistas elevaram o preço-alvo da ação EMBJ3 para US$ 92 por ação até o fim de 2026. O que está por trás do otimismo?

VAREJO

Amazon aposta no varejo físico e anuncia megaloja para disputar espaço com Walmart e Target

22 de janeiro de 2026 - 15:31

Com 21 mil m², a nova unidade da Amazon nos arredores de Chicago mistura supermercado, varejo e logística 

SACOLA PREMIUM

De Zara a Shein, Brasil é um dos países mais caros para roupas; veja por que BTG prefere ações da Vivara (VIVA3) e da Track&Field (TFCO4) para ir às compras 

22 de janeiro de 2026 - 14:07

Relatório com o Índice Zara do banco apresentou as expectativas para as varejistas de moda em 2026; marcas voltadas para as classes mais baixas devem continuar sofrendo com o baixo poder de compra da população

QUEM PAGA A CONTA

Crise no Master e no will bank vai bater no caixa dos bancões? FGC deve antecipar contribuições para recompor o fundo

22 de janeiro de 2026 - 12:21

A conta da crise do Master não ficou só com o investidor: FGC avalia medidas para reforçar o caixa

CELEBRIDADES

Não foram só Huck e Vini Jr: Pabllo Vittar, Whindersson Nunes e outras personalidades associaram imagem ao Will Bank

22 de janeiro de 2026 - 12:18

Instituição apostou em entretenimento, TV aberta e celebridades para crescer rápido, mas acabou liquidada após colapso do Banco Master

FORA DE CIRCULAÇÃO?

Anvisa manda recolher um dos chocolates mais tradicionais do Brasil por erro que pode afetar pessoas alérgicas

22 de janeiro de 2026 - 11:07

Anvisa determinou o recolhimento de um lote do chocolate Laka após identificar erro na embalagem que omite a informação sobre a presença de glúten

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar