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2019-01-18T16:37:37-02:00
Vinícius Pinheiro
Vinícius Pinheiro
Formado em jornalismo, com MBA em Derivativos e Informações Econômico-Financeiras pela FIA. Trabalhou por 18 anos nas principais redações do país, como Agência Estado/Broadcast, Gazeta Mercantil e Valor Econômico. É coautor do ensaio “Plínio Marcos, a crônica dos que não têm voz" (Boitempo) e escreveu os romances “O Roteirista” (Rocco), “Abandonado” (Geração) e "Os Jogadores" (Planeta).
Novo banco digital

C6 Bank, criado por ex-sócios do BTG, recebe licença do Banco Central

Com investimentos de R$ 500 milhões, novo banco digital terá isenção de tarifas para saques nos caixas eletrônicos da Rede 24 Horas e transferências, além de oferecer cartão e produtos de investimento

18 de janeiro de 2019
11:35 - atualizado às 16:37
Fachada do C6 Bank
Sede do C6 Bank - Imagem: Divulgação / Medium

Está satisfeito com os serviços do seu banco? Pois um novo banco digital recebeu hoje licença para operar. Estou falando do C6 Bank, criado pelos ex-sócios do BTG Pactual Marcelo Kalim, que se tornou presidente do novo banco, e Carlos Fonseca.

Pelos nomes e pelo dinheiro envolvido - um total de R$ 500 milhões em investimentos dos acionistas - o mercado aguarda com grande ansiedade o projeto do C6 Bank, cujo nome é derivado do símbolo do carbono (C) e do número atômico (6) na tabela periódica.

A autorização de funcionamento do C6 pelo Banco Central foi publicada nesta sexta-feira no Diário Oficial.

Mas por enquanto, apenas os funcionários e os convidados deles terão acesso à conta digital. A conta deve ser aberta para o público em geral ainda no primeiro semestre deste ano.

Eu estive em setembro passado na sede do banco, que ainda passava por reformas. Os sócios escolheram um prédio com quase 8 mil metros quadrados na região dos Jardins, em São Paulo, para acomodar os 320 funcionários. A decisão de ficar fora do circuito financeiro da Faria Lima foi intencional.

Resta saber se os serviços do C6 Bank também vão se diferenciar. A conta digital terá isenção de tarifas para saques nos caixas eletrônicos da Rede 24 Horas e transferências, além de oferecer cartão múltiplo (bandeira Mastercard) nas funções crédito e débito e pagamento de boletos.

O banco, que não contará com agências físicas, também vai oferecer produtos de investimento próprios e de terceiros.

Câmbio e corretora

O C6 Bank chega em um mercado cada vez mais ocupado, seja pelos bancos tradicionais, que investem pesado em seus aplicativos para celular, instituições de médio porte que entraram nesse mercado e fintechs.

Um dos casos mais bem sucedidos entre os bancos digitais é o do Banco Inter, que anunciou na quarta-feira que alcançou a marca de 1,5 milhão de clientes.

Antes mesmo de receber a licença do BC, o C6 vem reforçando a estrutura com aquisições de empresas de tecnologia financeira. A instituição comprou no ano passado a Besser Partners, marketplace de câmbio, e a PayGo de meios de pagamento e maquininhas de cartão.

O banco também prepara o lançamento de uma corretora, que inicialmente deverá atender clientes institucionais, mas depois deve ser levada aos clientes da conta digital.

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