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2022-06-22T09:36:04-03:00
Bruna Martins
Conteúdo BitcoinTrade

O que é GMX? Tudo o que você precisa saber sobre o token

Entenda como funciona a corretora descentralizada GMX e saiba como incluir o token no seu portfólio

Bruna Martins
23 de junho de 2022
10:00 - atualizado às 9:36
o que é gmx criptomoeda
Imagem: Shutterstock

O investidor acostumado ao mercado digital sabe bem: um dos caminhos para obter sucesso nesse meio é entender o melhor momento de investir em determinado ativo, aproveitando projeções de crescimento e boas perspectivas para o futuro. 

Quem decidiu se posicionar em um certo token DeFi (finanças descentralizadas) no fim do último mês de março, por exemplo, viu o preço dele subir 63% no intervalo de uma semana, e com certeza ficou animado para a chegada do mês de abril em suas finanças. 

O ativo do qual estamos falando aqui é o GMX: token nativo da rede de mesmo nome, uma corretora descentralizada (DEX) de contratos perpétuos que viu o preço de seu token saltar de US$ 28,26 para US$ 46,13 entre 25 de março e primeiro de abril, seguindo o CoinGecko.

A GMX é uma das criptomoedas disponíveis na BitcoinTrade,  exchange de cripto brasileira do Grupo Ripio, que oferece segurança e agilidade para o posicionamento em mais de 48 ativos digitais. Abaixo, entenda melhor todas as características desse token e da corretora descentralizada responsável por seu domínio. 

O que é GMX?

Como já adiantamos, a GMX é uma corretora descentralizada que oferece a possibilidade de negociação de contratos à vista e também de contratos futuros perpétuos. Isso significa que, por meio dela, é possível tanto fechar negócios mais simples, que utilizam o preço de agora, como também contratos mais estruturados.

Alguns dos destaques da exchange são a cobrança de baixas taxas de transação, possibilidade de alavancagem em até 30 vezes e o baixo risco de liquidação. Atualmente, a GMX possui cerca de 40 mil usuários e mais de US$ 42 bilhões em negociações. 

Hoje em dia, grande parte das transações cripto realizadas em corretoras do mundo todo envolvem contratos estruturados. No momento da produção deste texto, dos US$ 91 bilhões em volume de negociações em exchanges, apenas US$ 26 bilhões (28,5%) fazem parte do mercado Spot (transações simples), de acordo com monitoramento da FTX.

Esses dados ajudam a explicar porque a GMX tem sido vista como uma importante alternativa no mercado digital ao suportar a realização de transações mais complexas, como as de contratos perpétuos. Segundo dados do site Token Terminal, só nos últimos 30 dias, o protocolo obteve o faturamento de US$ 1,7 milhão – ocupando a 17ª posição entre os dApps que mais faturaram durante o período. 

Como funciona a GMX?

A GMX é uma DEX que possui suporte para duas redes blockchain: Arbitrum e Avalanche. O usuário escolhe a que deseja utilizar e, então, pode realizar três tipos de transações. A mais simples, do tipo Swap, é a que acontece no mercado à vista, permitindo a troca de um ativo por outro nos preços atuais. 

As outras opções de negociação são dos tipos Long e Short, por meio das quais você pode especular tanto na alta quanto na baixa de determinados ativos e ganhar dinheiro com as oscilações do mercado. Nessas transações de caráter mais estruturado é possível fazer operações alavancadas em até 30 vezes. Mas é importante sempre lembrar do risco que esse tipo de ação apresenta, e que, por essa razão, é recomendada apenas para pessoas que já tenham um bom conhecimento prévio do mercado cripto. 

Para quem deseja se posicionar na rede GMX, existe a possibilidade de adquirir um de seus dois tokens, o GMX, que citamos anteriormente, e o GLP. Na sequência, explicaremos melhor as características dessas duas criptomoedas.

Quais são os tokens da GMX?

Existem dois tokens que fazem parte desse ecossistema: o GMX, que leva o nome de sua rede-mãe, e o GLP, conhecido como token de liquidez do protocolo. O GMX, como utility token (token utilitário), serve para realizar negociações dentro da rede, além de garantir aos seus detentores a participação em decisões de governança do protocolo. 

O token GMX também pode ser utilizado para a realização de staking, ou seja, o bloqueio de uma certa quantidade de ativos na rede em troca de recompensas. Essas compensações são recebidas em dois formatos: uma porcentagem delas em unidades do próprio token GMX e o restante em unidades do token referente à blockchain utilizada pelo usuário – AVAX, no caso da Avalanche, e Ethereum (WETH), no caso da Arbitrum. 

Já o GLP é o resultado de uma cesta composta por diversos ativos, em sua maioria stablecoins. A valorização ou desvalorização desse token ocorre de acordo com a valorização ou desvalorização dos ativos que o integram. Por isso, a escolha por stablecoins ajuda a mantê-lo razoavelmente estável em momentos de baixa do mercado, oferecendo menor risco a quem inclui a criptomoeda em seu portfólio. 

O investidor que adquire tokens GLP também recebe taxas de acordo com as transações alavancadas realizadas na DEX, além de ganhar tokens GMX que podem ser usados para o staking na própria rede. 

Como investir no token GMX

Com um funcionamento complexo e promissor, a rede GMX vem atraindo os olhares atentos de investidores que projetam bons resultados da rede em um futuro próximo. 

Para quem pretende começar a negociar o token GMX e aproveitar desses bons ventos, a BitcoinTrade oferece toda segurança e confiança necessárias para a inclusão desse ativo em seu portfólio digital. 

O GMX é apenas um dos mais de 48 criptoativos disponíveis para você negociar a partir de R$ 20,00 na exchange. Para conhecer melhor a BitcoinTrade e todas as soluções que a plataforma oferece para os seus investimentos, clique no botão abaixo:

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