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2022-06-07T15:43:34-03:00
Maria Eduarda Nogueira
Conteúdo de marca

‘Enquanto você fica julgando dancinhas, tem TikTokers faturando mais do que CEOs’ ‒ entenda por quê e veja como ingressar nesse mercado bilionário

Marketing de influência permite transformar seguidores em dinheiro e é um mercado de bilhões de reais, com baixa barreira de entrada; saiba como poder faturar R$ 10 mil por mês com suas redes sociais, sem precisar fazer ‘dancinhas’

7 de junho de 2022
17:00 - atualizado às 15:43
TikTokers com plano de fundo de notas de dinheiro e logo do TikTok
Imagem: Shutterstock/Montagem: Julia Shikota

Imagine ganhar mais que executivos e até mesmo CEOs de multinacionais como Starbucks, McDonald 's ou ExxonMobil postando vídeos curtos em uma rede social. Parece absurdo, certo? Mas quer você concorde ou não com isso, esta já é uma realidade: há TikTokers ganhando mais que os chefões de grandes companhias. 

É o caso por exemplo da megainfluencer Charli d’Amelio, que aos 18 anos, faturou US$ 17,5 milhões no ano passado, devido à sua presença nas redes sociais. Ao passo que Kevin Johnson, da Starbucks, recebeu uma remuneração de US$ 14,7 milhões; Chris Kempczinski, do McDonald's, US$ 10,8 milhões; e Darren Woods, da Exxon Mobil, cerca de US$ 15,6 milhões. 

Para esta nova geração de criadores de conteúdo, os salários de alto escalão não são nada. Um aplicativo é capaz de gerar mais dinheiro do que o cargo de executivo ou até mesmo de CEO. E com esforço consideravelmente menor do que gerenciar uma empresa das proporções do McDonald’s ou da Starbucks, por exemplo. 

Estou falando de jovens, em sua maioria com menos de 25 anos, que são máquinas de fazer dinheiro. Que estão faturando milhões ao simplesmente abrir a câmera do celular e apertar o botão vermelho. Trabalhando de casa ou em qualquer lugar do mundo que desejarem, sem as obrigações de CLT e com “salários” exorbitantes. 

Coloco “salários” entre aspas porque, na verdade, essas pessoas não precisam nem mesmo esperar o quinto dia útil para receber. Se elas querem ganhar dinheiro, elas simplesmente fazem um vídeo. 

Nomes como Charli e Dixie d’Amelio, Addison Rae, Bella Poarch, Vanessa Lopes, GKay e Virgínia não são apenas carinhas bonitas no TikTok fazendo “dancinhas bobas”. Elas são protagonistas de um mercado bilionário que tende a crescer cada vez mais. 

As ‘dancinhas de milhões’

Talvez você nunca tenha ouvido falar sobre o marketing de influência, mas certamente já foi impactado por ele, especialmente se você tem perfil em alguma rede social.

Não estou falando só do TikTok, que é um queridinho dos mais jovens, da geração Z. Para onde você olhar na internet, seja Instagram, Youtube, Facebook ou LinkedIn, você vai encontrar influenciadores digitais. E é bem provável que você acompanhe ao menos um deles. 

Esses profissionais estão desbancando as grandes emissoras de televisão, os maiores jornais e revistas do país, as rádios e os demais meios de publicidade tradicionais. As marcas estão sedentas atrás de influenciadores para divulgarem seus produtos e serviços, porque os resultados entregues por eles têm sido expressivos. 

Tem muito dinheiro circulando por trás dos aplicativos que você usa como diversão. E os números não me deixam mentir: o Business Insider prevê que o mercado de influencers deve movimentar mais de 15 bilhões de dólares só em 2022. 

Não por acaso, isso vem acompanhado de uma forte tendência no mercado de trabalho, que tem os influencers não como profissão do futuro, mas sim do presente:

Influenciadores digitais não são a profissão do futuro, são a profissão do agora
Influenciadores digitais não são a profissão do futuro, são a profissão do agora

Diferente de outras profissões, que exigem diplomas e habilidades técnicas avançadas, tornar-se um influenciador em redes sociais tem uma barreira de entrada bem menor. Basta você ter um smartphone e disposição para criar conteúdo, não importando o seu nicho ou nem mesmo a sua condição social.

Entre todos os mercados, pode-se dizer que o de marketing de influência é um dos mais democráticos. Apenas no Brasil, há cerca de 150 milhões de pessoas com perfis em, ao menos, uma rede social. No meio desse tanto de gente, pode ter certeza que existe uma infinidade de gostos, interesses e realidades financeiras, que são um terreno fértil para o surgimento de influencers dos mais variados tipos e perfis. 

Contudo, é importante deixar claro uma coisa: não basta você conquistar uma audiência. Seguidores não pagam diretamente as contas no final do mês. A forma como você monetiza seu conteúdo e converte seu público em vendas, sim. 

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Do ‘follow’ ao ‘money’

Nesse ponto, você já deve ter percebido que tem muito dinheiro escondido nas redes sociais. Só que você precisa saber como encontrar esse “pote de ouro”, se quiser ter a chance de realmente ganhar dinheiro com isso. 

E é justamente isso que o especialista em marketing digital Davi Louback quer te ajudar a fazer. 

Se você nunca ouviu falar sobre ele, deixe que os números falam por si só. 

Há 2 anos, Louback era um “zé ninguém” nas redes sociais; seus seguidores no Instagram se restringiam à família e amigos. Mas mesmo assim, ele fez a loucura de largar seu emprego estável em uma multinacional para apostar tudo numa nova rede social chinesa. Isso mesmo: o TikTok. 

Após dominar todas as técnicas para criar conteúdos virais e desvendar o segredo para monetizar sua audiência, o resultado foi o seguinte:

  • Louback fatura de R$ 30 mil a R$ 40 mil por mês, apenas com suas redes sociais; 
  • Entre Instagram, TikTok e Youtube, ele acumula mais de 1,5 milhão de seguidores; 

Isso tudo com o benefício de poder fazer seu próprio horário, trabalhar de qualquer lugar do mundo e depender apenas do celular e de si mesmo para fazer dinheiro. Sem contar outros “extras” que são muito bem-vindos, como convites para festas, jantares em restaurantes chiques e viagens. 

Não satisfeito em aplicar o método cunhado como “Fórmula Viral” em seus próprios perfis, Louback decidiu pôr suas estratégias à prova com outros @’s, de diferentes nichos e públicos.

Ele fez testes com pessoas que estavam começando do zero; com aqueles que já tinham tentado crescer nas redes mas falhado; e até mesmo com pessoas que já tinham um bom alcance, mas tinham “minguado” após um período. 

“Passei os últimos meses transformando pessoas próximas a mim em influenciadores digitais e colocando minha fórmula à prova de todas as maneiras possíveis”, explica o especialista. 

E os resultados são nítidos: ele conseguiu angariar, ao todo, mais de 3 milhões de seguidores para seus mentorandos. Sem gastar um único centavo com Instagram, Facebook ou Youtube Ads. 

E claro: junto desses números expressivos, o dinheiro também veio. As pessoas que receberam a ajuda Louback passaram a faturar 5 dígitos mensais, tanto vendendo posts patrocinados para marcas como anunciando seus próprios produtos e serviços. 

Você não precisa gastar com Instagram Ads para crescer nas redes sociais: conheça o método que fez esse ex-CLT acumular mais de 1,5 milhões de seguidores sem verba de marketing

Conheça o método que fez esse engenheiro largar o emprego CLT e apostar tudo no TikTok, Instagram e Youtube

Vendo o potencial de seu método, Louback resolveu abrir sua Fórmula Viral em uma aula completamente gratuita (clique aqui para receber o link de acesso) e fazer duas propostas ambiciosas para todos aqueles que toparem conhecê-la:

  • Alcançar 12 mil seguidores reais (não robôs nem perfis fakes) em seus perfis; 
  • Obter renda mensal de, pelo menos, R$ 10 mil com redes sociais. 

Sem precisar necessariamente fazer dancinhas nem trends. Sem nem precisar mostrar seu rosto, se você não quiser. Só seguindo as técnicas já testadas inúmeras vezes por Louback. Parece interessante?

Pois saiba que você não precisa ter nenhum trabalho adicional para conhecer as estratégias do especialista. Basta clicar no botão abaixo para se cadastrar e receber o link de acesso para a aula online gratuita, que vai ser liberada no dia 27 de junho

Antes que você feche essa página, peço apenas que considere com uma atenção especial o convite feito no botão acima. 

Esta é sua chance de fazer dinheiro, seja uma renda extra ou um “salário” oficial, com os mesmos aplicativos que você já usa todos os dias para entretenimento. Você não vai precisar nem criar um login a mais. 

Quantas horas por dia você passa no Instagram/Youtube/TikTok? Imagine se esses minutos ociosos pudessem se transformar em dinheiro…

Essa é a proposta de Davi Louback. 

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