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Após um 2025 positivo, mas com volatilidade na reta final, analista aponta fatores que devem impulsionar o mercado em 2026; confira
O ano de 2025 foi marcante para os mercados brasileiro e internacional. O Ibovespa acumulou alta próxima de 34%, enquanto o dólar sofreu queda expressiva. Apesar do cenário positivo, a reta final do ano não escapou de turbulências.
No início de dezembro, com o anúncio da pré-candidatura de Flavio Bolsonaro à presidência da República, a reação do mercado foi de atribuir a herança da rejeição de seu pai. Com isso, a bolsa brasileira perdeu o patamar histórico dos 165 mil pontos, caindo 4,31% no dia 5 de dezembro, apelidado como “Flavio Day”.
Enquanto isso, lá fora, o Nasdaq fechou 2025 com alta de 20%. Mas com um alerta: o receio de uma bolha no setor de inteligência artificial.
Mesmo com o cenário atípico em dezembro, na visão de Matheus Spiess, analista da Empiricus Research, 2026 tende a ser um bom ano. Mas o especialista destaca: “não deve ser um passeio no parque”.
Spiess foi convidado pela Empiricus Asset para analisar o cenário macroeconômico no último report mensal do programa Rentabilidade dos Fundos, ao lado da head comercial da gestora, Raquel Figueireido. Assista à entrevista clicando aqui e confira os destaques a seguir.
Segundo o analista, até outubro, o mercado foi impulsionado por fatores globais. Em meio ao enfraquecimento do dólar, os ativos de risco brasileiros se beneficiaram.
Contudo, no cenário doméstico, os juros elevados ainda chamam a atenção e o mercado agora foca na possibilidade de corte da taxa Selic em breve, o que pode ser outro catalisador para os investimentos na bolsa.
“Na falta de uma âncora fiscal, a âncora monetária precisa trabalhar por dois. Então, a falta de responsabilidade fiscal fez com que a gente tivesse uma política monetária muito contracionista”, diz Spiess no report mensal dos portfólios da gestora Empiricus Asset, o programa Rentabilidade dos Fundos (confira aqui).
Diante desse cenário, o analista aponta que “o fato de o Brasil ter uma atividade desacelerando na margem e uma inflação convergindo [para a meta] possibilitaria que o Banco Central cortasse os juros já em março”.
A depender dos resultados das eleições, os ativos brasileiros podem se beneficiar no caso de um novo presidente mais pró-mercado.
Além disso, Spiess explica que o ajuste fiscal necessário para a economia brasileira deverá ser realizado em breve, independentemente do resultado das urnas: “É inevitável que haja um ajuste fiscal em 2027 (…) porque o dinheiro acabou.”
Já no cenário internacional, os Estados Unidos também devem retomar os cortes de juros ao longo do ano, favorecendo os ativos globais e reforçando a tese do dólar mais fraco.
Assim, esse movimento deve beneficiar novamente os mercados emergentes, incluindo o Brasil.
Ao longo do mês de dezembro e em todo o ano de 2025, a Empiricus Asset, gestora com mais de R$ 5 bilhões sob gestão, capturou retornos expressivos nos portfólios da casa.
O principal destaque desses rendimentos surpreendentes foi o Empiricus Prata FIF Multimercado, que rendeu 34,95% em dezembro e acumulou alta de 111% em 2025.
Outro fundo que brilhou na gestora foi o Empiricus Ouro FIC Multimercado, que subiu 5,68% no mês passado, somando alta de 41,68% no ano.
Além disso, o acumulado do ano foi bem positivo para alguns outros fundos da casa. O Empiricus Microcap Alert, por exemplo, foi o grande destaque na renda variável. Em 2025, a carteira focada em small caps registrou alta de 67,05%.
Com os juros ainda em patamares elevados, a renda fixa continua como destaque entre as opções de investimento.
Nesse contexto, o fundo Empiricus Atrium FIC FIDC registrou resultados expressivos tanto em dezembro quanto no acumulado do ano. Em 2025, o portfólio chegou a render 16,54%, equivalente a 116% do CDI.
Quer saber mais sobre os fundos de investimento da Empiricus Asset e as perspectivas para os próximos meses? Confira abaixo a edição de dezembro do Rentabilidade dos Fundos na íntegra: