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Head de estratégia de investimentos da Empiricus Asset explica por que a disparada de quase 31% das small caps em 2025 pode ter sido só o início de um ciclo positivo
O investidor brasileiro teve motivos para celebrar o ano de 2025. O principal índice da bolsa de valores, o Ibovespa, registrou o melhor desempenho anual desde 2016, com alta de quase 34%. A performance positiva também pairou sobre as ações de menor capitalização, as small caps.
O índice SMLL, que reúne as empresas menores listadas em bolsa, saltou quase 31% no último ano. Porém, o economista George Chen, head de estratégia de investimentos da Empiricus Asset, acredita que esse retorno foi apenas o começo de um ciclo bem positivo para esses ativos no ano que se inicia.
Segundo Chen, “as small caps ainda estão muito atrás do Ibovespa, mesmo tendo uma alta expressiva em 2025. Ainda há bastante espaço para uma recuperação em relação ao principal índice da bolsa”, o que pode se traduzir em oportunidade para o investidor em 2026.
Na visão do especialista, o valuation atrativo é um dos fatores que podem impulsionar esse tipo de ação nos próximos meses, mas não é o único. Entre os catalisadores, há um “gatilho” que pode ser ativado em breve e tem potencial para levar as small caps a um patamar bastante elevado.
Embora os ativos brasileiros tenham registrado um ano promissor em 2025, esse otimismo foi causado, principalmente, por ventos externos. Com a desvalorização do dólar e as incertezas nos mercados internacionais, os investidores estrangeiros enxergaram uma oportunidade de compra no Brasil e em outros países emergentes.
No ano passado, a B3 recebeu R$ 27 bilhões de capital “gringo”. Enquanto isso, os fundos de ações brasileiros tiveram uma fuga de R$ 54 bilhões por parte das pessoas físicas, segundo dados da Anbima.
Ou seja: mesmo com a disparada recente dos ativos de risco, o investidor local ainda não está posicionado na bolsa.
Por outro lado, outra classe de fundos teve uma alta procura no último ano: a renda fixa. Em meio a uma taxa básica de juros de 15% ao ano, o mercado ainda prefere se posicionar em investimentos mais seguros.
Porém, esse cenário pode mudar em breve e é justamente esse o “gatilho” que tende a favorecer a bolsa brasileira como um todo, principalmente as small caps.
Com a inflação convergindo para a meta, o mercado já discute quando o Banco Central começará a cortar a taxa Selic. Ainda há divergências entre as reuniões do Copom de fevereiro e março, mas é consenso de que os juros devem cair muito em breve.
“O grande fator que nos deixa animados é o corte de juros. Os juros a 15% estão exagerados há muito tempo. Só de ter uma pequena inflexão na taxa já vai ajudar bastante, sobretudo as empresas menores”, explica George Chen.
Com a Selic em um patamar menor, a expectativa é de que o apetite ao risco aumente em busca de retornos maiores, o que pode levar mais investidores para a bolsa brasileira e impulsionar os ativos.
Os juros menores tendem a favorecer o mercado de ações, principalmente devido ao aumento do apetite ao risco e à diminuição das dívidas das companhias, o que aumenta a lucratividade das empresas.
Não é à toa que, historicamente, a taxa Selic e os principais índices de ações demonstram uma proporcionalidade inversa: quando os juros caem, os ativos entregam retornos maiores e o contrário também costuma ser verdadeiro.
O gráfico abaixo ilustra essa dinâmica em um comparativo entre a taxa básica (linha azul) e as small caps (linha branca, com base no SMAL11):

Ou seja, embora retornos passados não garantam lucros futuros, é possível que, com a tendência de queda dos juros nesse ano, a disparada de 31% do índice SMLL em 2025 tenha sido somente uma “palhinha” do que está por vir (veja como buscar capturar esse potencial).
É claro que, mesmo com perspectivas promissoras para a classe de small caps, nem todas as ações do segmento têm o mesmo potencial. Afinal, existem diferentes setores, tamanhos das empresas, fundamentos e uma série de outras características particulares de cada companhia.
Portanto, para buscar lucros em 2026 com essas ações, é importante escolher bons ativos que estejam em um excelente ponto de entrada. Mas essa tarefa não é tão simples para o investidor comum.
Por serem empresas menos conhecidas e com menor valor de mercado, é mais difícil encontrar materiais acessíveis para analisar as ações por conta própria, como é possível com outros papéis “gigantes” da bolsa – Petrobras (PETR4), Vale (VALE3) e Itaú (ITUB4), por exemplo.
Pensando nisso, George Chen destaca a importância de ter o auxílio de quem tem expertise no segmento: “Esse universo das small caps é pouco coberto. Até entre os institucionais poucos analistas cobrem. Mas aqui [na Empiricus], a equipe já acompanha há muito tempo e tem uma vasta experiência”.
Ele se refere à equipe de análise da Empiricus Research, que tem uma carteira exclusivamente focada na recomendação de small caps, a Microcap Alert. Os analistas dessa série acompanham a classe de ações menores há mais de dez anos e já capturaram lucros expressivos ao longo do tempo.
Na Empiricus Asset, gestora na qual Chen é head de estratégia, existe um fundo que replica na íntegra essa carteira recomendada pelos analistas da Research.
O portfólio, que leva o mesmo nome – Empiricus Microcap Alert* –, alia o alto potencial lucrativo de investir em small caps à praticidade de ter uma equipe de gestão que cuida de todo o processo de investimento.
Um reflexo do know-how da equipe por trás do Empiricus Microcap Alert é a performance acumulada no último ano. Em 2025, o fundo capturou um retorno expressivo de 67%, equivalente a mais que o dobro do índice SMLL no período (31%).
E o fundo não se destaca somente em relação ao benchmark, como também à toda a indústria. Em um levantamento dos últimos seis meses, o Empiricus Microcap Alert ficou em 1º lugar no top 10 fundos de ações da Mais Retorno:

E o rendimento não é o único fator atrativo sobre esse fundo de investimentos. O Empiricus Microcap Alert também chama a atenção por ser bastante acessível: com o aporte mínimo de apenas R$ 1 mil, é possível se posicionar nas small caps mais promissoras do mercado.
Os especialistas da Empiricus monitoram todo o mercado em busca das small caps mais atrativas da bolsa brasileira. Eles selecionam a dedo as teses que compõem o fundo Empiricus Microcap Alert.
Entre as ações que fazem parte do portfólio estão, por exemplo:
Mas essas são apenas duas de um fundo gerido por uma equipe de alto nível em busca de ativos que aliam:
Para saber mais sobre o fundo Empiricus Microcap Alert, conferir todas as características do portfólio e fazer o seu primeiro aporte, basta clicar neste link ou no botão abaixo.
Lembre-se: o ano de 2026 pode ser bastante promissor para as small caps e é hora de se posicionar com quem entende sobre esse mercado.
*Lembrando que, apesar da acessibilidade em relação ao valor do aporte mínimo, o Empiricus Microcap Alert tem classificação de risco alta e é direcionado a investidores de perfil sofisticado. Portanto, é importante que, antes de decidir, você realize, preferencialmente com a ajuda de um profissional devidamente qualificado, uma avaliação minuciosa do produto e respectivos riscos face a seus objetivos pessoais e à sua tolerância a risco (Suitability).

As informações contidas nesta apresentação não podem ser consideradas como única fonte de informações no processo decisório do investidor, que, antes de tomar qualquer decisão, deverá realizar uma avaliação minuciosa do produto e respectivos riscos, incluindo riscos específicos e inerentes aos ativos digitais, face aos seus objetivos pessoais e ao seu perfil de risco ("Suitability"). RENTABILIDADE PASSADA NÃO REPRESENTA GARANTIA DE RENTABILIDADE FUTURA. Os desempenhos anteriores de ativos digitais não são necessariamente indicativos de resultados futuros. O regime legal e regulatório dos ativos digitais no Brasil e outras jurisdições ainda está em construção, o que pode impactar significativamente seu valor. Assim, não é possível prever o desempenho futuro de um investimento a partir da variação de seu valor de mercado no passado. A RENTABILIDADE DIVULGADA NÃO É LÍQUIDA DE IMPOSTOS. O BTG não assume que os investidores vão obter lucros, nem se responsabiliza pelas perdas. FUNDOS DE INVESTIMENTO NÃO CONTAM COM GARANTIA DO ADMINISTRADOR, DO GESTOR, DE QUALQUER MECANISMO DE SEGURO OU FUNDO GARANTIDOR DE CRÉDITO – FGC. LEIA O PROSPECTO E O REGULAMENTO ANTES DE INVESTIR.
Empiricus Microcap Alert FIF Ações. Classe: única. Público-alvo: Investidor Geral. Investimento mínimo inicial: R$ 1.000,00. Valores de aporte mínimo: R$ 100,00. CNPJ: 35.780.039/0001-53. Prazo de Cotização – Aplicação: D+1. Prazo de Pagamento – Resgate: D+62. Data de início: 11/02/2020. Rentabilidade mensal até 14/01/2026: -0,33%. Rentabilidade acumulada nos últimos 12 (doze) meses: 66,28%. Patrimônio líquido médio mensal dos últimos 12 (doze) meses: R$ 34.129.487,46. Taxa Global: 1,5% (um e meio por cento). Taxa Máxima Global: 1,5% (um e meio por cento). Taxa de performance: 20% sobre o que exceder o SMAL11. Rendimento YTD (até 14/01/2026): -0,33%. Grau de risco: Sofisticado. Material técnico sobre o fundo aqui.