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Especialista participou de painel sobre cripto no evento do Seu Dinheiro. Ele compartilhou projeções sobre o mercado e falou a respeito do bitcoin
O “Onde Investir em 2026” foi ao ar no último dia 21 com diversos insights importantes, como os trazidos por Guilherme Prado, diretor da Bitget para o Brasil, durante o painel dedicado às criptomoedas.
Em sua participação, ele abordou estratégias para a carteira e revelou quais são as principais criptos para ficar de olho neste ano.
Em sua visão, a melhor forma de investir no cenário atual é buscar formas de fazer os aportes renderem dividendos em dinheiro, com destaque para sistemas automatizados. Em suas palavras: “o ano é para buscar yield”, (termo em inglês para dividendos). Entenda melhor a seguir.
Prado explicou que o mercado de cripto passa por um momento de consolidação: “a gente vê os ativos tradicionais e os digitais se unindo”.
Como exemplo desse processo, ele cita a própria Bitget, que deixou de ser uma corretora centralizada – focada apenas em criptomoedas de sua plataforma – para se tornar uma UEX (sigla em inglês para exchange universal).
Ou seja, a empresa também permite a negociação de moedas fiduciárias, como o dólar, e ações tokenizadas (também chamadas pelo termo em inglês tokenized stocks).
O diretor da Bitget para o Brasil ainda destacou a força da tokenização de ativos do mundo real (RWAs, na sigla em inglês) para 2026, como um dos principais movimentos para consolidar esse mercado.
A busca por ganhos com os criptoativos não está limitada a traders: “digamos que você é um profissional liberal e não tem tempo livre. É possível buscar nas corretoras formas de fazer investimentos automatizados, que são muito mais simples, basta apertar alguns botões”.
A plataforma da Bitget, por exemplo, oferece essa funcionalidade aos investidores de cripto.
Além disso, Guilherme Prado ressaltou durante o “Onde Investir em 2026” que este é um ano para ser mais conservador no mercado de cripto. Sua sugestão é sempre ter um pouco de bitcoin (BTC) na carteira antes de fazer aportes em outras moedas.
Ele ainda sugere que a diversificação entre ativos digitais seja feita apenas com os dez maiores em negociação.
Há uma pergunta no mercado, em tom de brincadeira, que foi respondida por Prado durante o painel: o bitcoin morreu em 2025 e estamos no velório dele agora?
Esse questionamento é feito porque a maior criptomoeda do mundo atingiu seu recorde histórico de US$ 126 mil no último mês de outubro, mas passou por uma forte desvalorização na sequência. No início de 2026, ela foi negociada ao redor dos US$ 90 mil.
Para Guilherme: “com certeza o bitcoin não morreu, o que houve foi uma mudança de humor”. Ele explicou que havia analistas esperando um desempenho em trajetória mais linear para a moeda, diferente do que ocorreu – um fator responsável por gerar frustração em parte dos investidores.
“Mas o ativo continua sendo o mesmo e a projeção também. Além disso, a gente sabe que existem quedas abruptas nesse mercado, de acordo com o sentimento”, completa.
Questionado sobre suas projeções para o preço do bitcoin neste ano, Prado espera que a cripto volte para a faixa de preço registrada em sua máxima histórica: “Vamos comemorar se estiver acima de US$ 125 mil”.
Na visão do diretor da Bitget para o Brasil, sim. Afinal, a tese de reserva de valor continua a mesma. A cripto foi programada para ter uma produção limitada a 21 milhões de unidades, uma característica que gera escassez de oferta.
Guilherme Prado afirmou durante o painel que a diferença hoje é que eventos geopolíticos e o fluxo de investimentos dos ETFs impactam a cotação da moeda para cima e para baixo. Porém, estas não são características capazes de tirar do BTC a capacidade de funcionar como ouro digital.
Prado participou do painel sobre criptomoedas do “Onde Investir em 2026” ao lado de Marcello Cestari, especialista em criptomoedas da Empiricus Asset, e Alexandre Vasarhelyi, sócio-fundador e gestor de cripto da B2V Crypto, em uma conversa mediada pelo jornalista Renan Sousa, editor-assistente especializado em criptomoedas do portal Money Times.
Os especialistas abordaram diferentes assuntos que podem ter impacto nos investimentos em ativos digitais ao longo de 2026. O painel foi ao ar no último dia 21, mas você pode conferir o conteúdo na íntegra. Acesse a gravação abaixo: