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Mineradora aumenta sua produção em meio ao ciclo de alta do ouro, e analistas do BTG Pactual acreditam que este cenário ainda pode se intensificar; entenda
Na véspera do carnaval, os BDRs AURA33, da mineradora canadense Aura Minerals, eram negociados na faixa de R$ 122, na bolsa brasileira, valor muito acima dos R$ 29 registrados um ano antes. Mesmo com esse crescimento, a equipe de analistas do BTG Pactual espera ainda mais para 2026.
O brilho da empresa vem da extração de cobre, prata e, principalmente, ouro. Em 2025, foram produzidas 280.414 onças equivalentes de ouro. Ao mesmo tempo, o metal precioso passou por uma valorização histórica de 64%.
Não à toa, a companhia segue integrando a carteira recomendada de small caps do banco, que teve alta de 48,8% no acumulado do ano passado, frente a 31% do Índice Small Cap (SMLL).
No começo de 2026, o ouro tem sido negociado ao redor dos US$ 5 mil por onça. Na visão dos analistas do BTG Pactual, esse preço tende a ser normal ao longo do ano, com a cotação do metal se mantendo acima dos US$ 4.700.
Essa já é uma boa notícia para a Aura Minerals, mas a empresa também faz a lição de casa e deve agregar dois novos ativos ao seu portfólio neste ano. No longo prazo, a produção pode crescer até as 600 mil onças, mais que o dobro do registrado no último ano.
A equipe ainda destaca em relatório a distribuição de dividendos trimestrais consistentes, com yield esperado entre 6% e 8% ao longo do período de investimento. Além disso, a Aura Minerals se vale de baixa alavancagem e redução do risco, à medida que diversifica seus investimentos.
O BTG Pactual é o maior banco de investimentos da América Latina e mantém uma carteira recomendada de small caps para seus clientes desde julho de 2010.
Nesses quase 16 anos, a seleção de ativos acumula alta de 6.442%, enquanto o SMLL (índice referência para as small caps), 123,4%. Os valores de rentabilidade consideram os últimos preços de fechamento disponíveis em 13 de fevereiro.
O portfólio é composto por 10 ativos selecionados pela equipe de análise e estratégia do BTG. As empresas estudadas são majoritariamente aquelas com valor de mercado ao redor de R$ 15 bilhões, e o benchmark da carteira é o SMLL.
A equipe de analistas do BTG Pactual atualiza a carteira de small caps todos os meses. Para fevereiro, os profissionais tiraram as recomendações de Unifique (FIQE3) e Vivara (VIVA3) para substituir por outros dois papéis com mais chances de manter o bom desempenho do portfólio.
Além disso, você poderá acessar o relatório da carteira na íntegra, e saber quais são as 10 empresas escolhidas pelos analistas do banco, de forma gratuita. Esta é uma cortesia do BTG Pactual para os leitores do Seu Dinheiro.
DISCLAIMER: Este material não tem relação com objetivos específicos de investimentos, situação financeira ou necessidade particular de qualquer destinatário específico, não devendo servir como única fonte de informações no processo decisório do investidor que, antes de decidir, deverá realizar, preferencialmente com a ajuda de um profissional devidamente qualificado, uma avaliação minuciosa do produto e respectivos riscos face a seus objetivos pessoais e à sua tolerância a risco (Suitability).