O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
O BTG Pactual divulgou a carteira recomendada de small caps para fevereiro e deixou Unifique (FIQE3) e Vivara (VIVA3) de fora; confira
Fevereiro já começou e muitos investidores se perguntam se é o momento de ajustar suas carteiras. Para facilitar a decisão, o BTG Pactual se antecipou e já divulgou a carteira recomendada com as 10 small caps para este mês.
Como você já deve ter acompanhado, o Ibovespa continua renovando máximas históricas. E, recentemente, o principal índice da bolsa brasileira ultrapassou os 187 mil pontos.
Esse avanço tem sido sustentado pelo forte fluxo de capital estrangeiro, que impulsiona sobretudo as grandes empresas da B3. Enquanto isso, as small caps não acompanham a exata velocidade de valorização.
Todavia, a perspectiva é de que, em breve, um catalisador possa potencializar os ganhos com essas empresas de menor capitalização de mercado.
Na última reunião do Copom, o Banco Central manteve a taxa Selic em 15%, em linha com as expectativas do mercado. Porém, o foco estava no tom do comunicado.
De acordo com a ata do Copom, considerando um ambiente de inflação mais baixa, há espaço para iniciar um ciclo de queda de juros. Contudo, o comitê sinalizou que será um ajuste mais cauteloso.
Mesmo que as expectativas estejam entorno de um ajuste de 0,25 ponto percentual, as small caps podem ter espaço para ganhar valorização.
Segundo Bruno Henriques, head de análise de renda variável do BTG Pactual, “as small caps são mais ligadas ao mercado interno e, historicamente, acabam apresentando uma correlação mais significativa quando tem o movimento do corte de juros”.
Essas empresas dependem mais de crédito, têm valuations mais afetados pelas taxas e menor liquidez. Por isso, tendem a se beneficiar quando os juros começam a cair.
Nesse cenário, o BTG Pactual realizou ajustes estratégicos na carteira recomendada de small caps.
Uma das mudanças foi deixar Unifique (FIQE3) e Vivara (VIVA3) para trás. Porém, os analistas apontaram uma ação que pode subir até 47% e mais 9 ativos para comprar agora.
Unifique (FIQE3) e Vivara (VIVA3) deixaram lembranças para a carteira mensal de small caps do BTG Pactual. E, dessa forma, uma varejista focada em eficiência operacional ganhou espaço.
Essa companhia se destaca pelo aumento de vendas por metro quadrado, o que é apontado pelos analistas como principal fonte de valor para 2025.
Com preço atual de R$ 12,88, essa ação tem preço‑alvo de R$ 19,00. Ou seja, seu potencial de valorização chega a 47%.
Além disso, a companhia usa precificação dinâmica para preservar competitividade no varejo e, ao mesmo tempo, promove ajustes seletivos via melhor mix e maior qualidade.
O papel negocia a 7,5 vezes o lucro de 2026, reforçando a recomendação de compra do banco.
Mas a varejista não é a única indicação dos analistas. Todos os meses, o BTG Pactual seleciona as 10 melhores oportunidades e performances do mercado de small caps brasileiro.
Por isso, além da varejista, os analistas indicaram mais 9 papéis para investir em fevereiro.
A boa notícia é que você, leitor, pode conferir essa seleção completa em poucos passos. Basta clicar aqui e fazer um cadastro rápido para liberar o seu acesso a plataforma de conteúdos do BTG Pactual.
Vale lembrar que esta é uma cortesia do banco aos nossos leitores, por isso você não precisa pagar nada para ter acesso a esse conteúdo.
Quer descobrir qual é a ação que pode subir até 47% e conferir as outras 9 small caps recomendadas pelo BTG Pactual? Clique no botão abaixo agora mesmo:
DISCLAIMER: Este material não tem relação com objetivos específicos de investimentos, situação financeira ou necessidade particular de qualquer destinatário específico, não devendo servir como única fonte de informações no processo decisório do investidor que, antes de decidir, deverá realizar, preferencialmente com a ajuda de um profissional devidamente qualificado, uma avaliação minuciosa do produto e respectivos riscos face a seus objetivos pessoais e à sua tolerância a risco (Suitability).