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Após um comunicado conservador, é o próximo relatório que pode revelar se há espaço para cortar a Selic já em janeiro
A reunião do Comitê de Política Monetária realizada na quarta-feira (10) encerrou sem novidades relevantes. O mercado já apontava para a estabilidade da Selic, e foi exatamente o que aconteceu: a taxa permaneceu em 15% ao ano.
Esse foi o quarto encontro seguido em que o Banco Central mantém os juros no nível mais alto dos últimos 20 anos.
Contudo, o que chamou atenção dos mercados foi que o comunicado trouxe poucas alterações e mais importante: sem indicar cortes.
É de praxe que o mercado avalie cada palavra, cada vírgula do comunicado do Copom na tentativa de encontrar indícios de quais serão os próximos passos do Banco Central na condução da política monetária.
Afinal, é com base nas “pistas” deixadas pela autoridade que os investidores fazem suas projeções para economia brasileira. O mercado também usas essas pistas como cenário para decidir onde investir, pelo menos, até o próximo Copom.
Mas embora o Banco Central tenha optado por manter uma postura conservadora em seu comunicado, Lais Costa, analista da Empiricus Research aponta que outro documento a ser divulgado no próximo dia 18 pode indicar os rumos dos juros.
Além do comunicado no dia da decisão do Banco Central, o mercado costuma aguardar a Ata do Copom. No documento divulgado uma semana depois a autoridade explica em mais detalhes o motivo da decisão.
Mas, diante da falta de sinalização clara com relação a um corte na Selic na reunião de janeiro, Lais aponta que a decisão da autoridade monetária vai depender dos dados conhecidos até lá.
Nesse sentido, um outro relatório da próxima quinta-feira (18), pode dar mais pistas do que esperar dos juros: o Relatório de Política Monetária (RPM).
Este documento explica como o Banco Central está conduzindo a política de juros e como enxerga o cenário econômico.
Lais destaca que, uma das poucas novidades apresentadas pelo comunicado do Copom em sua última reunião do ano, foi justamente a revisão da projeção da inflação de 3,3% para 3,2%.
Assim, a analista acredita que o RPM que será divulgado na próxima semana pode “mostrar a inflação do terceiro trimestre de 2027 em 3,1%, virtualmente na meta.”
Vale destacar que, as decisões tomadas pelo Banco Central no presente miram um período no futuro. Ou seja, o efeito da manutenção, alta ou corte da Selic na economia demora entre 9 a 12 meses para acontecer.
Dessa forma, se o Relatório de Política Monetária realmente apontar expectativas de uma inflação a 3,1% em 2027, a possibilidade de corte de juros já em janeiro ganha força.
“Diante da trajetória convergente de inflação, o ambiente externo benigno e a desaceleração (ainda que bastante gradual) da economia brasileira, continuamos esperando o primeiro corte de 25 pontos-base na primeira reunião de 2026”, aponta a analista.
Assim, para tentar capturar as oportunidades nesse cenário de mudanças do ciclo de juros, Lais Costa selecionou 4 títulos de crédito privado para investir ainda com a Selic a 15% ao ano.
Com a expectativa de corte de juros, a renda fixa deve passar a oferecer títulos com retornos menores. Contudo, quem topa um risco um pouco maior que o da renda fixa tradicional tem a oportunidade de capturar rentabilidades reais de 7,6% acima da inflação.
Embora a taxa esteja bem próxima à do Tesouro IPCA+, esse ativo conta com a grande vantagem da isenção de Imposto de Renda. Isso pode fazer grande diferença na rentabilidade ao fim do investimento.
Ou seja, com esses títulos é possível “travar” um retorno real de 7,6% ao ano com isenção de IR. Contudo, assim como as oportunidades surgem, elas podem acabar.
Como dito, a expectativa da analista da Empiricus, assim como boa parte do mercado, é de um corte de juros já em janeiro. Por isso, o ideal é investir nesses ativos o quanto antes.
A boa notícia é que você pode conhecer a carteira completa com os títulos recomendados por Lais. A Empiricus Research está disponibilizando como cortesia o acesso gratuito à carteira com os 4 títulos da renda fixa.
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