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Analista acredita que, entre Cosan e Raízen, apenas uma negocia suas ações abaixo do que deveria; veja qual
A Cosan (CSAN3) é uma holding brasileira do setor de infraestrutura e energia, com um portfólio diversificado que inclui empresas como Rumo (RAIL3), Compass (PASS3), Moove e Raízen (RAIZ4).
Esta última vem passando por um processo de turnaround e costuma atrair a atenção de investidores em busca de oportunidades de valorização, aproveitando o preço mais baixo das ações e a perspectiva de recuperação operacional.
Mas afinal, no cenário atual, é melhor investir nas ações da Cosan ou diretamente na Raízen?
Para a analista Larissa Quaresma, da Empiricus, o investimento na holding se mostra mais atrativo no momento.
Os resultados da Raízen no 1T25 vieram abaixo das – pessimistas – estimativas do mercado, e, segundo a analista, o turnaround deve demorar algum tempo para ocorrer. A companhia registrou um prejuízo de R$ 2,5 bilhões entre os meses de janeiro e março.
“Foi um resultado fraco. Sabemos que a operação não está legal, e que a Raízen está começando um processo de turnaround. Esperamos que leve cerca de 18 meses para voltar a gerar caixa e entregar bons resultados operacionais”, afirmou.
Por outro lado, Larissa Quaresma enxerga uma assimetria de valor favorável para as ações da Cosan. Esse foi um dos motivos pelo qual a analista incluiu CSAN3 na carteira de 10 ideias da Empiricus.
“O fato de termos colocado Cosan na carteira tem mais a ver com uma assimetria de valor que vemos na holding do que com a Raízen em si. A Raízen está razoavelmente bem precificada, dada a realidade operacional”, disse.
Já o valor de mercado da Cosan, de acordo com a analista, não reflete a soma de todos os ativos que compõem o conglomerado. Ao somar todas as empresas sob o guarda-chuva da Cosan, a analista chegou a um desconto de holding no valor de 55%.
“O razoável seria 25%. Para que a Cosan negocie a 25% de desconto de holding, teria que ir para R$ 13. É um upside potencial de 70%”, avalia.
Além do preço de entrada atrativo, a Cosan tem outro fator que pode beneficiar a tese nos próximos meses: o fim do ciclo de alta da Selic e, posteriormente, a queda na taxa de juro brasileira.
“A Cosan é um dos cases mais recomendados para surfar qualquer descompressão que a gente tenha na curva de juros, que está mais estressada do que deveria, ou qualquer antecipação de discussão de corte de Selic. É uma tese alavancada, mas estar na holding tem uma margem de segurança maior no valuation do que nas subsidiárias”, disse.
Mensalmente, Larissa Quaresma seleciona 10 ações brasileiras com potencial de entregar bons retornos aos investidores.
Para maio, você já sabe que uma das escolhas foi a Cosan, mas ainda há outras 9 ações que podem trazer bons frutos na bolsa brasileira.
No acumulado do ano, a carteira da analista apresenta valorização de 24%, contra 15% do Ibovespa.
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