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Na última sexta-feira (17), o bitcoin acumulava uma desvalorização de mais de 13%, com a volta do embate comercial entre os Estados Unidos e China e o aumento do cenário de aversão ao risco.
Apesar do tombo, a primeira e maior representante do segmento voltou a subir essa semana, sendo negociada próxima à casa dos US$ 110 mil.
Fato é que o segmento dos ativos digitais possui bastante volatilidade e quedas abruptas como essas são normais.
Ainda assim, é comum que investidores se questionem nesse momento: o bitcoin (BTC) deve romper em algum momento esse patamar e chegar a valer uma fortuna?
Segundo uma pesquisa do banco britânico Standard, essa resposta é sim.
Isso porque, de acordo com o estudo, o bitcoin pode terminar o ano de 2028 cotado em US$ 500 mil.
Caso esse cenário se concretize, isso representaria uma valorização de 400% no preço atual do ativo.
A alta valorização ocorreria impulsionada principalmente pelos fluxos internos de investimentos por parte de agentes institucionais, em especial empresas, fundos soberanos e de pensão.
Agora, embora se torne cada vez menos acessível investir na criptomoeda, é fato que a valorização do BTC pode representar um "oceano" de oportunidades para os investidores interessados no setor.
No estudo, o banco britânico destacou ainda que os balanços trimestrais do final de 2024 indicam que essa “institucionalização” do setor já está acontecendo e deve ganhar cada vez mais força em um futuro próximo.
A expectativa é que não demore para que fundos de pensão e até bancos centrais passem a investir no bitcoin em um futuro próximo, o que pode elevar o valor do BTC.
Mas, afinal, o que isso representa para os investidores do mundo cripto? Simples, a abertura de “janelas de oportunidades”.
Como o Bitcoin é a criptomoeda de maior capitalização do segmento, quando ela sobe, é comum que outras criptomoedas comecem a subir também.
Historicamente, a classe de criptomoedas que costuma ser a mais beneficiada nesse movimento são as altcoins – ativos menores, fora do radar do mercado e com alto potencial de valorização.
No passado, algumas altcoins começaram a disparar após o ciclo de alta do BTC entrar em evidência. Um dos exemplos foi a criptomoeda Solana (SOL), que acumulou 647,7% de valorização em 2023.
Na prática, isso significa dizer que os investidores que estiverem preparados e souberem como procurar os ativos com potencial de valorização podem ter a chance de embolsar pequenas fortunas.
Embora existam boas oportunidades no segmento, é fato que nem todos os investidores possuem tempo e conhecimento para operar criptomoedas.
Esses fatores, inclusive, são alguns dos motivos que fazem investidores interessados desistirem de procurar por oportunidades no setor.
No entanto, após a chegada de uma nova Inteligência Artificial no mercado, esses problemas podem estar com os dias contados.
A IA em questão se chama Memebot e é basicamente um “robô” que busca valorizações na ordem de até 300x com investimento em memecoins.
Para quem não está familiarizado, as memecoins são moedas inspiradas em memes e tendências virais da internet. Elas surgem de forma espontânea e têm um ciclo de vida extremamente acelerado.
Além disso, elas fazem parte da categoria das altcoins – criptomoedas que podem ser beneficiadas com uma possível valorização do bitcoin.
Bom, mas o que o Memebot faz exatamente?
A ferramenta funciona como um sistema automatizado que opera pelo investidor em busca de memecoins com sinais de explosão iminente.
Assim que o Memebot identifica uma moeda que está “escalando”, ele executa a compra automaticamente, sem que o investidor precise se preocupar com nada além do aporte mínimo para o funcionamento do robô.
No passado, alguns investidores que aplicaram dinheiro em memecoins de sucesso, hoje podem se considerar milionários.
Apesar de essas criptos terem surgido inicialmente como uma simples brincadeira, com o tempo algumas delas podem transformar pequenos investimentos em verdadeiras fortunas:
Claro, é importante lembrar que retornos passados não garantem resultados futuros. Esses são casos excepcionais — tão raros quanto arriscados.
Além disso, a recomendação dos especialistas é que o investidor aplique um dinheiro que não vá comprometer seu orçamento no final do mês.
Ainda assim, eles servem para mostrar que, quando o risco é bem administrado, o retorno pode acompanhar e que ganhos expressivos no setor são, sim, possíveis.
Partindo dessa visão, o criador do Memebot e economista do Insper, Valter Rabelo, acredita que é plausível transformar R$ 1 mil em até R$ 300 mil com o apoio da ferramenta.
Nesta quarta-feira (22), Rabelo vai explicar como os investidores interessados podem ter acesso a estratégias e buscar lucros no mercado.
Caso queira saber mais informações e ser avisado quando a ferramenta estiver disponível, basta clicar no botão abaixo: