O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Analistas do banco chamam atenção para a governança corporativa e para a defasagem de preços dos combustíveis, mas elegem a estatal como a preferida do setor; entenda os motivos
O petróleo ainda caro e a desvalorização do real ante o dólar são motivos suficientes para deixar muito investidor com o pé atrás com a Petrobras (PETR4) — a estatal mudou a política de preços e, desde então, tem segurado repasses aos consumidores. Ainda assim, a possibilidade de pagamento de dividendos é uma das justificativas para ter as ações em carteira, segundo o BTG Pactual, mas não é a única.
Os analistas Bruno Henriques, Luis Mollo e Marcel Zambello recomendam a compra dos papéis da companhia, que é a principal escolha do banco no setor.
Segundo o BTG, o dividend yield (retorno de dividendos) que a Petrobras oferece “mais do que precifica os riscos”. A projeção dos analistas é que esse número pode ser de 12% em 2025 – ou mesmo de 14%, caso a petroleira anuncie pagamentos extraordinários.
A distribuição de proventos, no entanto, não é o único motivo para o BTG recomendar a compra de Petrobras agora. Os analistas também citam a assimetria de lucros positiva em relação às previsões dos preços do petróleo, do câmbio e da produção.
O mix de produção, que tende a melhorar progressivamente até 2030 e aumentar os ROICs (retorno sobre capital investido) da companhia, também justifica, na visão do banco, ter as ações da estatal na carteira.
Uma das coisas que tira o sono do investidor quando o assunto é Petrobras é a defasagem de preços que a estatal passou a incorporar depois que mudou a política de preços para a gasolina e para o diesel, em 2023.
Leia Também
Na ocasião, a petroleira parou de se balizar no valor de paridade de importação (PPI), que considerava o valor do petróleo no mercado global, além de custos logísticos e taxas.
Ao invés disso, passou a considerar o custo alternativo do cliente (o preço internacional do petróleo), como valor a ser priorizado na precificação; e o custo de oportunidade (por quanto ela conseguiria exportar a commodity).
A estratégia se baseou em definir uma faixa de preço, exigindo que a empresa mantivesse o valor dos combustíveis entre esses limites durante o ano.
Desde então, a Petrobras vem fazendo bem menos ajustes no diesel e na gasolina do que no período entre 2019 e 2022.
No momento, o preço praticado pela estatal têm um desconto de 18% para o diesel e 11% para a gasolina, em relação ao valor de paridade de importação (PPI).
Diante disso, o BTG não descarta a possibilidade de reajuste dos combustíveis em breve.
“Historicamente, sempre que os descontos se aproximam de 20%, a Petrobras aumenta seus preços. Como já estamos próximos dessa marca, a menos que os spreads globais de refino diminuam ou o real se valorize em breve, acreditamos que um anúncio de aumento de preço está se tornando cada vez mais provável”, escrevem.
Além disso, o Brasil depende significativamente da importação de diesel e tem um giro de estoque de combustível baixo. Por isso, manter um preço muito abaixo do valor praticado internacionalmente pode gerar escassez.
Afinal, se os descontos forem muito grandes por muito tempo, as refinarias podem não ter incentivo para produzir.
Os analistas do BTG veem que o aumento do preço dos combustíveis é um risco mais qualitativo do que quantitativo e a estatal deve continuar a ter um bom desempenho, praticamente descorrelacionado à escalada dos preços.
O que pode prejudicar a tese de investimentos é, na verdade, um outro fator: a governança corporativa, que segue um tema importante para análise.
“Toda a tese continua a depender fortemente de nossa crença de que os mecanismos de governança corporativa da Petrobras permanecerão intactos”, reforçam os analistas.
Nesse ponto, os estatutos da empresa e a lei das estatais seguem como delimitadores importantes para que o governo não interfira nos ajustes de preços e cause danos à Petrobras, mesmo com todo o ruído político.
Os papéis da companhia chegaram a subir mais de 8% nesta sexta-feira (13) com a revisão do preço-teto do leilão de reserva
Os papéis da mineradora acumulam ganho de 22% em 2026; saiba se ainda há espaço para mais ou se VALE3 chegou ao topo da valorização para o ano
Com os recentes rebaixamentos feitos por agências de classificação de risco, a produtora acredita que será mais difícil vender ativos, recuperar créditos fiscais e até pegar crédito no mercado, já que perdeu o grau de investimento
A renúncia acontece em um momento sensível para a empresa, que atravessa processo de privatização por meio de oferta de ações na Bolsa
Seis anos após crise contábil, resseguradora tenta consolidar virada enquanto enfrenta novas arbitragens de acionistas
Projeções da Bloomberg indicavam expectativas mais altas de receita e Ebitda, depois do recorde de produção e da volta ao topo do ranking global de minério
Com a Raízen afundando para a faixa de alto risco, a S&P passou a ver mais incertezas e riscos financeiros para a controladora
Antiga controladora da petroquímica teria sido responsável por evento pontual que pressionou indicador do BB, diz Money Times
Mesmo com pressão sobre volumes e margens, ABEV3 avança embalada por JCP e pelo humor do mercado; bancos divergem sobre o balanço
As ações da ex-Guararapes reagem positivamente ao balanço do quarto trimestre de 2025, com o melhor ano da série histórica para a varejista de moda
A Petrobras optou por não comprar a parte da Novonor para se tornar dona sozinha da petroquímica, nem vender sua própria fatia na mesma operação
FGC impõe reforço extraordinário e eleva contribuição anual dos bancos para recompor liquidez; entenda o impacto para o BB
Administração fala em “low teens” para o ROE e prioriza ajuste da carteira antes de aumentar remuneração ao acionista
A empresa fechou os últimos três meses de 2025 com um lucro 44,3% maior em base anual; XP diz que o trimestre foi consistente
A petroleira optou por não exercer seus diretos de preferência e tag along na operação, abrindo caminho para a gestora finalizar o negócio
Essa será a primeira vez que a Havan patrocina diretamente um produto da Globo desde que Jair Bolsonaro foi eleito à presidência
Ações do Assaí (ASAI3) disparam hoje com mais um avanço do atacarejo no mundo digital, apesar de resultado fraco
Operação ainda depende de aprovações regulatórias e reforça estratégia do banco no crédito digital
Apesar de um balanço mais forte que o esperado, o mercado ainda não se deu por convencido; entenda o que continua a frear o otimismo
Com recorde de produção e volta ao topo do ranking global, mineradora chega aos resultados financeiros com expectativas mais altas de receita e Ebitda