Favorita da saúde na B3: ação da Rede D’Or (RDOR3) já subiu 50% em 2025, mas Itaú BBA ainda vê espaço para mais
Analistas elevaram o preço-alvo para R$ 46 para o fim de 2025 e reforçaram o favoritismo da ação no setor de saúde

Em setor onde margem é vida e sinistralidade pode ser fatal, a Rede D’Or (RDOR3) segue operando com precisão cirúrgica, na avaliação do Itaú BBA.
Após o balanço robusto do primeiro trimestre de 2025, o banco manteve a recomendação de compra para os papéis. Aliás, a companhia segue como a favorita do banco na ala da saúde da bolsa brasileira.
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Com otimismo renovado, os analistas revisaram para cima o preço-alvo de RDOR3, que passou de R$ 37 para R$ 46 ao fim de 2025.
A nova estimativa indica um potencial de valorização de 21,7% em relação ao último fechamento, apesar da performance forte dos papéis no ano.
As ações da Rede D’Or acumulam alta de cerca de 50,2% desde o início de 2025. A empresa supera, com folga, o desempenho do Ibovespa no período.
O favoritismo da Rede D’Or (RDOR3)
Apesar do valuation não ser exatamente uma pechincha, com as ações RDOR3 negociadas a 19 vezes o lucro estimado para este ano, o Itaú BBA vê a Rede D’Or consolidando a posição como protagonista do setor de saúde.
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“Nossa tese de investimento na Rede D'Or permanece firme, com a vantagem competitiva da empresa se tornando cada vez mais evidente a cada trimestre”, disseram os analistas.
Nas palavras do Itaú BBA, “o que já parecia promissor agora está comprovado”. Não à toa, na visão do banco, a ação segue como a “preferida do portfólio” no segmento.
A combinação entre qualidade, forte perspectiva de crescimento de lucros, vantagem competitiva clara e a melhora do momento operacional da companhia reforçam a tese de investimento.
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Por trás da tese otimista
Na visão do banco, a expansão marginal da Rede D’Or deverá gerar retornos acima da média, principalmente devido à parceria estratégica com a Bradesco Saúde.
Os analistas seguem otimistas em relação à parceria com a Bradesco Saúde. A visão é sustentada pelo grande número de cidades com forte adequação demográfica, com demanda robusta e ausência de concorrentes locais fortes.
Outro ponto de destaque é o ramp-up dos hospitais da Atlântica D’Or, que deve aliviar a pressão nas margens e impulsionar os resultados até dezembro. Os analistas esperam uma inflexão positiva na margem a partir do segundo semestre.
Além disso, a SulAmérica — divisão de seguros da Rede D’Or — surpreendeu positivamente no trimestre, com ganhos de eficiência e melhora na sinistralidade.
“Permanecemos otimistas em manter o forte ritmo observado em 2024, graças à forte integração da SulAmérica com a Rede D'Or e às robustas ferramentas de controle de sinistralidade que sustentam sua competitividade”, escreveu o banco.
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