O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Financiamento para recuperação do segmento deve ter taxas de juros mais baixas e com maior prazo de financiamento; ações das empresas despencam na bolsa em 2024
O governo federal está na tentativa de salvar as companhias aéreas das turbulências no setor. Após o presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionar uma lei que disponibiliza recursos para a recuperação do setor na última semana, o valor divulgado recebeu um “incremento” nesta sexta-feira (27).
A lei aprovada pelo presidente autoriza que os recursos do Fundo Nacional de Aviação Civil (FNAC) sejam usados para conceder crédito a empresas aéreas.
A estimativa era de que o fundo financiaria cerca de R$ 5 bilhões para ajudar na recuperação das empresas aéreas. Porém, nesta sexta, o Ministério de Portos e Aeroportos (MPor) identificou mais R$ 1 bilhão em recursos que podem ser usados para “engordar” o socorro financeiro para as companhias.
Agora, o valor concedido é estimado em R$ 6 bilhões e as operações serão realizadas pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).
Após a aprovação do governo federal, as regras para acessar os recursos ainda estão em definição junto ao Conselho Monetário Nacional (CMN).
O órgão precisa estabelecer a taxa de juros diferenciada para esse crédito, as finalidades específicas, os prazos de pagamento, as comissões e as demais condições.
Leia Também
A expectativa do governo é de que esses financiamentos encerrem mais uma etapa para tentar contornar a crise das companhias de operação doméstica.
Com o fundo, as empresas poderão acessar linhas de crédito com taxas de juros mais baixas e com maior prazo de pagamento. Entre os possíveis destinos para os recursos estão a quitação de dívidas, compra de novas aeronaves ou reforma da frota atual.
O ministro de Portos e Aeroportos, Sílvio Costa Filho, destacou, quando a proposta entrou em tramitação, que o cenário ainda não está fácil para as aéreas devido aos efeitos da pandemia de covid-19 e o aumento dos custos operacionais:
"Não tivemos, nos quatro anos do governo anterior, nenhum apoio concreto para as companhias aéreas brasileiras, nenhuma agenda de redução de custo do querosene da aviação. Nenhuma operação de crédito foi feita com o BNDES ou qualquer outro agente econômico”, afirmou.
Em meio à pressão sobre o setor aéreo, as ações do setor vivem um período de sangria. Os papéis da Gol (GOLL4) e da Azul (AZUL4) refletem as incertezas do investidor sobre o segmento.
Desde o início do ano, a Gol enfrenta uma recuperação judicial nos Estados Unidos, processo conhecido como Chapter 11.
Até julho, a empresa acumulava dívida líquida de R$ 28 bilhões. No acumulado de 2024, os papéis GOLL4 despencam 86,6% e reagiram em tímida alta de 0,92% nesta sexta (27) após as atualizações do governo sobre o suporte financeiro.
A Azul está se esforçando para escapar de um pedido de recuperação judicial como aconteceu com a concorrente Gol. A empresa tem feito negociações com seus credores para reestruturar as dívidas, mas as ações ainda acumulam queda expressiva no ano.
Em apenas 5 dias, os papéis AZUL4 dispararam 21,9% na bolsa, mas desde janeiro sofrem uma despencada de 59,5%. Nesta sexta, os papéis tiveram valorização de 6% como reação aos possíveis acordos com credores.
*Com informações do Estadão Conteúdo e Agência Brasil
Nova gigante nasce com escala bilionária e mira Novo Mercado — mas o que muda para Rede D’Or, Fleury e Mater Dei?
Qualquer melhora na bolsa depende do sucesso da Qualicorp em conseguir se reerguer. “Continuamos a acreditar que a performance da ação está firmemente conectada ao sucesso do seu plano de turnaround”, escreve o BTG Pactual.
Banco separa ativos de saúde via IPO reverso da Odontoprev e aposta que mercado vai reprecificar a “joia escondida” no balanço
O catálogo da Warner Bros inclui franquias icônicas como “Harry Potter”, “Game of Thrones”, e personagens da DC Comics como Batman e Superman
Banco une operadora, hospitais, clínicas e participação no Fleury em um ecossistema de R$ 52 bilhões de receita — e já nasce mirando governança premium na bolsa
Dona da bolsa brasileira lucra R$ 1,4 bilhão no período, com crescimento em todos os segmentos
Remuneração será igual para ações ordinárias e preferenciais, com pagamento até 31 de agosto de 2026
Banco reconhece que a companhia mantém disciplina de custos e forte execução operacional, mas chama atenção para uma dinâmica perigosa para as ações
Balanço melhor que o esperado traz alívio aos investidores, mas projeções mais fracas para o início de 2026 limitam o otimismo
Com um caminhão de dívidas vencendo em 2025, o Pão de Açúcar (PCAR3) tenta alongar compromissos enquanto cortar custos. Mercado se pergunta se isso será o bastante
A empresa de saneamento possui 37% de participação de mercado no setor privado e tem como sócios a companhia Equipav, Itaúsa e o fundo soberano de Singapura
A agência de crédito elevou o rating da Azul de ‘D’ para ‘B-’, que ainda mantém a empresa em grau especulativo; entenda o que mudou
Depois de tentar deixar subsidiárias de fora da RJ da holding, pedido foi ampliado a atinge a Fictor Alimentos — movimento que expõe fragilidades operacionais e reacende dúvidas sobre a autonomia da companhia aberta
Caso não exerçam a preferência de compra das novas ações, acionistas devem sofrer diluição relevante na participação acionária no capital social total do BRB.
A queridinha do mercado no segmento de saúde teve um terceiro trimestre espetacular, o melhor desde seu IPO em dezembro de 2020, o que jogou as expectativas para cima
Após cortar payout de dividendos, banco busca alongar dívida híbrida e aliviar pressão sobre os índices até 2027
Companhia elétrica leva distribuição total de 2025 a R$ 1,37 bilhão, equivalente a 55% do lucro ajustado
Durante painel do BTG Summit 2026, os executivos dizem que a nova onda tecnológica não é opcional, e já está redesenhando modelos de negócio e geração de receita
Banco digital encerrou o quarto trimestre de 2025 com um lucro recorde de US$ 895 milhões; veja os destaques
Executivos do banco espanhol prometem recuperar rentabilidade até 2028 e reduzir índice de eficiência para competir com os novos players