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Alvo de respeitado analista, esta smartcoin pode trazer “dor de cabeça boa” aos seus investidores
O período de declaração do Imposto de Renda está chegando e, com isso, voltam à tona uma série de dúvidas relacionadas à obrigação fiscal, especialmente para quem investe.
A Receita Federal, inclusive, aprovou algumas mudanças bastante relevantes para a declaração deste ano.
Algumas delas, naturalmente, afetam o investidor de criptomoedas, um mercado ainda “novo” aos olhos da receita - e que aos poucos deve ser cada vez mais institucionalizado e regulado.
A partir de agora, as corretoras de criptomoedas (exchanges), como a Binance, serão obrigadas a informar a movimentação dos usuários para a Receita. Isso será usado para cruzar informações e coibir a omissão de rendimentos e a sonegação fiscal.
No entanto, o valor que obriga a declaração permanece o mesmo: só precisa declarar quem possui mais de R$ 5 mil em ativos digitais.
A isenção de IR também segue para lucros inferiores a R$ 35 mil.
As regras de declaração de IR, contudo, devem “pegar na curva” os detentores de uma smartcoin específica, que já explodiu em 2023…
Depois de um 2022 difícil, o mercado cripto teve uma boa recuperação em janeiro, com o Bitcoin e outras criptomoedas subindo bastante.
Em especial, quem investiu em uma smartcoin ainda pouco conhecida pela maioria dos investidores conseguiu lucrar 80% em relativamente pouco tempo.
Valorizações como essa costumam surgir apenas nas manchetes, depois que já ocorreram e quando quase ninguém conseguiu investir.
No entanto, nesse caso, um grupo de brasileiros comuns conseguiu investir nessa moeda antes desse ‘boom’ e lucrar bastante.
Acontece que agora, muitos deles podem ter dois problemas bons:
E nas próximas declarações esse ‘problema’ pode ficar ainda melhor. Segundo o analista responsável por identificar essa moeda, a perspectiva é de que ela ainda se multiplique por cerca de 13x.
Ou seja, ela pode sair dos atuais R$ 6 para a faixa dos R$ 80. Quem comprar agora pode botar toda essa grana no bolso.
Mas por que essa criptomoeda tem tanto potencial? E como você pode fazer para investir nela? Será que não é muito arriscado?
Fique tranquilo que vou tirar todas essas dúvidas a seguir.
O ano de 2022 foi difícil para as criptomoedas como um todo. O Bitcoin, que serve como ‘termômetro’ de todo o mercado, caiu da máxima histórica de US$ 69 mil para o patamar de menos de US$ 20 mil.
Mas é importante entender que a maior parte dessa queda teve como causa elementos da economia mundial. Ou seja, coisas externas aos fundamentos das criptomoedas em si.
O ano passado foi marcado por uma escalada na inflação e, como consequência, dos juros no mundo todo.
Além disso, também estourou uma guerra que afetou toda a economia mundial.
Por esses motivos, os investidores passaram 2022 com muito mais aversão ao risco do que o normal. Isso significa que, em vez de investir em ações, criptomoedas e outros ativos mais arriscados, eles tenderam a preferir ativos mais conservadores.
Essa aversão fez o preço das criptomoedas, no geral, despencar. Mas isso não significa que alguma coisa mudou com relação aos fundamentos delas.
O Bitcoin e outras criptomoedas específicas continuam resolvendo problemas e sendo ativos promissores para o futuro.
E em condições melhores do mercado e da economia, têm todo o potencial para prosperar, como aconteceu em janeiro.
O ano de 2023 começou com um ânimo que o mercado cripto não via há tempos. Em especial, a valorização recente fez com que uma smartcoin, que está sendo cobiçada por grandes empresas de tecnologia, acumulasse valorização de 80%.
Ou seja, cada R$ 1.000 investidos já geraram um retorno de R$ 800. Quem investiu R$ 10 mil, já está com R$ 8.000 a mais na conta.
E como eu disse, para o analista por trás dessa recomendação, isso é só o começo. O potencial é que, aos preços atuais, a moeda ainda se multiplique por até 13x.
Para você ter ideia, isso seria o suficiente para comprar um iPhone 14 Pro com 128GB de memória por apenas R$ 375.
Isso mesmo. O iPhone mais moderno que existe, que custa mais de R$ 7 mil, poderia ser seu “por menos de 400 reais” se você conseguisse obter essa valorização.
Mas por que essa moeda pode se valorizar tanto?
Bem, essa criptomoeda faz parte das smartcoins, grupo de ativos digitais associados a contratos inteligentes.
Não precisa se assustar com os termos técnicos, pois vou explicar exatamente como isso funciona.
O principal projeto de contratos inteligentes é o Ethereum, que tem a criptomoeda ether. Um contrato inteligente nada mais é do que uma forma altamente segura de realizar transações entre usuários.
Ele utiliza toda a segurança da tecnologia blockchain, que está por trás do funcionamento do Bitcoin, por exemplo, para que seus usuários possam comprar e vender itens dentro da internet com muita segurança.
A grande novidade não é apenas a segurança, mas também o fato de que isso tudo é feito de forma descentralizada. Não existe a dependência de um órgão central que precisa validar todas as transações.
E o grande diferencial desse protocolo em relação ao Ethereum é a alta capacidade de escala. Ela consegue muito mais transações por segundo do que a principal smartcoin do mercado.
Para você ter ideia, enquanto o Ethereum consegue fazer apenas 30 transações por segundo, o protocolo dessa smartcoin consegue realizar 65 mil.
Trata-se de um número mais de 2.000x maior. E mesmo assim, essa criptomoeda ainda custa apenas R$ 6 (no início do ano, estava em R$ 4), enquanto o ether está sendo negociado a cerca de R$ 8 mil.
Com o tempo, conforme o mercado vai crescendo, a tendência é que essa smartcoin acompanhe o movimento, ganhe cada vez mais usuários e se valorize cada vez mais.
Na verdade, esse movimento já começou. Grandes empresas como Nike e Meta já estão usando essa tecnologia para entrar nesse novo universo digital.
E quem investir nessa smartcoin antes disso, tem muito a ganhar.
Sei que esse pode parecer um tema complexo e que, mesmo sendo uma oportunidade tão boa, ainda há o medo dos riscos, dúvidas de como investir da maneira mais segura possível, etc.
Por isso, é sempre bom contar com o acompanhamento de profissionais dedicados de forma integral a esse tema. Pessoas que estudam esse mercado todos os dias e fazem disso seu ganha-pão.
Por sorte, o analista Vinícius Bazan, profissional de criptomoedas desde 2017, está liberando acesso gratuito a uma entrevista em que ele explica toda a tese por trás dessa smartcoin.
Bazan foi o responsável por recomendá-la aos brasileiros que conseguiram embolsar 80% de valorização. Mas ele tem fortes motivos para acreditar que essa moeda ainda pode ir mais longe e fazer mais brasileiros ter o ‘problema bom’ no Imposto de Renda dos próximos anos.