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Perspectivas são positivas para os ativos de risco; confira recomendações para buscar até 70% de upside
A expectativa para os rumos dos juros americanos cresceu depois da divulgação da última leitura do PIB dos EUA, que veio acima do esperado.
Essa “boa notícia” para a economia americana poderia ser uma “pedra no sapato” dos mercados, porque dados como os divulgados poderiam indicar a necessidade do Fed de aumentar os juros, ou, no mínimo, mantê-los altos por mais tempo.
Isso, é claro, teria efeitos negativos nos ativos de risco – não só nos Estados Unidos, mas em mercados do mundo inteiro.
Mas a verdade é que, mesmo com o PIB acima do esperado, o cenário parece promissor para os investidores.
Isso porque a leitura do PIB divulgada pelo Departamento de Comércio dos EUA trouxe consigo os dados de outros indicadores – e a história que eles contam pode “fazer a alegria” de quem está esperando os juros americanos cederem.
É isso que diz Enzo Pacheco, analista da Empiricus Research. Em entrevista ao programa Giro do Mercado, Enzo comentou:
Então, isso quer dizer que podemos esperar efeitos positivos nos ativos de risco? Como fica a bolsa brasileira nesse cenário? Confira o que o analista disse a respeito.
Segundo Enzo, o PCE (Price Consumer Expenditure), índice de preços usado para medir a inflação no país, veio abaixo da leitura anterior – evidenciando um arrefecimento das pressões inflacionárias nos Estados Unidos.
E os efeitos dessa sinalização já estão sendo sentidos, na medida em que os investidores julgam que uma inflação não tão elevada é sinal de que o ciclo de altas do Fed pode estar se encaminhando para o fim.
Não à toa pudemos observar ralis nas últimas semanas, tanto na bolsa americana quanto na brasileira.
Mas é sempre importante lembrar que o corte nos juros dos EUA ainda deve demorar um pouco.
Enzo Pacheco afirma: “eu acho que o Fed acabou com a alta de juros” – mas faz a ressalva de que é possível que o Federal Reserve mantenha os juros no patamar atual por mais alguns meses.
Por ora, o mercado está prevendo que o primeiro corte aconteça no primeiro semestre de 2024.
A partir daí, é claro, a bolsa brasileira também sai ganhando.
Como já comentamos, os ativos de risco locais já vem ensaiando recuperações, conforme a Selic cai por aqui e as sinalizações no exterior também se mostram positivas.
Mas isso pode ser apenas o começo.
Segundo Enzo Pacheco, juros mais baixos nos EUA eliminariam uma pressão significativa sobre a Selic, permitindo que o Banco Central prossiga com os cortes e a taxa de juros caia continuamente.
Por conta disso, a tendência é que a bolsa brasileira se beneficie cada vez mais a partir de agora – e é importante se posicionar o mais breve possível para poder capturar os ganhos.
Conforme as sinalizações positivas para os ativos de risco vão se acumulando, fica claro que é o momento certo para se posicionar na bolsa brasileira e ter a chance de capturar ganhos impressionantes.
É por isso que os analistas da Empiricus Research montaram uma carteira gratuita pensada especialmente para esse momento.
Ela é composta por 10 ações de empresas sólidas de diversos setores, todas capazes de proteger seu patrimônio e ainda oferecer boas perspectivas de upside – podendo entregar até 70% de valorização.
Ou seja, você pode começar hoje mesmo a investir pensando no cenário de queda dos juros americanos e no impacto positivo na Selic e nos ativos de risco por aqui.
E o melhor: com o amparo de profissionais que conhecem o mercado melhor que ninguém. Tudo isso sem precisar gastar um único centavo para acessar as recomendações.
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