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Serviço de streaming ainda pesa nos resultados da Disney (DISB34) e o corte de 7 mil pessoas é uma das estratégias da companhia para reduzir custos
Nesta semana, a Disney (DISB34) iniciou o processo de demissões em massa. Ao todo, serão desligados 7 mil funcionários das divisões de Entretenimento, Parques Temáticos e área corporativa.
A medida não foi nenhuma surpresa para o mercado. Afinal, o presidente-executivo Bob Iger já havia comunicado no início do ano os planos da empresa para redução de custos.
Este corte é o primeiro de três rodadas de demissões que serão realizadas até junho. Nessa primeira etapa, a Disney espera economizar cerca de US$ 5,5 bilhões.
Diante da notícia, as ações da companhia operaram em leve queda ao longo da terça-feira (28). O BDR, por exemplo, teve retração máxima de 1,87%, apenas.
Para os analistas da Empiricus Research, o mercado ainda está muito otimista com o ativo. A casa de análise acredita que, diante do cenário macroeconômico, as ações da Disney estão caras e ainda podem cair mais.
Em contrapartida, eles recomendam outras 5 ações internacionais para quem deseja expor parte da carteira a mercados estrangeiros.
As demissões na Disney são apenas um reflexo do que a companhia vem enfrentando nos últimos anos. Assim, para entender o caso, é preciso voltar ao auge da pandemia.
Na época, a companhia precisou parar as suas operações nos parques e estúdios. Ao mesmo tempo nascia o Disney+, serviço de streaming que tinha como expectativa ser uma fonte de lucro para a empresa.
Acreditava-se que a plataforma seria a “Netflix da Disney” e, diante dessa expectativa, as ações chegaram a dobrar de valor. Mas, ao longo do último ano, o negócio de streaming continua dando prejuízos à companhia.
Só em 2022, a Disney perdeu cerca de US$ 1,5 bilhão com a plataforma. Além disso, os custos de produção continuaram crescendo e a companhia não conseguiu reduzir despesas administrativas com marketing e vendas.
Os analistas da Empiricus Research ainda destacam que o custo médio da assinatura do Disney+ está bem abaixo da Netflix e outros players, o que atrapalha a rentabilidade da plataforma.
Eles explicam que isso acontece porque grande parte dos assinantes do Disney+ vem da Índia, onde o custo médio do serviço está abaixo de US$ 1. Assim, o grande desafio seria aumentar o valor sem perder clientes.
De acordo com os analistas, um ajuste no custo das assinaturas poderia fazer com que a plataforma de streaming da Disney começasse a apresentar lucros, como previa-se inicialmente.
Mas, ainda assim, isso não seria suficiente para que as ações da companhia voltassem a integrar as carteiras da casa.
Para os analistas da Empiricus Research, existem 2 motivos para não recomendar a ação:
Nesse cenário, as perspectivas de crescimento da economia americana ainda são fracas, o que impacta diretamente os resultados da Disney.
Visitar parques de diversões ou mesmo ir ao cinema, dois dos principais ramos de atuação da companhia, demanda um excedente financeiro por parte da população, afinal não se trata de um bem não essencial.
“Nos preços atuais, não sei se ficaria tão confortável com o preço das ações da Disney. Elas negociam a 23, 24 vezes o lucro”, pontuou Enzo Pacheco no programa Giro de Mercados.
Para se ter uma ideia, o S&P500 negocia por volta de 18 vezes o lucro esperado para 2023. Com base nisso, os analistas acreditam que “as projeções de lucro precisam ser ajustadas para baixo”, algo em torno de 15 a 16x o lucro.
Em outras palavras, o valor das ações da Disney (DISB34) ainda pode cair mais nos próximos meses. Por isso, eles não recomendam a compra de ações da companhia.
Em contrapartida, apontam que há outras ações interessantes para quem deseja investir em empresas internacionais.
Embora o mercado internacional esteja passando por um momento de inflação e juros altos, ainda existem boas oportunidades para buscar lucro com ativos de renda variável.
Para os analistas da Empiricus Research, o momento pede ativos resilientes a períodos de incertezas, como o que estamos vivendo agora.
Neste sentido, eles acreditam que 5 ações de empresas internacionais têm esse perfil e podem ser boas apostas para quem deseja expor parte da carteira ao mercado internacional.
Entre as ações globais selecionadas, estão:
Aliás, é legal você saber que dá para comprar essas ações na bolsa brasileira, como BDRs. Eles funcionam como certificados de depósitos emitidos e negociados no Brasil, que representam ações de empresas gringas na bolsa brasileira.
Com eles, você pode comprar ações internacionais na B3, em reais e com a mesma facilidade de quem investe em Vale ou Petrobras.
Todas essas ações foram recomendadas em um relatório exclusivo para assinantes da Empiricus Research. Mas você pode conhecer o nome desses ativos sem ter assinatura e de graça.
Isso porque a Empiricus Investimentos está oferecendo como cortesia o acesso a esse relatório para qualquer pessoa interessada. Basta clicar neste link e seguir as instruções.
Além das 5 ações ações globais, os analistas recomendam outros 20 ativos para investir em 2023.
Na visão dos especialistas há pelo menos outras quatro classes de ativos que todo investidor precisa ter na carteira este ano:
Eles separaram os 5 melhores ativos de cada categoria e revelaram neste relatório, que você pode acessar gratuitamente como cortesia da Empiricus Investimentos. Basta clicar no botão abaixo para conhecer: