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Campos Neto sobre ‘calcanhar de Aquiles’ de Haddad: ‘Há muita incerteza se teremos um caminho fiscal sustentável, e isso afeta a política monetária’; veja o que fazer agora

Depois de fala de Lula sobre meta fiscal, Campos Neto sugere empecilho na queda dos juros

Roberto Campos Neto, presidente do Banco Central
Roberto Campos Neto, presidente do Banco Central. - Imagem: Marcos Oliveira/Agência Senado

A rota de queda da Selic pode ser mais turbulenta do que se pensava. É isso que deu a entender Roberto Campos Neto, presidente do Banco Central, no evento Reuters Next, nessa semana nos Estados Unidos.

Segundo Campos Neto, a incerteza fiscal no país ainda é grande, e isso pode acabar afetando o ciclo de cortes da taxa de juros que se encontra em curso.

A afirmação do presidente do BC vem logo depois de Lula afirmar que “a meta fiscal não precisa ser zero”. A fala, como esperado, desagradou o mercado – e o próprio Campos Neto.

O presidente do Banco Central afirmou, durante evento no dia 7, que 

“Se não fizermos esforço para perseguir a meta, isso vai gerar prêmio de risco e fica mais difícil estimar o fiscal para 2025 e 2026”.

Ou seja, a incerteza sobre a meta fiscal aumenta o risco de investimento no Brasil – o que acaba afetando a inflação e pode ter efeitos negativos no ciclo de cortes da Selic.

Claro que ainda é cedo para “bater o martelo”. Por enquanto, a bolsa segue promissora, com ações baratas e de qualidade, e é altamente possível que os juros continuem caindo.

Mas a questão é que, em meio à incerteza, o melhor a fazer é não apostar todas as cartas na recuperação da bolsa brasileira

Afinal de contas, essa recuperação pode demorar mais do que o esperado, e vir acompanhada de muitos “sustos” no caminho.

O mais prudente, então, é estar posicionado em outras classes de ativos, de modo a poder capturar lucro em mais de uma frente e buscar os maiores ganhos possíveis, independentemente do que acontecer com a bolsa a partir de agora.

VEJA COMO MONTAR UMA CARTEIRA DIVERSIFICADA PARA SURFAR QUALQUER CENÁRIO

Bolsa, Renda Fixa ou FIIs: como investir em meio a tantas incertezas?

Os últimos cortes na Selic animaram os investidores interessados em buscar lucro na bolsa, e o otimismo até se refletiu no desempenho de algumas ações depois que a ata da última reunião do Copom sugeriu novos cortes nos meses seguintes.

O Ibovespa passou os últimos dias em alta, e até mesmo a varejista Magazine Luiza (MGLU3), que foi o “patinho feio” da bolsa por algum tempo, ensaiou uma recuperação, com uma alta de mais de 23% na terça-feira (7).

Mas mesmo em meio a esse otimismo, é inegável que existem outros fatores em jogo capazes de atrasar a recuperação plena da bolsa brasileira.

Como já comentei lá em cima, a incerteza fiscal pode afetar as perspectivas de queda da Selic, já que um descumprimento da meta fiscal aumenta o risco de investimento e tem efeito na inflação.

Mas esse não é o único evento que pode afetar os planos que muitos brasileiros têm de lucrar na bolsa.

A alta dos juros dos títulos do Tesouro Americano também é um fator de ameaça à recuperação das ações brasileiras. 

Conforme a inflação americana dispara, o governo se vê obrigado a aumentar os juros – algo similar ao que acontecia aqui no Brasil alguns meses atrás, antes de Campos Neto começar a cortar a Selic.

O patamar dos juros americanos é um atrativo para investir nos títulos públicos do país. Esses títulos, chamados Treasuries, são considerados o investimento mais seguro do mundo.

Como consequência, as bolsas de economias mais “exóticas”, como a brasileira, se tornam menos interessantes, conforme os investidores migram para os Treasuries em busca de rendimentos altos com baixo risco.

Sem contar que, para diminuir o impacto dos juros nos EUA e tornar o mercado brasileiro um pouco mais atrativo, o Copom se vê obrigado a manter a Selic alta. 

Ou seja, se os EUA subirem demais os yields lá fora, os juros aqui dentro ficam “amarrados”, e não podem cair demais.

Então, o que esperar da bolsa brasileira daqui para frente?

É claro que é possível que a Selic continue caindo e “dando um gás” nas ações brasileiras, e que os yields dos Treasuries parem de aumentar e atrair os investidores para longe da bolsa.

Mas a verdade é que não dá para cravar com certeza o que vai acontecer daqui para frente. A palavra da vez é incerteza: os dois cenários são possíveis.

Por isso é tão importante montar um portfólio adequado a essa dúvida, capaz de “blindar” seus investimentos e maximizar os ganhos enquanto evita ao máximo as perdas.

O segredo para isso é ter uma carteira diversificada, capaz de buscar lucro em mais de uma frente.

E, é claro, escolher os melhores ativos.

Estamos falando, especificamente, de 11 classes de ativo, pensadas para englobar desde os investidores mais tradicionais aos mais alternativos – e tudo isso com potencial de entregar rendimentos generosos no curto e longo prazo, com a devida proteção e controle de riscos.

VEJA COMO MONTAR SUA CARTEIRA AQUI

Gestor que ‘previu’ últimos ciclos de alta na bolsa libera aula gratuita sobre carteiras diversificadas e renda passiva

Felipe Miranda é especialista em surfar as altas da bolsa brasileira. Ele é o estrategista-chefe da Empiricus Research, casa de análise que “previu” vários dos últimos ciclos de alta da bolsa, permitindo que seus assinantes enchessem o bolso em mais de uma ocasião.

Entre 2016 e 2019, Felipe Miranda emitiu diversos alertas de compra, um deles polêmico – afirmando que os papéis da Rumo (vendidos a R$ 4) poderiam multiplicar por 5.

Meses depois, as ações da empresa se multiplicaram não por 5, mas por 6 vezes.

Mas é claro que nem tudo são flores no mercado, e Felipe Miranda nem sempre traz boas notícias.

Ele também foi responsável por divulgar a tese “O Fim do Brasil”, alertando sobre a recessão iminente em 2014, e sobre a importância de montar uma carteira defensiva.

Não preciso nem dizer que Felipe também acertou na época, não é?

Ou seja, o analista é extremamente qualificado para opinar no momento. E Felipe afirma que a melhor forma de “se garantir” no cenário altamente incerto no qual nos encontramos é montar uma carteira diversificada, com posição em classes de ativos estratégicas.

Assim, você investe com a cabeça tranquila, sabendo que sua carteira está devidamente munida para surfar a alta da bolsa, caso o melhor cenário se confirme…

…e também para proteger seu bolso, caso os juros aqui e lá fora sejam um empecilho para as ações brasileiras decolarem.

E se você quer garantir essa tranquilidade, o melhor a fazer é agir o quanto antes. 

Felipe Miranda está liberando uma aula gratuita sobre como montar uma carteira diversificada perfeita para este cenário.

Lembre-se, não estamos falando de algum “guru da internet”, mas de um profissional com anos de experiência de mercado e credenciais para exibir para qualquer um que duvidar.

Ou seja, o conteúdo divulgado por Felipe Miranda pode, de fato, mudar sua vida financeira para sempre.

Para acessar o material, é só fazer sua pré-inscrição clicando no link abaixo. Se eu fosse você, não perderia tempo.

GRATUITO: ACESSE A AULA AQUI

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