Petrobras (PETR4) anuncia plano de equacionamento de déficit de R$ 1,56 bilhão do Petros; veja quanto a petroleira se comprometeu a pagar
De acordo com a Petros, a principal causa da elevação do déficit para um nível equacionável no exercício de 2022 foi o impacto da conjuntura econômica
A véspera de Natal pode estar se aproximando, mas o noticiário corporativo não desacelerou para o recesso. A Petrobras (PETR4) anunciou na última sexta-feira (22) que o Plano de Equacionamento do Déficit do exercício de 2022 (PED 2022) do Plano Petros ficou no valor de R$ 1,56 bilhão no fim de dezembro do ano passado.
O conselho de administração da estatal aprovou ontem o PED 2022 do Plano Petros, que prevê o equacionamento do valor intermediário entre o “déficit técnico acumulado” e o “déficit técnico ajustado” de 2022.
A Fundação Petrobras de Seguridade Social (Petros) administra o segundo maior fundo de pensão do país, que inclui os planos de funcionários da petroleira e de outras empresas.
O montante atualizado pela meta atuarial — que define a rentabilidade mínima necessária de aplicações financeiras — até agosto de 2023 chega a R$ 1,66 bilhão.
O pagamento faz parte de um plano de equacionamento de déficit implementado em 2017 para cobrir a diferença entre os valores resgatados e os arrecadados com participantes dos Planos de Pensão Petros Repactuados e Não Repactuados.
Segundo a Petrobras, o valor aprovado pelo conselho de administração é o que “melhor atende a necessidade de solvência do plano”.
Leia Também
De acordo com a Petros, a principal causa da elevação do déficit para um nível equacionável em 2022 foi o impacto da conjuntura econômica, especialmente sobre o segmento de renda fixa, além de perdas atuariais ligadas à gestão previdencial do plano.
- Quer saber onde colocar o seu dinheiro em 2024? O Seu Dinheiro reuniu as recomendações dos analistas mais gabaritados do mercado. Clique aqui para receber gratuitamente.
Os detalhes do pagamento da Petrobras (PETR4)
O déficit deverá ser equacionado entre as patrocinadoras Petrobras (PETR4), Petros e Vibra (VBBR3), além dos participantes e os assistidos do Sistema Petrobras – Não-Repactuados (PPSP-NR).
Segundo o Broadcast, a Petrobras (PETR4) deverá desembolsar em torno de R$ 774,3 milhões. Enquanto isso, a parcela do déficit de responsabilidade da Vibra Energia será de R$ 50,5 milhões.
Essas obrigações deverão ser pagas através do acréscimo de contribuições extraordinárias mensais ao plano atual de custeio.
Vale destacar que todos os desembolsos feitos pelas patrocinadoras serão decrescentes ao longo da vida do plano de custeio.
A expectativa é que haja um fluxo adicional anual médio em torno de R$ 60 milhões para os primeiros 5 anos.
“O PED 2022 ainda precisa de aprovação do SEST para que a Petros possa implementar a cobrança de contribuições extraordinárias em abril de 2024, que se somará às contribuições normais e extraordinárias já em vigor”, escreveu a empresa, em nota à imprensa.
BTG Pactual (BPAC11) amplia presença nos EUA com conclusão da compra do M.Y. Safra Bank e licença bancária para atuar no país
Aquisição permite ao BTG Pactual captar depósitos e conceder crédito diretamente no mercado norte-americano, ampliando sua atuação além de serviços de investimento
Adeus PETZ3: União Pet, antigas Petz e Cobasi, estreia hoje novo ticker na B3
Os antigos acionistas da Petz passam a deter, em conjunto, 52,6% do capital social da União Pet; eles receberão novos papéis e pagamento em dinheiro
Tesla perde liderança para a BYD após queda nas vendas de veículos elétricos
As vendas da Tesla caíram 9% em 2025 e diminuíram 16% no quarto trimestre em comparação com o mesmo período do ano anterior
Antiga Cobasi conclui combinação de negócios com a Petz e ganha novo ticker; veja a estreia na B3
A transação foi realizada por meio de reorganização societária que resultou na conversão da Petz em subsidiária integral da União Pet
TCU determina inspeção de documentos do BC sobre a liquidação do Banco Master
A decisão do órgão ocorre em período de recesso da Corte de Contas e após o relator do caso solicitar explicações ao BC
Ao deixar cargo de CEO, Buffet diz que Berkshire tem chances de durar mais um século
“Acho que (a Berkshire) tem mais chances de estar aqui daqui a 100 anos do que qualquer empresa que eu possa imaginar”, disse Buffett em entrevista à CNBC
Azul (AZUL54) ganha aval do Cade para avançar em acordo estratégico em meio à recuperação judicial nos EUA
O órgão aprovou, sem restrições, a entrada de um novo acionista na Azul, liberando a aquisição de participação minoritária pela United Airlines. A operação envolve um aporte de US$ 100 milhões, ocorre no âmbito do Chapter 11 nos Estados Unidos
EMAE desiste de compra de debêntures da Light (LIGT3) e rescinde acordo com BTG Pactual; entenda o motivo
O acordo havia sido firmado em setembro de 2025, mas ainda dependia da aprovação prévia da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel)
Prio (PRIO3) anuncia aumento de capital no valor de R$ 95 milhões após exercício de opções de compra de ações
Diluição dos acionistas deve ser pequena; confira os detalhes da emissão das novas ações PRIO3
Marisa (AMAR3) ganha disputa na CVM e mantém balanços válidos
Colegiado da CVM acolheu recurso da varejista, derrubou entendimento da área técnica e afastou a exigência de reapresentação de balanços de 2022 a 2024 e de informações trimestrais até 2025
Dasa (DASA3) quer começar o ano mais saudável e vende hospital por R$ 1,2 bilhão
A companhia anunciou a venda do Hospital São Domingos para a Mederi Participações Ltda, por cerca da metade do que pagou há alguns anos
Por R$ 7, Natura (NATU3) conclui a venda da Avon Internacional e encerra capítulo turbulento em sua história
A companhia informou que concluiu a venda da Avon Internacional para o fundo Regent LP. O valor pago pela operação da marca foi simbólico: uma libra, cerca de R$ 7
Cyrela (CYRE3) aprova aumento de capital de R$ 2,5 bilhões e criação de ações preferenciais para bonificar acionistas
Assembleia de acionistas aprovou bonificação em ações por meio da emissão de papéis PN resgatáveis e conversíveis em ações ordinárias, com data-base de 30 de dezembro
Ressarcimento pelos CDBs do Banco Master fica para 2026
Mais de um mês depois de liquidação extrajudicial do Banco Master, lista de credores ainda não está pronta.
Cosan (CSNA3): Bradesco BBI e BTG Pactual adquirem fatia da Compass por R$ 4 bilhões, o que melhora endividamento da holding
A operação substitui e renegocia condições financeiras da estrutura celebrada entre a companhia e o Bradesco BBI em 2022
Petz e Cobasi: como a fusão das gigantes abre uma janela de oportunidade para pet shops de bairro
A união das gigantes resultará em uma nova empresa com poder de negociação e escala de compra, mas nem tudo está perdido para os pequenos e médios negócios do setor, segundo especialistas
Casas Bahia aprova aumento de capital próprio de cerca de R$ 1 bilhão após reestruturar dívida
Desde 2023, a Casas Bahia vem passando por um processo de reestruturação que busca reduzir o peso da dívida — uma das principais pedras no sapato do varejo em um ambiente de juros elevados
Oi (OIBR3) não morreu, mas foi quase: a cronologia de um dos maiores desastres da bolsa em 2025
A reversão da falência evitou o adeus definitivo da Oi à bolsa, mas não poupou os investidores: em um ano marcado por decisões judiciais inéditas e crise de governança, as ações estão entre as maiores quedas de 2025
Cogna (COGN3), Cury (CURY3), Axia (AXIA3) e mais: o que levou as 10 ações mais valorizadas do Ibovespa em 2025 a ganhos de mais de 80%
Com alta de mais de 30% no Ibovespa no ano, há alguns papéis que cintilam ainda mais forte. Entre eles, estão empresas de educação, construção e energia
R$ 90 bilhões em dividendos, JCP e mais: quase 60 empresas fazem chover proventos às vésperas da taxação
Um levantamento do Seu Dinheiro mostrou que 56 empresas anunciaram algum tipo de provento para os investidores com a tributação batendo à porta. No total, foram R$ 91,82 bilhões anunciados desde o dia 1 deste mês até esta data
