Não olhe tanto para o “risco China”: aqui está o motivo pelo qual você deve comprar as ações da Vale (VALE3), segundo este analista
Uma coisa que pode gerar grande frustração nos investidores é não encontrar com tanta frequência ativos muito bons por preços baixos. Mas você sabia que é possível ser um investidor bem sucedido comprando ativos com alguns problemas aparentes — desde que você esteja ciente que eles existem — e pague um preço mais baixo por […]

Uma coisa que pode gerar grande frustração nos investidores é não encontrar com tanta frequência ativos muito bons por preços baixos. Mas você sabia que é possível ser um investidor bem sucedido comprando ativos com alguns problemas aparentes — desde que você esteja ciente que eles existem — e pague um preço mais baixo por isso?
Por exemplo, você já deve ter visto em algum lugar que a situação da economia chinesa não é das melhores. Num dia, o índice de atividade chinês cai. No outro, uma construtora gigante deixa de pagar juros da dívida e dá indícios de que está próxima da falência.
Isso sem falar na relação mais tensa com os Estados Unidos e a Europa. De fato, nem de longe o cenário parece favorável para o gigante asiático e menos ainda para as empresas que vendem muito para ele, como é o caso da Vale (VALE3).
Tendo isso em vista, pode parecer óbvio para os acionistas que é hora de dizer ‘adeus’ e vender os papéis da Vale, certo? Mas não é bem por aí! Na verdade, o analista da Empiricus, Ruy Hungria, acredita que estamos diante de um bom momento para investir na empresa.
E é sobre isso que ele fala em uma publicação exclusiva no nosso perfil do Instagram. Confira logo abaixo o motivo pelo qual você deve comprar as ações da Vale (VALE3) e aproveite para nos seguir por lá (basta clicar aqui). Assim, você recebe DE GRAÇA:
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No mais recente episódio do podcast Touros e Ursos, os repórteres especiais do Seu Dinheiro convidaram o analista da Empiricus e colunista do Seu Dinheiro, Ruy Hungria, para falar sobre a influência do governo no rumo inesperado dos papéis da Petrobras (PETR4) e da Eletrobras (ELET6; ELET3), que frustrou as expectativas de quem esperava uma disparada das ações após a privatização.
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