O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Com quase 30 anos de carreira, o sócio fundador da Norte Asset, Gustavo Salomão, foi convidado ao episódio #61 do Market Makers
Apesar de não ser considerado um dos setores mais atraentes da bolsa, o segmento de serviços essenciais, que inclui empresas de saneamento e energia elétrica, como a Copel (CPLE6), passou a brilhar nos olhos desse gestor “trader” da Faria Lima. E muito por causa das perspectivas com as privatizações.
Com quase 30 anos de carreira e conhecido por uma gestão dinâmica de ativos, o sócio fundador e CIO da Norte Asset, Gustavo Salomão, foi convidado ao episódio #61 do Market Makers. Fundada em 2020, a gestora atualmente administra pouco mais de R$ 860 milhões em ativos.
Salomão diz que desenvolveu sua “alma de trader” quando atuou como tesoureiro do banco Credit Suisse — e, anos depois, fundou a gestora Norte para difundir sua visão dinâmica em relação a investimentos.
“O pior erro de um gestor é se levar muito a sério, porque você acredita demais na sua tese e acha que é melhor que o mercado inteiro”, conta, em entrevista ao Market Makers.
“O cara que se leva muito a sério demora muito para perceber o erro e mudar de opinião. O que eu tento fazer é prestar atenção em tudo que está acontecendo e tentar pegar dados de todos os lados.”
Mas voltemos às apostas em utilities. Para o CIO da Norte Asset, existe uma questão mais relevante para a tese de investimento que o valor. “Valuation é importante, mas não o mais. O que interessa é o que acontece na margem com a empresa”, afirmou Salomão, durante o podcast.
Leia Também
Na visão do gestor, além das questões macroeconômicas que influenciam o setor, o trabalho “micro” realizado na Eletrobras (ELET3) e na Copel após as desestatizações impulsionam o otimismo. Entre eles, as estratégias de cortes de custos, com programas de demissões voluntárias (PDVs), e os potenciais de retorno com dividendos (yield).
Confira a conversa na íntegra aqui:
Após Copel e Eletrobras, outras duas empresas chamam a atenção do gestor pela mesma razão, ou seja, a expectativa com a privatização: Sabesp (SBSP3) e Copasa (CSMG3).
Apesar de enxergar oportunidades em ambas as companhias, o gestor prefere a estatal de saneamento paulista. “A gente vê que o governador Tarcísio é muito enfático no processo [de privatização da Sabesp]”, destaca. “Por isso, acreditamos que a empresa vai ser privatizada em meados do ano que vem.”
Já a privatização da Copasa parece ter um caminho mais turbulento à frente, segundo Gustavo Salomão, da Norte. E tudo devido à dificuldade política do governador de Minas Gerais, Romeu Zema.
Isso porque, apesar da intenção do governo mineiro, a proposta ainda precisa passar pela análise do Legislativo. E, para mudar a lei, é necessário que 60% dos deputados aprovem o projeto.
Além de tudo isso, os múltiplos também são levados em consideração: a Copasa é uma empresa menor em valor e liquidez, o que limita a posição da Norte Asset na ação, destaca o gestor.
Clique aqui para assistir ao episódio na íntegra:
Apesar de bilionária, a cifra representa uma melhora de quase 40% em relação ao 4T24; veja os detaques do balanço
Direcional reportou lucro líquido de R$ 211 milhões em outubro e dezembro, alta de 28% na base anual, e atingiu ROE recorde de 44%; CEO Ricardo Gontijo atribui avanço à demanda resiliente e aos ajustes no Minha Casa Minha Vida
A moeda norte-americana terminou o pregão em baixa de 1,52%, a R$ 5,1641, menor valor de fechamento desde 27 de fevereiro
Alta da commodity reacende questionamentos sobre defasagem nos combustíveis e coloca em dúvida a estratégia da estatal para segurar os preços no Brasil; veja o que dizem os analistas
Modelo híbrido que combina atendimento físico e banco digital para aposentados do INSS chama a atenção de analistas; descubra qual a ação
Companhia chama credores e debenturistas para discutir extensão de prazos e possível waiver de alavancagem; entenda
Mesmo após melhorar as projeções para a Telefônica Brasil, banco diz que o preço da ação já reflete boa parte do cenário positivo e revela uma alternativa mais atraente
A Ipiranga não é apenas mais uma peça no portfólio da Ultrapar; é, de longe, o ativo que mais sustenta a geração de caixa do conglomerado.
O desafio de recolocar os negócios no prumo é ainda maior diante do desaquecimento do mercado de materiais de construção e dos juros altos, que elevaram bastante as despesas com empréstimos
Com foco em desalavancagem e novos projetos, as gigantes do setor lideram a preferência dos especialistas
Estatal vai pagar R$ 8,1 bilhões aos acionistas e sinalizou que pode distribuir ainda mais dinheiro se o caixa continuar cheio
Operação encerra anos de tentativas de venda da participação da Novonor e abre caminho para nova fase de gestão e reestruturação das dívidas da companhia
Enquanto os papéis da petroleira disparam no pregão, a mineradora e os bancos perderam juntos R$ 131,4 bilhões em uma semana
Quem realmente cria valor nos bancos? Itaú e Nubank disparam na frente em novo ranking — enquanto Banco do Brasil perde terreno, diz Safra
Brasileiros agora podem pagar compras em lojas físicas argentinas usando Pix; veja o mecanismo
Com Brent acima de US$ 90 após tensão geopolítica, executivos da petroleira afirmam que foco é preservar caixa, manter investimentos e garantir resiliência
O Brent cotado acima de US$ 90 o barril ajuda no avanço dos papéis da companhia, mas o desempenho financeiro do quarto trimestre de 2025 agrada o mercado, que se debruça sobre o resultado
Bruno Ferrari renuncia ao cargo de CEO; empresa afirma que mudança abre caminho para uma nova fase de reestruturação
Venda da fatia na V.tal recebe proposta abaixo do valor mínimo e vai à análise de credores; Fitch Ratings rebaixa a Oi por atraso no pagamento de juros
Pacote envolve três companhias do grupo e conta com apoio da controladora e da BNDESPar; veja os detalhes