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No entanto, os valores não consideraram os efeitos do processo de desestatização da empresa, aprovado no início do mês
Menos de duas semanas após a Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo (Alesp) aprovar o projeto de lei (PL) que permite a privatização da companhia de águas de São Paulo, a Sabesp (SBSP3) divulgou seu plano de investimentos para o quadriênio 2024 - 2028.
Em comunicado ao mercado, o Conselho de Administração da Sabesp aprovou o plano de investimentos no valor de R$ 47,4 bilhões para o período.
No entanto, os valores não consideraram os efeitos do processo de desestatização da empresa, que incluem a ampliação da área de concessão, população atendida e metas de universalização do atendimento.
Todos esses fatores ainda estão em fase de detalhamento do Governo do Estado de São Paulo — que deterá uma participação de aproximadamente 15% após a conclusão do processo de desestatização da Sabesp.
“Uma vez finalizado, fará parte da documentação do processo de venda de ações e ocasionará a revisão dos valores do PPI”, diz o comunicado.
Veja o plano atual:
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| (R$ Milhões) | 2024 | 2025 | 2026 | 2027 | 2028 | Total 24-28 |
| EXPANSAO DE SISTEMAS | 4.046 | 8.062 | 8.235 | 7.216 | 6.352 | 33.911 |
| Água | 1.028 | 1.624 | 1.301 | 1.228 | 1.172 | 6.353 |
| Esgoto | 3.017 | 6.438 | 6.934 | 5.988 | 5.180 | 27.558 |
| Melhoria de sistemas, eficiência e renovação de ativos | 3.104 | 2.792 | 1.911 | 1.750 | 1.710 | 11.267 |
| Controle e Redução de Perdas | 929 | 876 | 511 | 494 | 504 | 3.314 |
| Desenvolvimento Operacional (Energia, Automaçâo, Retrofits) | 2.175 | 1.916 | 1.401 | 1.256 | 1.205 | 7,953 |
| Outros | 983 | 640 | 199 | 162 | 196 | 2.180 |
| Total | 8.132 | 11.494 | 10.346 | 9.129 | 8.257 | 47.358 |
Vale lembrar que a Sabesp já é parcialmente privada, inclusive com capital aberto em bolsa. A expectativa a partir de agora é de que o governo estadual reduza sua participação dos atuais 50,3% para algo como 15% a 30%.
Parte dos recursos que o Estado obtiver com as ações da Sabesp irão para o chamado Fundo de Apoio à Universalização do Saneamento no Estado de São Paulo (FAUSP).
Um dos pontos da proposta de privatização é a manutenção do chamado “subsídio cruzado” — quando a empresa cobra tarifas mais elevadas de uma cidade para “compensar” a operação em outro município pouco viável e manter uma cobrança menor naquela região.
O mercado financeiro local sempre olhou com bons olhos para a privatização da Sabesp. Em um relatório de meados de novembro deste ano, o Citi reafirmou a recomendação de compra da empresa de saneamento — que está entre as suas top picks — e elevou o preço-alvo das ações da companhia de águas paulista para R$ 84.
Do mesmo modo, o JP Morgan também enxerga a Sabesp como um bom negócio, vendo um preço-alvo de R$ 100 por ação após a privatização. O banco norte-americano também projetava 0,8x EV/RAB para 2024.
O EV/RAB é utilizado para avaliar a relação entre o valor da empresa e seus ativos regulatórios. O índice serve para que investidores e analistas entendam melhor o potencial de crescimento e valorização das ações desse setor. Quanto menor o EV/RAB, mais barata está a empresa na bolsa.
Recentemente, fortes chuvas atingiram a cidade de São Paulo e literalmente apagaram as luzes do município. Mais de dois milhões de clientes da Enel na capital e municípios vizinhos ficaram sem luz e muitos culparam a privatização da empresa pelo “descaso” com a cidade.
Os problemas enfrentados pela cidade no último temporal levantaram uma lebre, em especial nas redes sociais, de que terminar a cessão completa das operações para a iniciativa privada havia sido um erro. Alguns mais exaltados pediam até a cassação da concessão da Enel em São Paulo.
E não dá para falar de privatização sem lembrar da Sabesp (SBSP3). Nesta matéria, você encontra as semelhanças e diferenças das duas privatizações.
Os analistas do JP Morgan dividiram o andamento da privatização em etapas — e onde teremos que chegar até 2024:
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