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Gabriel Mallet, da Vitreo, dá dicas para investir em renda fixa e aproveitar a alta da Selic
Em tempos de juros altos e incertezas nos cenários econômicos global e nacional, a renda fixa voltou a emergir como uma opção atrativa para o investidor, combinando boa rentabilidade e segurança. E a cada reunião do Copom, com perspectiva para nova alta nos juros, que já está em 10,75% a.a., essa euforia fica mais evidente.
Mas antes de sair comprando qualquer título por aí, é preciso que o investidor entenda todas as peculiaridades desse mercado, a fim de garimpar as melhores oportunidades. Normalmente, os títulos mais “premium”, que trazem melhores condições de rentabilidade, prazo e segurança, ficam “escondidos” do investidor comum, que fica refém de produtos inferiores.
Com o objetivo de esclarecer o tema, o Seu Dinheiro convidou o head de renda fixa da Vitreo, Gabriel Mallet, para explicar como funciona a negociação de títulos e o que o investidor deve fazer para conseguir a maior rentabilidade para sua carteira.
“Na Vitreo, buscamos taxas mais atrativas e evitamos diferenciar os clientes. O investidor que coloca R$ 1 milhão tem a mesma rentabilidade que o que coloca R$ 1 mil ou R$ 5 mil, o que não costuma acontecer no mercado”, resume.

Confira a entrevista completa:
Mallet: Os títulos de renda fixa sempre foram os “queridinhos” dos brasileiros. Por sempre termos juros altos historicamente, esses papéis traziam uma boa rentabilidade combinada com segurança. Por que, então, alguém se arriscaria em mercados como o de ações? Só que com o movimento da queda nos juros, o investidor teve de buscar novos mares para conseguir retornos expressivos, então a renda fixa acabou ficando meio “esquecida”.
O que está acontecendo agora é um novo movimento de alta nos juros: estamos com a Selic em dois dígitos para conter a inflação. Nesse cenário, a renda fixa volta a ficar mais atrativa.
Outro fator que acaba contribuindo para a renda fixa é a instabilidade dos mercados: além de favorecer a alta dos juros, ela acaba trazendo volatilidade a ativos de renda variável, ou seja, o investidor passa a valorizar ainda mais a segurança e a previsibilidade da renda fixa: independentemente do que acontece, ele recebe a remuneração combinada caso leve o título até o vencimento. Além disso, há a garantia do FGC até R$ 250 mil por CPF para cada emissor, o que ajuda a diminuir o risco de crédito de um banco, por exemplo.
Mallet: O fator mais óbvio é a rentabilidade do título. Mas os retornos de um produto de renda fixa dependem de muito mais do que isso. Os principais pontos a se observar são:
Uma dica importante também é a de diversificar não só as classes de ativos da carteira, mas os títulos de renda fixa. Afinal, é difícil prever o que vai performar melhor, se os prefixados ou indexados ao CDI ou IPCA. Além disso, ter vários títulos diferentes minimiza o risco de crédito.
Na Vitreo, apresentamos todos os dias ofertas de títulos com características diferentes, atendendo a investidores com diversos perfil e objetivos.
Mallet: Não. As características dos títulos mudam conforme o modelo de distribuição de cada lugar e também variam dia a dia de acordo com a curva de juros do momento. Por conta disso, as condições, como rentabilidade e prazo, são diferentes dependendo de onde o investidor tem conta. Além disso, as ofertas normalmente são limitadas ao dia em que são lançadas, pois são negociadas com base nas projeções de momento. Por isso, todos os dias temos que negociar novos títulos, pois eles expiram às 15h, então o investidor tem uma janela curta de tempo para aproveitar.
Mallet: Cada instituição tem um modelo de distribuição e uma maneira de determinar taxas. Os bancos normalmente trabalham com segmentações e negociam taxas e condições melhores para quem tem maior capacidade de investir.
O investidor comum acaba não ouvindo nem falar em títulos mais premium, como um que oferecemos recentemente, que pagava 12% a.a. líquidos de impostos.
Na Vitreo, além de ofertas taxas mais atrativas que o mercado, também evitamos fazer esse tipo de diferenciação. O investidor que coloca R$ 1 milhão tem a mesma rentabilidade que o que coloca R$ 1 mil ou R$ 5 mil. E fazemos questão de contar para todos sobre as ofertas, com destaques na plataforma, e-mail, push no celular. Inclusive, estamos aproveitando a semana do Copom para incluir ainda mais pessoas neste grupo que recebe as ofertas, inclusive aqueles que ainda não são nossos clientes, e trazendo condições ainda melhores.
Mallet: Estamos organizando uma “Semana da Renda Fixa”, diante da visibilidade do tema quando há reunião do Copom. Nessa semana, além de abrirmos as ofertas para investidores que ainda não são nossos clientes, traremos taxas diferenciadas, negociadas a dedo pela nossa equipe de renda fixa.
Serão títulos inclusive com características e indexadores diferentes, como pré ou pós-fixados, a cada dia, com condições ainda melhores do que as que já apresentamos. Isso sem falar que os investidores ainda receberão uma parte do investimento de volta em cashback daqui a algumas semanas.
Mas, conforme expliquei, esses títulos expiram após às 15h, já que são determinados conforme as condições do momento.
Mallet: Quem já é cliente da Vitreo receberá as ofertas já no seu e-mail, celular e também na nossa própria plataforma. Já para quem ainda não tem conta conosco, mas não costuma receber essas ofertas do seu banco e tem interesse em conhecer, é preciso fazer uma inscrição em uma página segura preparada para nossa equipe.
Se puder nos ajudar e deixar o link para facilitar para os interessados ao fim dessa entrevista, seria uma boa maneira de incentivar o leitor e buscar produtos mais aderentes a seus objetivos enquanto investidor.
É um momento de alta na renda fixa – e as coisas devem permanecer assim enquanto vivemos esse cenário de incertezas, inflação alta e recuperação econômica.