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Após a declaração à Receita Federal, chega o aguardado momento para uma parcela dos brasileiros: receber ‘de volta’ o dinheiro pago a mais em impostos
Depois do burocrático e chato processo de declaração do Imposto de Renda, que envolve reunir informes de rendimento, comprovantes e notas fiscais e ainda lidar com o programa da Receita, chega enfim o aguardado momento para determinada parcela dos contribuintes: a restituição do IR.
Iniciada em maio com os grupos prioritários (idosos acima de 60 anos, professores e pessoas com deficiência), a liberação dos lotes ocorrerá todos os meses até setembro, com correção do valor pela taxa Selic.
Desde quinta-feira (23), os contribuintes já podem conferir no site da Receita se serão contemplados no segundo lote ou não. Para isso, basta informar o CPF e a data de nascimento.
A má notícia é que nem todos os brasileiros têm direito a esse benefício. Infelizmente, alguns acabam perdendo esse direito por bobeira.
De maneira bem simplificada, a restituição ocorre quando o Governo “te paga” de volta os impostos que foram cobrados a mais no ano anterior ‒ isso ocorre porque o imposto retido na fonte não contempla eventuais deduções que o contribuinte venha a ter. Na declaração do IR, é feito o ajuste de contas.
A conta é feita sobre a chamada “base de cálculo”, que vai levar em consideração os rendimentos obtidos passíveis de tributação, como salários e aluguéis, por exemplo.
Em contrapartida, você pode inserir também os chamados gastos dedutíveis, que envolvem despesas com saúde e educação e aportes neste tipo de investimento, que são usados para diminuir a base de cálculo e, consequentemente, o imposto a ser pago.
Dependendo das deduções, o Imposto correto a ser pago pode ser inferior ao que foi retido do contribuinte ao longo do ano. Nesse caso, ocorre a restituição.
Desde maio, alguns contribuintes brasileiros estão recebendo dinheiro do Governo em suas contas, de forma totalmente legal. Quem ainda não recebeu, mas tem direito, aguarda ansioso pela consulta dos próximos lotes, como aconteceu nesta quinta (23).
Agora que você já entendeu por que está todo mundo ansioso para fazer a consulta no site da Receita, vamos ao que interessa:
Recapitulando… recebe a restituição aquele brasileiro que contribuiu com mais impostos do que deveria durante o ano referente à declaração. A Receita faz esse cálculo automaticamente a partir das informações de ganhos e gastos que você insere no programa.
Para reduzir a sua base de cálculo do IR, existem alguns “macetes”, que consistem basicamente em declarar gastos com saúde, educação, pensão alimentícia e dependentes. Para quem faz a declaração completa, é extremamente vantajoso também declarar o aporte em um tipo de investimento específico.
Qual? Um fundo de Previdência Privada do tipo PGBL.
Com esta aplicação em carteira, você pode deduzir até 12% da sua renda tributável, consequentemente reduzindo o IR a ser pago ou aumentando sua restituição.
A maior vantagem deste gasto dedutível em relação aos outros da lista é que o dinheiro que você aporta em um fundo previdenciário continua sendo seu, rendendo na sua conta e contribuindo para que você tenha uma aposentadoria mais confortável financeiramente.
Ou seja, é uma via de mão dupla: você pode se beneficiar da restituição mais robusta e da valorização do seu fundo de previdência no longo prazo.
Isso sem contar as demais vantagens deste tipo de investimento, que serão abordadas a seguir.
Se, até o momento, você tinha um certo preconceito com a Previdência Privada, não vou te culpar. Durante muito tempo, as únicas alternativas de planos previdenciários no Brasil eram desvantajosas, pouco rentáveis e com altas taxas. Na verdade, infelizmente, ainda existem fundos com péssimos rendimentos e condições (veja a lista dos 150 piores fundos de Previdência do país).
Mas esta realidade mudou bastante.
Atualmente, existem fundos de investimento com foco em previdência de alta qualidade e sofisticação, para todos os perfis de investidores. Independentemente de você estar começando seus aportes aos 20 ou aos 50 anos. E o melhor: sem taxas abusivas.
Somados aos benefícios fiscais relacionados ao Imposto de Renda, os fundos de Previdência Privada contam com vantagens a mais, como:
Como você já deve saber, a declaração do IR deste ano se refere aos seus rendimentos do ano anterior. Então, quem não aplicou em um plano de previdência PGBL em 2021 não conseguiu aproveitar o benefício fiscal deste investimento no Imposto de Renda 2022.
Mas é possível mudar esse cenário a partir de agora: investindo em um fundo de previdência PGBL até o dia 31 de dezembro de 2022 e fazendo a declaração completa no IRPF 2023, você pode pagar menos imposto ano que vem ou entrar para a parcela de “sortudos” que irá receber a restituição.
Quer saber como fazer isso da melhor maneira possível para o seu patrimônio? Então você pode baixar este guia gratuito da Previdência Privada, elaborado pelo analista de fundos Bruno Mérola e sua equipe.
No guia, você vai entender com mais detalhes como funciona esse tipo de fundo, quais são suas vantagens e principais características. Além de, é claro, saber como você pode usar essa aplicação ao seu favor tanto para construir um patrimônio sólido a longo prazo quanto para aumentar sua restituição no Imposto de Renda.
Como bônus, também foi disponibilizada a lista dos 150 piores fundos de Previdência do Brasil e uma lista com outras alternativas mais vantajosas, com melhores rentabilidades e taxas.
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