O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Companhia do setor elétrico já entregou R$ 800 milhões em dividendos só no mês de maio, e deve entregar mais ainda graças às repercussões da guerra entre Rússia e Ucrânia e à alta do dólar; entenda
A ameaça da recessão pode pairar sobre a Europa, mas existe uma empresa brasileira do setor energético que “se garante” – e pode até multiplicar seus lucros, apesar da escassez de gás natural e petróleo no mercado europeu e da alta do dólar.
Na verdade, esse é o tipo de evento que pode beneficiar as ações da companhia, já que ela é a única do mundo capaz de produzir em escala industrial a fonte de energia que pode desbancar os combustíveis fósseis em alguns anos.
Por isso, é esperado que ela valorize cada vez mais daqui para frente – na verdade, alguns analistas acreditam que a valorização deve chegar a até 80% –, e quem estiver comprado nela vai “fazer a festa”.
E o melhor: esse é o momento certo para comprar os papéis da energética e buscar ganhos com a sua valorização, já que suas ações estão bem descontadas.
Ficou interessado? Então continue lendo, porque vou te explicar como é que a crise energética e a alta do dólar podem contribuir para colocar dinheiro no seu bolso.
Como essa empresa atua no setor dos combustíveis, faz todo sentido falar em alta do dólar. Como o petróleo responde às flutuações de câmbio, a valorização da moeda faz o petróleo ficar mais caro.
Mas, afinal, por que o dólar está tão caro?
O aperto monetário pode até estar chegando ao fim no Brasil. Acontece que isso não é verdade para o resto do mundo. O Banco Central brasileiro se antecipou no aumento da Selic, mas os países que esperaram mais tempo para aumentar os juros ainda estão longe de superar o aperto.
Esse é o caso dos Estados Unidos; o Federal Reserve anunciou na quarta (21) um aumento de 75 pontos base na taxa de juros. Na prática, as repercussões são parecidas com o que vimos acontecer no Brasil: a alta na taxa de juros provoca aversão a risco, aumentando as vantagens de se investir em renda fixa.
E como o dólar é um ativo de proteção, os investidores correm para investir em títulos do Tesouro americano, como forma de proteger seus investimentos em meio à insegurança do mercado.
A consequência disso é a valorização da moeda, que veio com tudo: o dólar atingiu sua máxima dos últimos 20 anos nas últimas semanas.
E para piorar a situação, há distorção de preços do combustível graças às sanções aplicadas à Rússia durante a guerra.
Isso porque a Rússia é um dos maiores exportadores de petróleo do mundo, mas está sofrendo sanções dos países da União Europeia depois de invadir a Ucrânia. A UE vem falando em estabelecer limite de preço para o petróleo russo, o que pode acabar desestabilizando o mercado do combustível no mundo inteiro.

O resultado disso tudo, claro, é o combustível ficando mais caro no mundo inteiro.
Nesse cenário, cada vez mais entra em pauta a transição energética, ou seja, a substituição de combustíveis fósseis (formados ao longo de milhares de anos, impossíveis de replicar artificialmente) por fontes de energia renováveis.
Pegue a Alemanha, por exemplo. O país vem presenciando um crescimento na procura de fontes de energia renováveis, conforme as sanções da guerra empurram os preços da energia doméstica para o alto.
Todos os fatores que eu te apresentei até aqui indicam que as energias renováveis só vão crescer nos próximos anos, e é possível “pegar carona” na tendência para buscar lucro.
A verdade é que estamos passando por um momento decisivo, que pode ajudar a definir o futuro da energia. E, nesse contexto, a tendência é que o mercado recompense cada vez mais as empresas que oferecem alternativas aos combustíveis fósseis.
A energética que eu quero te apresentar tem tudo para “sair na frente” na corrida pelo mercado de fontes de energia renováveis: ela é simplesmente a única companhia do mundo capaz de produzir bioetanol em escala industrial.
Caso você não saiba, o bioetanol é a evolução do etanol, outro combustível sustentável. Além de ser 80% menos poluente se comparado aos combustíveis fósseis, o bioetanol é mais rentável que o etanol comum.
Mas talvez você esteja pensando que estou prestes a te apresentar alguma “furada”, algum mercado nanico com possibilidade de crescer no futuro e só oferecer lucro a longo prazo. Mas não é nada disso: a empresa em questão é um conglomerado. Por mais que o bioetanol seja um dos ramos dela, não é o único.
Na verdade, essa energética também atua no ramo dos combustíveis fósseis, na originação e comercialização de gás natural. Isso significa que, investindo nela, você tem a chance de buscar lucro em duas frentes: o mercado em expansão dos combustíveis sustentáveis e o mercado tradicional das fontes não renováveis.
E por mais que lucros passados não garantam lucros futuros, os números da empresa “dão um gostinho” do que vem por aí para os acionistas: em maio de 2022, foram quase R$ 800 milhões em proventos pagos pela companhia.
Não é para menos que essa companhia é um verdadeiro “titã” do mercado: ela dispõe de 819 mil hectares dedicados a produzir aproximadamente 40% de toda a cana de açúcar global certificada.
Investir nela significa colocar dinheiro em um mercado em expansão, mas com o amparo de uma gestão sólida com operação diversificada, que atua em vários segmentos ao mesmo tempo. E, de quebra, ter a chance de levar dividendos turbinados, claro.
Para você ter uma ideia da oportunidade, quem investiu nessa empresa há 7 anos, atingiu 373% de lucro.
Ou seja:
Isso é mais do que o dobro do que o Ibovespa rendeu no mesmo período.
Mas se você ainda não está convencido, sugiro que consulte quem mais entende do assunto. A Empiricus Investimentos liberou como cortesia um conteúdo gratuito sobre a oportunidade que é essa energética pioneira na produção do “combustível do futuro”.
O conteúdo é assinado por Fernando Ferrer, responsável pela série Melhores Ações da Bolsa, da Empiricus Research, e traz ainda comentários a respeito de outras companhias sob o olhar dos analistas Caio Araujo, Diego Bleinroth e Laís Costa. Para saber qual a empresa que tem potencial para valorizar até 80% e contribuir para revolucionar o futuro da energia, clique no botão abaixo e acesse o material.