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Preço do ativo saiu de cerca de R$ 0,40 para mais de R$ 4,00; responsável é um tipo de gatilho que pode atuar novamente em outros FIIs da bolsa
Os fundos imobiliários (FIIs) se tornaram extremamente populares no Brasil nos últimos anos. Afinal, eles combinam o gosto do brasileiro pela solidez do investimento em imóveis com a possibilidade de ganhos rápidos e generosos oferecidos pela Bolsa de Valores. Além disso, os dividendos distribuídos são isentos de Imposto de Renda.
Quando falamos em FIIs, contudo, normalmente pensamos naqueles que são donos de prédios corporativos luxuosos ou então nos que possuem dívidas imobiliárias de grandes empresas.
Entretanto, o fundo imobiliário que vem se destacando nos últimos meses no mercado brasileiro é o CARE11, que está ligado aos cuidados com a morte, como cemitérios e serviços funerários.
Em um período recente de seis meses, as cotas do fundo saíram de R$ 0,40 para R$ 4,58, o que implica em uma valorização de 1.045%.

Apenas em 2022, de acordo com o jornal O Estado de S.Paulo, o fundo acumulou alta de 91,34%.
Segundo as informações apuradas pelo Estadão, o movimento de alta do CARE11 é resultado de dois fatores:
Em relação ao momento específico do fundo, o grupo Cortel, que tem peso de 55% no CARE11, é o principal responsável pela alta. Além de o grupo estar na disputa para abocanhar a gestão dos cemitérios municipais de São Paulo (SP), ele não estava pagando dividendos, o que afugentou os investidores por um tempo e prejudicou as métricas de avaliação de preços.
Com a possibilidade de ter um produto relevante na capital paulista e a entrada no Ifix, o que dá mais liquidez às cotas, existe a perspectiva de aumento do fluxo, o que ajudou a impulsionar os papéis.
Outros fatores, que não são desprezíveis, são os efeitos do envelhecimento da população e da pandemia de Covid-19 na importância dos serviços relacionados à morte.
Por outro lado, um fenômeno que se repete em relação a outros fundos é a subvalorização das cotas. De acordo com o analista Caio Araujo, diversos FIIs estão sendo negociados abaixo de seu valor de mercado – e isso é motivo para esperar uma valorização relevante.
Diferentemente do fundo de cemitérios, que já está se ajustando ao preço justo, muitos FIIs mais tradicionais, de prédios corporativos e de crédito, estão sendo negociados com grandes descontos, que podem chegar a até 25%.
Segundo Araujo, estes fundos devem entregar, além de uma valorização expressiva, dividendos líquidos de Imposto de Renda, que podem chegar a dois dígitos.
Diante dessa realidade de fundos imobiliários subestimados pelo mercado e negociados abaixo de seu próprio valor patrimonial, Caio Araujo se desafiou a separar as três principais oportunidades do momento (confira aqui gratuitamente quais são).
Seguindo a regra da diversificação, a lista conta com três fundos de diferentes segmentos:
Os três fundos, contudo, têm duas características em comum: todos estão desvalorizados e podem botar dinheiro no seu bolso, tanto com a alta das cotas como com os dividendos.
Para acessar a lista do Caio, basta clicar no botão abaixo. Você será direcionado para uma página segura e, após deixar seu contato, receberá o relatório completo com a lista de FIIs diretamente no seu e-mail. Gratuitamente e sem nenhum tipo de “pegadinha”.