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Em tempos de alta dos juros, guerra e instabilidade mundial, o metal torna-se uma boa alternativa para proteger o patrimônio; veja como investir
A escalada de tensões políticas ao redor do mundo tem levado os investidores a buscar opções seguras e rentáveis para proteger seu patrimônio. E um dos ativos mais propícios a ter uma boa performance em contextos de crise é um velho conhecido: o ouro.
O metal precioso segue sendo utilizado como reserva de valor após séculos e séculos como protagonista na economia mundial. Por sua escassez e presença física, ele é considerado menos suscetível a oscilações na conjuntura global do mercado financeiro.
O conflito entre Rússia e Ucrânia e a alta dos juros na economia americana, por exemplo, fizeram o investimento em ouro voltar a ser destaque. Desde o início de fevereiro, os futuros da onça-troy (31 g de ouro) já subiram cerca de 8%, passando de US$ 1.810 para R$ 1.956, segundo o portal Investing.
No Brasil, as incertezas acerca dos índices de inflação e o cenário eleitoral também contribuem para aumentar a busca pelo metal nobre como opção segura para o portfólio.
Para se expor ao ouro, contudo, não é preciso ter um cofre em casa nem sair por aí buscando barras do metal dourado. Uma opção prática e segura é ter na carteira os fundos que aplicam no ouro - e ganham conforme o ativo se valoriza.
O ouro é conhecido no mercado como um dos ativos mais valorosos em tempos de instabilidade política. Assim como o dólar, ele tende a se valorizar quando mercados globais são atingidos por crises econômicas ou geopolíticas. Seu “parceiro de pódio”, entretanto, não vem reagindo bem à alta dos juros nos Estados Unidos.
Com isso, o ouro se torna uma opção de investimento seguros e serve como proteção para a carteira. Os motivos? Em primeiro lugar, o fato de o metal nobre ser finito e negociado mundialmente.
Como seu recurso é escasso, o valor tende a se manter estável por muito tempo – e é o que acontece se olharmos para o cenário macro. Ou seja: o ouro é uma excelente reserva de valor.
Diversificar a carteira de investimentos é um ponto crucial para o sucesso no mercado financeiro. Em tempos de alta volatilidade, o ouro surge como uma alternativa estável que reduz o impacto negativo nos investimentos, por isso é uma ótima alternativa para se ter no portfólio.
O ouro gerou um retorno de cerca de 4% ao ano nos últimos 100 anos, o que pode não parecer tão impressionante quando comparado a outros ativos.
Ainda assim, ao contrário de ativos como o Bitcoin e as ações de tecnologia, que tendem a aumentar o risco em uma carteira diversificada, o ouro desponta como uma opção segura no longo prazo – já que ele apresenta períodos expressivos de alta mesmo em meio a instabilidades globais.
Além da alta recente, outro momento marcante para o desempenho do ouro foi a chegada da pandemia da covid-19, que derreteu as bolsas mundialmente. O metal nobre foi na contramão do mercado global e registrou sua maior valorização histórica ao ultrapassar a marca dos US$ 2 mil a onça.
O ouro é bastante democrático quanto às suas finalidades, e por isso há diferentes formas de se explorar esse metal. O investimento pode servir não só como reserva de valor, mas também para fins especulativos. Conheça as principais maneiras de se investir em ouro:
A venda de ouro físico disparou 75% durante a pandemia no Brasil. As clássicas “barras” já foram a principal forma de se investir em ouro, mas hoje são pouco recomendadas por conta da alta dificuldade de revenda – além de serem opções menos seguras. Ainda assim, elas continuam sendo uma opção para quem deseja guardar o metal nobre em casa.
O ouro físico pode ser negociado por meio de Distribuidoras de Títulos e Valores Mobiliários (DTVM), que devem ser autorizadas pelo Banco Central e pela CVM.
Uma alternativa ao investimento físico são os contratos futuros atrelados ao ouro, geralmente utilizados para fins especulativos. Dessa forma, o investidor pode aportar por meio da compra de derivativos – ou seja, trata-se de uma forma de investir indiretamente no metal.
Os contratos de compra e venda são feitos com base em uma data futura e os valores oscilam conforme a valorização do ativo. Assim como em outras áreas, os contratos futuros servem para apostadores que desejam lucrar com a alta ou a queda do ouro.
A opção mais prática para diversificar a carteira com ouro são os fundos de investimento. Muito utilizados pelos investidores, esses fundos são criados por gestoras especializadas com o objetivo de serem opções seguras no longo prazo.
As escolhas são feitas por um gestor profissional, que estuda o mercado e as eventuais tendências para apresentar opções seguras ao investidor iniciante ou avançado.
Agora que você já conhece as principais alternativas para investir em ouro e sabe que o cenário é positivo para esse metal nobre, que tal diversificar a sua carteira com opções atreladas a esses ativos? Como dito anteriormente, os fundos de investimento são opções seguras e com promessa de liquidez para o investidor.
No Brasil, o BTG Pactual, por exemplo, oferece dois fundos que investem em ouro:
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