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Felipe Alves
Felipe Alves
Redator do Grupo Empiricus. Colabora com os portais Seu Dinheiro, Money Times e Empiricus. Trabalha com marketing digital e estratégias de conteúdo desde 2021.
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Conexão entre o ‘mundo real’ e a blockchain: conheça o protocolo Chainlink (LINK)

A Chainlink tenta fazer a ponte entre o mundo virtual e o mundo digital, de forma a tornar os contratos do dia a dia mais seguros e eficientes; entenda

Felipe Alves
Felipe Alves
7 de abril de 2022
11:00 - atualizado às 16:07
Chainlink (LINK), a criptomoeda 'Oráculo' que promete colocar fim nos cartórios
Imagem: Shutterstock

Você já ouviu falar de Chainlink? Se não, provavelmente vai ouvir nos próximos anos. Esse é um protocolo digital cuja criptomoeda valorizou +15.590,90% desde sua criação, em 2017 – e o potencial para o futuro é ainda maior, já que esse projeto pretende ser a 'internet da blockchain'.

Nos últimos anos, o Bitcoin e outras criptomoedas se tornaram protagonistas do universo das finanças. Desde então, milhares de criptomoedas são criadas todos os meses. Em março de 2022, existem mais de 15.000 criptomoedas no mercado.

Muitas dessas moedas não têm projetos promissores e algumas foram criadas até como brincadeira, como é o caso das meme coins ou shitcoins. No entanto, nesse período também marcou a criação de diversos projetos revolucionários no universo cripto, que prometem ir além do Bitcoin e resolver vários problemas da vida real.

Esse é o caso da Chainlink (LINK). Sabe quando alguém diz que a tecnologia da blockchain pode revolucionar todos os aspectos da vida humana? É isso que a Chalink tenta fazer. Claro, é uma proposta ousada. Mas você já vai entender como isso pode ser possível. 

O token LINK foi recém disponibilizado para compra e venda na BitcoinTrade. Na exchange, você pode negociar este e outros criptoativos a partir de R$ 20,00 abrindo uma conta gratuita.

Antes de comprar LINK, é importante entender exatamente o que é e como funciona o protocolo da Chainlink, bem como por que o token pode ser uma boa aposta para os próximos anos.

O protocolo Chainlink foi criado em junho de 2017 por Sergey Nazarov e Steve Ellis. No entanto, os fundadores já estão há mais tempo inseridos na comunidade cripto, já que desde 2014, tocam um projeto de contratos inteligentes, através do site smartcontract.com. 

Em 2017, a empresa fez o ICO do LINK, token do projeto. Um ICO é como um IPO no mercado de ações – é o lançamento de uma criptomoeda no mercado. A Chainlink captou US$ 32 milhões nessa operação, dinheiro que foi usado para financiar o crescimento do projeto.

Desde então, a Chainlink ganhou bastante destaque no mercado. O protocolo cresceu e passou a ser usado por grandes empresas globais, como a Web3 Foundation e até mesmo o próprio Google.

Em 2020, foi fundada a Chainlink Labs, uma empresa focada em acelerar o uso de smart contracts, através de uma rede de pesquisadores e desenvolvedores que estudam e propõem soluções para potencializar o uso da tecnologia blockchain em empresas. 

A Chainlink é um protocolo digital baseado no Ethereum e atua no segmento de smart contracts (contratos inteligentes, em tradução livre). O protocolo tem o objetivo de conectar as soluções offline do “mundo real” e a blockchain, trazendo dados externos à tecnologia, através dos Oráculos, que serão explicados em detalhe mais à frente.

Antes de ir mais a fundo sobre a Chainlink e suas funcionalidades, precisamos entender o que é e como funciona a blockchain, tecnologia criada junto com o Bitcoin e que está por trás da verdadeira revolução das criptomoedas.

Como funciona a blockchain

Blockchain significa, literalmente, cadeia de blocos. Esses blocos são sequências de códigos que registram as transações. A grande vantagem da blockchain é que uma transação é registrada em cima da anterior, de forma que, quanto mais registros são feitos, mais seguro fica o protocolo.

Por exemplo, para fraudar uma transação de Bitcoin entre duas carteiras, seria necessário passar por uma série de códigos, já que conforme mais transações são realizadas, mais “blocos” vão surgindo em cadeia. Porém, estima-se que depois de 6 transações realizadas, não existe poder computacional no mundo capaz de quebrar o código da primeira transação. Daí a tamanha segurança da tecnologia.

Como funcionam os smart contracts

Em um primeiro momento, a blockchain era utilizada somente pelo Bitcoin, para proteger as transações feitas com essa moeda. A ideia era criar uma moeda totalmente descentralizada, que não dependesse de bancos e órgãos centrais. Mas, com o tempo, as pessoas começaram a perceber o poder dessa tecnologia e extrapolaram seu uso para as mais diversas áreas.

Foi assim que surgiram os smart contracts. Essencialmente, os smart contracts utilizam essa mesma tecnologia, mas para validar outros tipos de contratos, não só transações financeiras. O uso dessa tecnologia está diretamente ligado à criatividade e habilidade por trás dos desenvolvedores cripto.

Nesse cenário, a Chainlink surgiu em 2017 com um objetivo: ampliar os usos de blockchain através de contratos inteligentes híbridos, somando recursos on-chain e off-chain, ou seja, dentro e fora da rede blockchain.

Antes da criação da Chainlink, a validação das transações financeiras e dos contratos se restringia apenas à própria blockchain de cada protocolo. Agora, é possível cruzar informações com qualquer outra blockchain ou com sistemas offline, facilitando o uso dessa tecnologia no nosso dia a dia.

A Chainlink pretende fazer isso utilizando grupo de validadores descentralizados (decentralized oracle network, ou DON) – os chamados oráculos. Esses oráculos atuam como agregadores de dados do mundo real. 

Ao invés de ter um agente centralizador, como um banco ou um cartório, para servir como validador das operações e contratos, a Chainlink possibilita que tudo isso seja feito via blockchain. Essa é uma forma muito mais eficiente e segura de assinar esses contratos, pois está muito menos suscetível a erros humanos

Os oráculos são os softwares responsáveis por traduzir dados de outros sistemas– incluindo sistemas offline e de outras blockchains – em códigos na Chainlink.

As pessoas responsáveis por fornecer as informações a esses oráculos são os nodes. Os nodes têm incentivo financeiro para oferecer informações corretas. Eles são pagos com tokens LINK para participarem do protocolo.

Um dos diferenciais da Chainlink é o CCIP, tecnologia que permite a conexão entre várias blockchains por meio de contratos inteligentes entre cadeias. Este projeto de inovação já recebeu bilhões de dólares em investimento e tem como um dos parceiros a rede Celsius, plataforma CeFi com mais de 800 mil usuários.

A ideia é que a Chainlink atue como uma “internet da blockchain”, criando pontes seguras entre as diferentes cadeias e otimizando os processos on-chain para usuários. Na prática, isso facilita a contratação de empréstimos, seguros, financiamentos via smart contracts.

A vantagem dos smart contracts é que eles não dependem da confiança entre as pessoas envolvidas no contrato para funcionar e ser cumprido. Basta que os dados corretos sejam inseridos na blockchain, que, por sua vez, garantirá que os parâmetros do acordo sejam respeitados. 

O desafio deste tipo de contrato é que nem sempre há segurança para a entrada de dados mais precisa, nem conexão para a saída integrada com outro sistema externo à blockchain. A Chainlink resolve este problema, possibilitando a conectividade entre diferentes sistemas

Uma das integrações já existentes é entre a Chainlink e a rede SWIFT, que funciona como uma plataforma para pagamentos. A blockchain encaminha dados para a rede e garante, via smart contracts, que o pagamento seja feito. 

Outra parceria firmada pela Chainlink é com a Arbol, empresa que oferece soluções via smart contracts para negócios que podem ser afetados por condições climáticas adversas, como a agricultura. A Chainlink faz a conexão entre os dados meteorológicos e os contratos inteligentes da Arbol, garantindo que eles sejam cumpridos, conforme as condições previamente acordadas.

A Chainlink também tem aplicação no segmento das finanças descentralizadas (DeFi). Através da sua ferramenta Price Feeds, ela fornece informações sobre o mercado financeiro que são usadas para emitir, liquidar e proteger vários protocolos DeFi, como Aave, dYdX e Synthetix (SNX). 

Esses são apenas alguns dos casos de uso e parcerias já feitas pela Chainlink. É interessante notar como o protocolo consegue se integrar em duas frentes: tanto com o mercado cripto propriamente dito como com empresas em outras áreas de atuação. Isto é possível justamente pela sua proposta de fazer a ponte entre a blockchain e as soluções offline. Acessando esta página, é possível ver todos os usuários institucionais de Chainlink. 

A criptomoeda da rede Chainlink se chama LINK, e é através dela que os nodes são pagos pelas suas informações.

O mais importante de se analisar em uma criptomoeda é a sua economia, ou "tokenomics", como se diz no mercado. Basicamente, é importante saber como funciona a oferta, a demanda e quais são os incentivos para o uso da criptomoeda.

No caso da LINK, todos esses fatores são bastante positivos para a valorização do ativo. A oferta total de LINK é de 1 bilhão de unidades. Isso significa que, ao todo, só existirão 1 bilhão de LINKs no mundo.

Perto dos 21 milhões de oferta total do Bitcoin, isso pode parecer muito. Mas, esse projeto já pode ser considerado não inflacionário, pois a demanda pelas moedas tende a superar bastante a oferta, baseado na estimativa de que cada vez mais, a tecnologia blockchain fará parte da vida das pessoas para usos diversos, inclusive para smart contracts híbridos de projetos como Chainlink.

A divisão de tokens proposta no documento original do projeto é assim: 35% das moedas para quem é responsável pelo funcionamento dos oráculos, 30% para desenvolver a blockchain e torná-la mais segura, 35% à venda no mercado.

O importante aqui é entender que, quanto mais pessoas usarem o protocolo, mais tokens LINK serão necessários para validar as informações. Como a oferta é limitada, quanto mais a demanda aumentar, o preço da moeda tende a aumentar junto.

Esse é o mecanismo que está por trás da valorização de +15.590,90% desde o início do projeto. 

Ou seja, a tese de valorização da LINK está totalmente relacionada ao futuro do projeto: quanto mais as pessoas usarem a Chainlink para assinar contratos, mais o token tende a se valorizar, representando uma oportunidade promissora no universo das criptomoedas. 

Se você se interessou pelo projeto da Chainlink, uma forma de se posicionar na tecnologia é comprar a criptomoeda LINK. 

Uma das formas de fazer isso é através da exchange BitcoinTrade. A plataforma digital permite a compra e a venda de diversos criptoativos, incluindo a cripto LINK, que tem ganhado destaque na mídia, devido à sua valorização notável e ao promissor projeto por trás do protocolo Chainlink. 

Na BitcoinTrade, você pode abrir sua conta gratuitamente em menos de cinco minutos e negociar criptoativos a partir de R$ 20. Além disso, a exchange tem outras vantagens, como:

  • Depósito de saldo na conta em reais, via TED, DOC ou PIX; 
  • Envio e recebimento de moedas de outra carteira por meio de código ou endereço;
  • Mais de 35 criptoativos disponíveis para negociação; 
  • Acesso às cotações dos ativos em tempo real;
  • Negociações seguras dos ativos, com biometria e autenticação por dois fatores. 

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