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Carolina Gama
Formada em jornalismo pela Cásper Líbero, já trabalhou em redações de economia de jornais como DCI e em agências de tempo real como a CMA. Já passou por rádios populares e ganhou prêmio em Portugal.
PASSARINHO CARO

Vai pagar como? Elon Musk vende US$ 4 bilhões em ações da Tesla para financiar a compra do Twitter; entenda

Entre sexta-feira (4) e terça-feira (8), o bilionário se desfez de 19,5 milhões de papéis a preços que variaram de US$ 189,58 a US$ 219,90. No mesmo período, as ações acumularam baixa de mais de 11%.

Carolina Gama
9 de novembro de 2022
13:34
Elon Musk vê queda no preço do bitcoin; Tesla ainda possui cerca de US$ 218 milhões em BTC
Imagem: Montagem / Seu Dinheiro

O bilionário Elon Musk pagou US$ 44 bilhões para colocar o Twitter na sua gaiola. Agora, o dono da Tesla (TSLA) está tendo que se desfazer de parte dos papéis da fabricante de carros elétricos para financiar a aquisição da plataforma. 

Nos últimos três pregões, Musk vendeu quase 20 milhões de ações da Tesla, de acordo com os documentos da Securities and Exchange Commission (SEC, a xerife do mercado norte-americano). 

Entre sexta-feira (4) e terça-feira (8), o bilionário se desfez de 19,5 milhões de ações a preços que variaram de US$ 189,58 a US$ 219,90. O movimento fez os papéis desabarem: acumularam baixa de 11,2% nas três sessões, cotados abaixo de US$ 200 pela primeira vez desde junho do ano passado. 

Com as vendas recentes, a participação de Musk na Tesla caiu de 465,1 milhões para 445,6 milhões de ações, levando a participação do bilionário de 14,7% para 14,1%.

A polêmica venda de ações da Tesla

Essa, é claro, não é a primeira vez que Musk se desfaz de ações da Tesla. As últimas vezes que o bilionário fez isso, no entanto, foram recheadas de polêmicas — como quase tudo em que ele está envolvido. 

Musk vendeu US$ 31,81 bilhões em ações, segundo cálculos do Dow Jones Market Data Group, em duas etapas: uma em novembro e dezembro de 2021 — na ocasião, acreditava-se queo movimento tinha sido motivado por pendências fiscais que Musk enfrentaria —, e outra em abril deste ano, após o anúncio do acordo com o Twitter.

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Após essa rodada posterior de vendas de ações, Musk tuitou: “Não há mais vendas da TSLA planejadas depois de hoje”.

Musk vai ter que vender mais ações?

Musk anunciou a compra do Twitter em abril. Em julho, ele tentou encerrar o acordo, que parou nos tribunais. Foi só em 28 de outubro que, forçado pela justiça, o CEO da Tesla concluiu a aquisição da plataforma a um preço de US$ 54,20 por ação, ou US$ 44 bilhões.

O negócio incluiu dinheiro, bem como dívidas de bancos e investimentos na entidade privada que Musk criou por conta do Twitter, a X Holdings. 

Mesmo com todas essas manobras, acreditava-se que Musk estava aquém do total necessário para bancar a totalidade da aquisição, especialmente ao considerar que ele teria que comprar o patrimônio dos funcionários do Twitter que receberam ações como compensação.

Por isso, as vendas dos papéis da Tesla não devem parar por aqui. Cálculos do MarketWatch indicam que Musk ainda teria que vender entre US$ 2 bilhões e US$ 8 bilhões nas próximas semanas para seguir bancando o negócio. 

Tesla enfrenta dúvidas 

As ações da Tesla acumulam queda de 45,7% no ano, enquanto o Nasdaq Composto caiu cerca de 33% — e esse movimento não é à toa. 

A demanda por automóveis está desacelerando e os investidores passaram a se desfazer dos papéis por entenderem que é hora de o bilionário se concentrar nos problemas da fabricante de carros elétricos.

Essa queda acumulada das ações da Tesla destruiu grande parte da fortuna de Musk, mas ele ainda é a pessoa mais rica do mundo, com um patrimônio líquido de cerca de US$ 200 bilhões, segundo a Forbes.

Ele, no entanto, não se deixa abater. A Tesla divulgou seu resultado trimestral em 19 de outubro. Na teleconferência, Musk dobrou sua aposta, afirmando que a companhia poderia um dia valer tanto quanto as capitalizações de mercado combinadas das duas empresas mais valiosas do mundo: a Apple e a Arábia Saudita Oil Co, a Saudi Aramco, gigante do petróleo saudita.

*Com informações do MarketWatch e da CNBC

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