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Ações tem mês negativo com cenário político e fiscal afastando investidores
Em agosto, o mercado de ações derrapou mais uma vez: o Ibovespa, principal índice da bolsa brasileira, fechou o mês recuando 2,48% e viu todos os seus ganhos do ano serem apagados. As criptomoedas, porém, estão em tendência oposta: o bitcoin, principal desses ativos em valor de mercado, acumulou alta de 12%.
Enquanto o mercado de ações brasileiro tremia com notícias negativas, como temor fiscal, ruptura institucional e crise hídrica, as criptomoedas avançavam com os rumores de que várias companhias como Amazon, Walmart e Twitter se preparam para aceitar esses ativos digitais como forma de pagamento.
Apesar de a alta das criptomoedas ter sido praticamente generalizada, a mão dos analistas da Empiricus contou. No primeiro lugar entre as carteiras da casa, a Exponential Coins viu seu portfólio avançar 34,33%, consideravelmente mais do que a alta registrada pelo bitcoin. Para se ter uma ideia, quem investiu R$ 1 mil lucrou R$ 343,3 em apenas 30 dias.
A Exponential Coins é a carteira de criptomoedas da Empiricus que tem uma estratégia mais agressiva.
Neste momento, o analista André Franco, que lidera essa série, lançou uma estratégia mais ofensiva à parte, uma abordagem adicional, dando espaço para moedas menores (que oferecem mais riscos, mas também maior potencial de alta). Ele preparou uma lista de cinco desses ativos que podem disparar no prazo de um ano. O acesso está liberado por uma semana de maneira gratuita, basta clicar aqui.
Em segundo lugar, entre as carteiras mais rentáveis da Empiricus de agosto está a carteira de criptomoedas “mais conservadora” da casa. A Crypto Legacy conta com uma participação maior de ativos mais consolidados (nomes como bitcoin e Ethereum, por exemplo), diferentemente da EC, que faz aportes maiores em moedas mais “alternativas”, as altcoins - geralmente mais novas e ainda com menores valores de mercado, porém, com maior potencial de valorização.
Confira as performances das carteiras da Empiricus em agosto:
Enquanto a bolsa brasileira derrapava em agosto, as carteiras da Money Rider, mais associadas a investimentos em ações de companhias americanas ligadas à tecnologia, fecharam no verde.
A performance destas acompanhou, majoritariamente, o índice Nasdaq, que agrega as principais ações de inovação dos Estados Unidos e do mundo.
Essas companhias, ligadas à inovação, acabam sendo mais expostas à variação dos Treasuries Yields, isto é, às taxas de juros futuros dos Estados Unidos - isso porque muitas delas só serão rentáveis (ou pelo menos mais) no longo prazo. Essas taxas recuaram em agosto, com o Federal Reserve demonstrando que seguirá a meta da inflação, mas também sinalizando acreditar que a variação dos preços está sob controle e que que “tapering” ficará para mais tarde.
O oitavo mês do ano foi negativo, como você pode ter visto, para a maioria das carteiras de ações da Empiricus - algumas chegaram a cair mais do que o Ibovespa no período, mas, em sua maioria, elas ainda acumulam performance melhor ao longo do ano.
A Oportunidades de Uma Vida, prata da casa que já entregou rendimento de 560,2% desde sua criação em 2015, por exemplo, teve um rendimento negativo de 8,82%, queda maior do que apresentou seu benchmark, o Ibovespa.
O cenário geral para o mercado foi, sem dúvidas, o grande culpado, mas a queda da carteira foi acentuada no mês pela performance de companhias como a Cosan (CSAN3), Méliuz (CASH3) e Oi (OIBR3).
Felipe Miranda, estrategista-chefe da Empiricus, que está à frente da carteira, no entanto, ainda defende os cases dessas empresas e, diante das quedas, ele considera que esse momento seria muito mais uma oportunidade de entrada nesses papéis do que um alerta para a saída.
A posição do portfólio Ações Exponenciais, que teve uma queda de 10,04%, porém, acaba sendo normal, uma vez que sua tese de investimentos é baseada em companhias que possuem “gatilhos” para disparar, justamente por investir em cases mais arriscados - possíveis fusões, empresas em recuperação judicial e por aí vai. Nesses casos, o cenário macro negativo acaba pesando mais.
O ano pode estar desafiador para boa parte das carteiras - apesar de várias ainda estarem no verde. Mas, considerando uma janela de tempo maior, desde as suas criações, a maioria dos portfólios estão no verde e apresentam rentabilidade maior do que os seus benchmarks.
Oportunidades de Uma Vida, desde 2015, como já mencionado, tem retorno de 501,9%, ante 332,9% do Ibovespa. Microcap Alert tem retorno de 416,3% desde 2014, ante 108,1% do índice Small Cap. No setor imobiliário, o Renda Imobiliária valorizou 69,57% desde 2014, ante 47,4% do IFIX.