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Em mês ruim para renda variável, apenas investimentos ligados ao dólar avançaram – e isso por conta da desvalorização do Real
Setembro foi um mês ruim para a grande maioria dos investimentos. No Brasil, os juros em alta, ruídos políticos e crise hídrica foram os piores pesos na performance do Ibovespa, que recuou 6,6%.
Lá fora, a aproximação do tapering (o fim dos estímulos econômicos) nos Estados Unidos junto com o caso Evergrande, na China, foram os detratores dos mercados. O S&P 500 caiu 5,8% e o índice Nasdaq recuou 4,8%.
Em setembro, somente quatro carteiras da Empiricus fecharam no verde. Dentre elas, duas avançaram, na prática, por conta da desvalorização do real frente ao dólar no período.
A série Melhores Ações do Mundo teve retorno de 2,52% e o portfólio Melhores Fundos Global, uma valorização de 2,45%.
Confira as rentabilidades das carteiras da Empiricus em setembro:
No geral, as carteiras da Empiricus acabaram impactadas pela turbulência no mercado em geral, com a grande maioria fechando o mês em queda. A Oportunidades de Uma Vida, por exemplo, recuou 9,30%.
Essa carteira, uma “prata da casa”, gerida pelo CIO e estrategista-chefe da Empiricus Felipe Miranda, acabou por sofrer mais do que o índice por conter algumas ações small caps. Empresas menores acabam por sofrer mais do que as grandes companhias em momentos de aparente crise: por não serem totalmente consolidadas, os investidores costumam “fugir mais rápido” dos papéis nessas horas, temendo que as dificuldades impactem seus futuros.
Entretanto, são essas mesmas empresas que trazem maiores resultados em bons momentos e que ajudam a justificar a diferença entre a rentabilidade da carteira de Felipe Miranda e do índice no longo prazo. A Oportunidades de Uma Vida, desde a sua criação em setembro de 2015, já retornou a quem acompanha a série 501,99% de lucro. O Ibovespa, no mesmo período, avançou 332,93%.
O motivo que derrubou o Oportunidades de Uma Vida foi o mesmo que acertou a Microcap Alert, liderada pelo analista Max Bohm - mas com um pouco mais de força. Esse portfólio caiu 10,44% em setembro.
Essa carteira foca, apenas, em micro e small caps e, por isso, tem um nível de risco mais elevado do que a Oportunidades de Uma Vida, que conta com várias blue chips no portfólio. Apesar disso, a diferença entre os dois portfólios da Empiricus foi pequena, pois algumas das ações escolhidas por Max Bohm, responsável pelo portfólio, dispararam, como no caso da BrasilAgro (AGRO3) e da Mosaico (MOSI3), ambas com cerca de 10% de alta.
Em setembro, nem mesmo as carteiras de criptomoedas, destaques nos meses anteriores, escaparam do bear market. A Crypto Legacy e a Exponential Coins caíram, respectivamente, 8,80% e 5,73%.
Os criptoativos foram impactados, majoritariamente, por acontecimentos na China. O caso da construtora Evergrande derrubou os papéis, bem como a decisão do governo chinês de proibir totalmente as transações envolvendo criptomoedas no país.
Apesar disso, as moedas digitais continuam tendo forte performance no ano e as duas carteiras da Empiricus que englobam esses ativos dominam, de forma disparada, o topo entre os melhores rendimentos da casa. Uma série de notícias, como o avanço de algumas companhias gigantes sobre a tecnologia blockchain, ajudam a explicar essa movimentação.
Em momentos como esses, muitos investidores, em especial os pessoas físicas, acabam se assustando por conta da queda generalizada. Apesar disso, para os analistas da Empiricus não há motivo para se preocupar. Segundo o estrategista-chefe da casa, o já mencionado Felipe Miranda, as quedas, pelo contrário, abrem boas oportunidades de lucro.
“Ou você acredita que o Brasil irá quebrar ou o Ibovespa está barato”, afirmou Miranda em Live da Empiricus no fim do último mês. Para ele, a bolsa e os juros brasileiros estão precificados, atualmente, prevendo um país quebrado. “Com um aperto monetário, como o que vem acontecendo, o esperado é que a curva longa de juros caia. Não estamos vendo isso. Os juros continuam avançando, e isso não pode acontecer”, finalizou.
Para quem tem interesse em acessar, a carteira de Felipe Miranda (que supera o Ibovespa e que já entregou mais de 500% de lucro aos assinantes) está, neste momento, aberta para um trial gratuito de um mês.
É necessário mencionar ainda que apesar da performance negativa neste último “setembro sangrento” para o mercado, no acumulado do ano 11 dos portfólios tiveram performance positiva - apesar de o Ibovespa cair quase 7% no mesmo período.
Confira a performance das carteiras da Empiricus em 2021:
Algumas das carteiras não utilizam o Ibovespa como benchmark - as de renda imobiliária, por exemplo, usam o Ifix, índice com os principais fundos imobiliários brasileiros, como parâmetro. Outras ainda utilizam o S&P 500 ou índice de small caps. A maioria supera os seus índices de referência nas comparações.